Listado com 88 pontos por Robert Parker, este vinho é versátil assim como sua uva, ou seria o contrário, de qualquer forma cai bem. Difere da maioria dos Chilenos, este é menos constante: entra de modo suave com o buque amadeirado, e desce meio ácido pela garganta, mas bem controlado até, não decepciona. Segundo minha esposa, Ká, "Não é tão amargo assim no final, já bebi piores", claro em tom de brincadeira...




Madeira com frutas vermelhas escuras. Buque levemente amadeirado, mas sem expressão floral ou de frutas. Taninos muito suaves, acidez sob controle.



Segundo Madeline Triffon Pinot Noir é "sex in a glass". Este, imagino eu é apenas um "T", mas não se compara com Sexo. Safra 2008, com 13,5% de álcool, oriundo do Valle Del Maule.


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Encorpado e vivo, impressionou em todas as taças! Este Tempranillo, 100%, é envelhecido por 12 meses em Carvalho Americano...




Teor alcoólico mediano, 13,5%, mas qualquer vestígio, embora o vinho seja bastante "amanteigado". Tons leves de madeira e frutas escuras, e a madeira não sobrescreve a uva, o que acho muito importante. Indico! Recomendo! Comprado no Supermercado Imperatriz de Jurerê Internacional por R$ 43,00 a garrafa.



Importante localizar o Selo Holográfico da região de Rioja na Espanha.

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Interessante resultado! Madeirado, concentrado com um toque de frutas vermelhas escuras, como a Amora...



O buque é intenso, não soube distinguir exatamente: apenas os tons amadeirados e florais. A cor rubi é intensa, e ao se movimentar a taça percebe-se que o resultado é muito natural, sem químicas escondidas, imagino eu. Safra 2008, 13,5% de alcool. Indico com carnes fortes e vermelhas.


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Muito bom, mas esperava mais deste Rioja da Espanha. Safra 2007 das uvas Tempranilo (90%) e Graciano (10%).



Levemente amadeirado, buque mediano, deve cair muito bem com carnes vermelhas e molhos fortes. 13% de graduação alcoólica.




R$ 43,00 no Imperatriz de Jurerê Internacional em Florianópolis. Indico para jantares e almoços especiais, mas não para uma degustação.

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Surpreende. Este espumante Brut Nacional vale a pena. Leva o selo da Playboy como o melhor espumante brasileiro...


Este Brut do Vale dos Vinhedos no Rio Grande do Sul deixou sua marca. Harmonizou um peito de frango temperado ao Pesto. Bem cítrico e borbulhante, apresenta leve sensação de frutas verdes, mas acho está de bom tamanho para um "Combate".



Boa opção de vinho tinto de mesa! Barato e de boa qualidade, recomendo para as refeiçōes acompanhadas de carnes mais fortes e molhos à bolonhesa...


Este chileno do Rapel Valley apresenta 14% de teor alcoólico. Na taça se apresenta inicialmente adocicado, e ao fundo um pouco adstringente. Talvez não agrade muito os que preferem um vinho mais plano, constante.

Apenas R$ 9,60 no supermercado Giasse em Florianópolis. Este foi comprado no Giasse do Shopping Via Catarina na Palhoça.

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Parabéns pela formatura Dona Bete, querida sogrinha que me deu a idéia de um Blog de vinhos!



Brindamos com Saltons Demi Sec, e depois continuamos... Muito boa a formatura da 8a Turma da ESAG Sênior de 2010. Parabéns Dona Bete!

Quanto à espumante Salton, ótima opção para um "combate"; extremamente borbulhante, seca para não enjoar; tons cítricos e ótimo custo.

R$ 18,50 a garrafa nos Supermercados Angeloni de Florianópolis.

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Villa Francioni Francesco, Safra 2006. Um vinho catarinense produzido em São Joaquim. O vinho é blend de uvas Merlot, Cabernet Sauvingnon, Cabernet Franc, Malbec e Syrah com teor alcoólico de 13,8%. As primeiras impressões não foram muito boas. Antes de degustar este vinho, tínhamos aberto o Argentino Del Fin Del Mundo e fica impossível não compara-los.

O vinho catarinense possui um buque complexo. Identifiquei aromas como tabaco ou talvez algo defumado. Achei o vinho um pouco adstringente e com taninos com certa presença. Poderia comparar com vinhos de combate chilenos. Quanto à cor, é um Rubi Intenso e na opinião do Gustavo Jota ele possui corante.


A garrafa custa em torno de R$ 80,00. Por este valor encontram-se melhores opções no mercado. Somos catarinenses e ficamos felizes em ver o desenvolvimento de vinhos no estado, mas acreditamos que os valores estão um pouco desproporcional ao que é oferecido. Fica a torcida pelo crescimento catarinense neste setor.

Caso a vinícola catarinense queira tirar estas primeiras impressões, ficamos a disposição para degustar novas Safras.

Por: André Luís Pessetti
Del Fin Del Mundo, Malbec, Safra 2007 da Região da Patagônia na Argentina. Este vinho foi trazido pelo Heraldo S. Thiago para a Lectron, ficou um bom tempo descansando por aqui. Ontem para iniciar o Happy Hour colocamos na mesa. As primeiras impressões foram muito interessantes. Um vinho muito equilibrado, mas com sensações singulares. Possui um buque complexo, pessoalmente identifiquei um cheiro frutado com madeira leve, mas durante a degustação e conversa com o Chico Assis (Mestre no Assunto) tivemos a revelação de Chocolate, Coco e Baunilha.

Sua acidez é bem controlada, pouco álcool residual e taninos muito suaves. É uma ótima opção para um jantar especial ou simplesmente para aprecia-lo. Teor alcoólico de 14%. Preço médio de mercado em R$ 50,00. Excelente custo x benefício comparado com sua qualidade, podemos comprovar degustando logo em seguida um Villa Francioni de São Joaquim - SC (R$ 80,00)...

Participaram da degustação: Heraldo S. Thiago, Chico Assis, Marcos Buson e André Pessetti.

Por: André Luís Pessetti


Cabernet Sauvignon, chileno, safra 2007. Reserva privada. Pode ser armazenado por mais tempo, excelente escolha para adicionar à sua adega.



Vinho muito bem controlado, com 14% de teor alcoólico, apresenta uma suavidade muito interessante, tons de carvalho e extremamente fresco. O vinho é envelhecido em barris de carvalho franceses por 12 meses, depois de engarrafado, pode ser armazenado por até 6 anos. Excelente custo qualidade: R$ 28,94 nos Supermercado Nacional do Floripa Shopping.

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Interessante vinho branco seco, safra 2007 de Portugal. Da região Beiras, com 12,5% de álcool.





Tonalidade amarelada com marcantes notas cítricas. Àlcool controlado, acidez sob medida. Imagino que vá chamar a atenção dos amantes do vinho tinto. Muito encorpado e ótima qualidade pelo preço, R$ 15,00. Cai muito bem com peixes mais fortes, e imagino que com carnes brancas inclusive.

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Novos estudos sugerem que mulheres que tomam bebidas alcoólicas moderadamente, particularmente vinhos tintos tem menor possibilidade de ganhar peso a longo prazo.

CBS / iStock Photo

O estudo foi realizado por pesquisadores americanos (Boston's Brigham and Women's Hospital) e foi efetuado em uma amostragem de aproximadamente 20.000 mulheres, e verificou os hábitos de consumo de bebidas por 13 anos.

Nos experimentos, todas as mulheres que consumiram álcool ganharam peso, porém as que consumiram vinho tinto ganharam menos peso. Uma das teorias, segundo os pesquisadores, é que o corpo processa o álcool de forma diferente, transforma em calor ao invés de gordura.

Ashton apresenta que quatro onças, ou o equivalente a uma bebida alcoólica é o que consideram como consumo moderado. Já Catherine Collins, aforma que o vinho tinto deveria ser visto como uma ferramenta dietética.

O importante do estudo, concluindo, é que a moderação é a chave da vida saudável. E a Associação Americana do Coração diz claramente: se você não bebe, não comece agora devido aos benefícios descobertos, mas se você bebe, o vinho tinto é o caminho correto.

Matéria completa da CBS, Jennifer Ashton >>
Outra matéria da Reiters sobre o mesmo assunto >>



Bordeaux do Chateau Des Antonins, safra 2005. Interessante paladar para carnes vermelhas, adstringencia controlada e taninos um pouco pronunciados.




Com 12,5% de álcool, tem textura sedosa, buque sem traços de madeira e pouca expressão. Indicado para um jantar mais simples, nada requintado. Aqui para acompanhar este vinho, uma macarronada à bolonhesa.

Comprado no Angeloni do Centro em Florianópolis. R$ 28,00 a garrafa, barato para a idade.

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Marqués de Tomares, vinho regional de Rioja na Espanha, tradicionalmente denominação que garante bons vinhos. É tradicional desta região o corte com uvas Tempralino na composição. Safra 2006.




Ótima opção de compra; vinho redondo, macio; acidez controlada; taninos suaves e muito interessante. Já no buque se percebe a diferença de frutas vermelhas e um pouco de madeira. Indico para carnes vermelhas, talvez as mais fortes, mesmo tendo os taninos controlados. Composição de  Tempranilo (90%), Mazuelo (7%) e Graciano (3%). Preço de R$ 55,00 no Supermercado Imperatriz de Jurerê Internacional.

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Vinho tinto Francês da região de Boudeaux, safra 2006. Importante para quem comprar esta iguaria: deixe respirar!




Forte e de sabor complexo. Taninos pronunciados, portanto envelheceu bem na garrafa, da safra de 2006. Com 12,5% de teor alcóolico, como a maioria dos vinhos da região. Indico para carnes fortes, embutidos ou similares. Deverá afastar os degustadores de chilenos, pois este é realmente bem complexo.

Custo muito baixo pela experiência, R$ 28,00 no Empório Frances, na Av. Madre Bevenuta em Florianópolis, próximo à UDESC.


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A vinícola gaúcha contratou um CEO, comprou a Almadén, vai lançar um vinho de US$ 100 e se lançará com força no mercado externo. O objetivo é se tornar uma empresa global

Por Carlos Sambrana



As primeiras garrafas já repousam, em Londres, em contêineres resfriados aguardando o sinal verde para invadir as gôndolas. A data foi marcada para a próxima semana, mas a maturação do projeto ocorre há mais de um ano, entre degustações, criação do rótulo e adaptações ao paladar local. Todo cuidado, dizem os executivos, é pouco. "O Alísios impulsionará a empresa no mercado externo", diz Adriano Miolo, enólogo da vinícola Miolo e um dos herdeiros da tradicional produtora de vinhos. "A princípio, vamos vender apenas oito mil garrafas do Alísios neste ano. Em 2010, porém, vamos chegar a 120 mil garrafas", diz Carlos Eduardo Nogueira, diretor de relações internacionais da Miolo. Será a ponta de lança para que a empresa seja reconhecida internacionalmente como uma produtora do Novo Mundo - como são chamados os vinhos de países como Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e os da América do Sul. E também para que faça das exportações uma das grandes fontes de receita. Hoje, elas representam apenas 5% do faturamento de R$ 100 milhões do grupo, mas a ideia é alcançar 50% até 2018. O lançamento do novo rótulo, o primeiro da empresa desenvolvido especificamente para um país, é apenas uma pequena parte da transformação pela qual a Miolo Wine Group tem passado. Nos últimos meses, a empresa anunciou o lançamento de um vinho chamado Sesmarias, produzido na região de Campanha (RS) e cuja garrafa custará US$ 100; comprou a vinícola Almadén; e contratou Marcelo Toledo, ex-AmBev, como CEO. "Estamos nesse negócio para investir alto e competir com os grandes", diz Toledo.


A meta do executivo é aumentar a distribuição dos vinhos pertencentes ao grupo e coordenar a incorporação da Almadén ao portfólio. "Quero implantar a cultura de distribuição de cerveja", diz ele. "Se você vai a um aeroporto brasileiro, por exemplo, não encontra um wine bar." A seu favor nessa busca por levar os vinhos para todos os lugares, conta a vasta carta da empresa com 84 rótulos, dos mais econômicos aos mais exclusivos. A compra da Almadén, inclusive, ajudou a companhia a entrar com mais força no mercado de vinhos de preços mais acessíveis. Mais: ao levar a Almadén para casa, a família Miolo, a vinícola Lovara e o empresário Raul Anselmo Randon, sócios na Miolo Wine Group, também fizeram com que todos os planos da companhia fossem revistos da noite para o dia. "Atualmente, temos uma área produtiva de 1.150 hectares e produzimos 12 milhões de litros ao ano. O nosso plano era chegar nesse número em 2012", diz Adriano Miolo. Agora, todas as ações estão sendo projetadas para 2018. "Nosso objetivo é chegar lá com dois mil hectares e 25 milhões de litros." Para isso, entretanto, a empresa terá de contar com o crescimento do mercado nacional, que hoje movimenta R$ 1,2 bilhão, e com o aumento das vendas para o Exterior. Nesse sentido, dados apresentados, na semana passada, pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) são otimistas.

De janeiro a setembro de 2009, as vendas de vinhos finos e de mesa totalizaram 165,8 milhões de litros, 13% a mais do que no mesmo período do ano passado, quando foram anotados 146,1 milhões de litros. Em contrapartida ao crescimento dos rótulos nacionais, a importação de vinhos estrangeiros declinou de 41,35 milhões de litros para 38,66 milhões de litros neste ano. Pode parecer pouco, mas simboliza muito para a indústria brasileira. "Estamos quebrando o preconceito contra o vinho nacional", diz Carlos Paviani, diretor-executivo do Ibravin. Isso é fruto de pesados investimentos realizados pelas grandes vinícolas brasileiras como a própria Miolo, que desembolsou R$ 120 milhões em melhorias nos últimos dez anos e ainda trouxe o wine maker francês Michel Rolland para dar consultoria exclusiva no corte de cada vinho. "Mas ainda existe muito preconceito", diz Toledo, da Miolo Wine Group. "Eu mesmo era um baita preconceituoso. Achava que só os vinhos estrangeiros eram bons. Mas, quando entrei aqui e conheci os processos de produção e as bebidas, caí do cavalo", diz ele. Quem conhece o assunto define: "A Miolo e a Salton são as empresas que mais investiram em qualidade e em um marketing agressivo. Fizeram os críticos torcer o nariz", diz Arthur Azevedo, diretorexecutivo da Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo (ABS-SP).
O que faz da Miolo uma das grandes competidoras do mercado é também a sua capacidade de produzir os mais variados tipos de vinhos e espumantes em terroirs totalmente distintos como no Vale dos Vinhedos, em Campos de Cima da Serra, na Serra Gaúcha, em Campanha - todos no Rio Grande do Sul - e também no Vale do Rio São Francisco (BA). Essa mescla permite que a empresa produza especificamente para cada mercado. O Alísios, por exemplo, que chega à Inglaterra na próxima semana custando 6,99 libras (US$ 11,40) a garrafa, foi confeccionado com uvas cultivadas em Campanha. O sucesso dessa bebida na terra de Elizabeth II é crucial para a marca. Isso porque os ingleses importam 2,1 bilhões de euros em vinho por ano e consomem 27,4 litros per capita, enquanto os brasileiros surgem com 1,8 litro por cabeça. Ou seja, os britânicos são formadores de opinião. O mesmo acontece com os americanos. "Em 2010 lançaremos um vinho para os Estados Unidos", diz Nogueira, da Miolo.
Ao mesmo tempo que concentra esforços no mercado internacional, sua ação comercial no Brasil é vista com ressalvas. "Aonde eles chegam, se impõem com força e chegam a praticar dumping para eliminar a concorrência", diz um crítico. "Em certos restaurantes, não deixam ninguém entrar." Os rivais, porém, não comentam essa ação e mantêm a diplomacia. "A família Miolo tem feito um trabalho respeitável no mercado de vinhos", diz Daniel Salton, presidente da vinícola Salton, uma das principais competidoras com uma produção de 14,5 milhões de litros e líder na área de espumantes. Esse mesmo respeito é o que a Miolo quer conquistar lá fora.



Extraído de IstoÉdinheiro >>



Carmenere Chileno da região central. Tenta, seleção especial. Vinho da vinícola Maipo. É um vinho bem controlado como a maioria dos Chilenos, e custa em torno de R$ 25,00.

Apresenta cor viva, buquê de frutas vermelhas bem acentuadas, baixa acidez e nenhum gosto ou cheiro de álcool residual. É muito fácil de encontrar em Florianópolis. Cai bem para um almoço ou jantar para convidados que tenham um paladar tradicional ou iniciante. Não faz feio de modo algum!


Muito interessante este artigo da IDEO - o maior escritório de design do mundo - que trabalhou para a Kendall-Jackson no desenvolvimento de um novo conceito de marca para vinhos, lá em 2005.

A equipe da IDEO, realizou o processo de "shadowing", sombra, em consumidores de vinhos na faixa de 20 a 30 anos em diversos supermercados e lojas especializadas. Da descoberta do padrão de consumo e desejo dos consumidores realizaram sessões de brainstorming para o desenvolvimento do novo conceito.

O resultado foi a primeira caixa de vinho high-end, o WINE BLOCK, onde o vinho é guardado em um saco de Mylar (plástico anti-oxidação desenvolvido pela DuPont em 1952), e o saco é acondicionado em uma caixa de papelão para rigidez do conjunto com uma válvula de saída (registro). Mas o grande resultado não-técnico é o melhor; um conjunto de bom design com uma grande jovialidade.

Este WINE BLOCK, segundo a IDEO, alavancou vendas e posicionou o vinho em um ótimo posto, quebrando paradigmas em rótulos de vinhos dito tradicionais demais... É informado que a marca se posicionou como a 4a posição na listagem de vinhos de 2005 nos EUA.

Extraído e adaptado de IDEO, WINE BLOCK >>



Bem, vamos iniciar as matérias da Lua de Mel... Começando pelo Malbec 2008 em uma cervejaria Argentina ?! Bem minha esposa adora os Malbecs fortes, escolha do vinho em homenagem a ela, Ká, selecionados o Finca la Linda.

Lugar agradável o Buller Brew Pub, cerveja fabricada lá, muito boa mesmo! Fui obrigado a pedir como entrada uma de cada, no final, acabei muito tonto, pois a seguir teríamos um Malbec para fechamento dos trabalhos!

Aqui estão as várias cervejas servidas pelo Pub; Light Larger, Hefeweissen, Honey Beer, Oktoberfest, India Pale Ale e Dry Stout. Pena que não temos no Brasil esta tradição, embora existam algumas cervejarias, ainda estamos engatinhando no quesito qualidade da bebida. Mandaram bem Los Hermanos!


Vamos ao vinho; Malbec safra 2008, região de Mendoza. Forte, encorpado, sem nenhum gosto de fundo do álcool. Caiu muito bem com aquele Bife de Chorizo. Para variar, com vinhos fortes a Ká se dá bem!

Mesmo com 14% de álcool, nada de gosto de fundo. E madeira muito bem controlada. Indico! No Brasil os preços são ao redor de R$ 39,00 a R$ 45,00 a garrafa.





Vinho tinto Portugues de mesa, da famosa vinícola Messias.



Interessante vinho de mesa para quem pode gastar um pouco mais no cotidiano...


Com cor rubi Intensa, lembrança de terra, como alguns portugueses, e toques frutados. Apenas 12% de teor alcóolico, muito leve, cai muito bem para um jantar. R$ 29,90 a garrafa, em Florianópolis.

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DOC Espanhol Tinto de Rioja, da reserva de 2005. Comprado na cidadezinha de Gauting na Alemanha, na Jacques Wein Depot, por apenas 13,00 Euros...





Este vinho é corte das uvas Tempranilo, Graciano e Mazuelo, com buque intenso, frutado e rico. A acidez é estremamente bem  controlada para um vinho envelhecido em carvalho francês e americano por 18 meses. Quem tiver oportunidade de comprar esta garrafa, compre. Não sei a que preço chegaria no Brasil, mas não imagino que seja vendida a menos de R$ 120,00. Excelente pedida, degustamos aqui em casa e recomendo.


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Quase verão em Florianópolis, hora de bebidas suaves: espumantes e frisantes.? Talvez, mas mesmo para aqueles que não gostam daqueles existe uma saída: Lambruscos.

Lambrusco (uva italiana) da região de Emillia, levemente suave (quase seco). Vinícola Borgo Estense. 7,5% de teor alcóolico. Servido como sobremesa, mas cai muito bem para um "combate" antes do jantar...






Perfeito para este clima; leve, delicado, taninos controlados e pouco álcool. Existem dos mais secos aos mais suaves. Menos borbulhante que "Champagnes", e outros frisantes, este deixa um residual branco de espuma na borda taça após servido. Imagino que as mulheres acabem dando preferência a este vinho quando provarem, e acabem deixando a cerveja e outros drinks de lado...

Comprado no supermercado Imperatriz do Beira Mar Shopping, ótima qualidade x preço: R$ 14,90. Vale a pena, substitui a cerveja no Verão!


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