Wies Bier de fabricação própria. A cerveja artesanal alemã é mais estruturada, ela não fermenta após o consumo, algo que acontece com as nossas artesanais, causando um certo mal estar. Os alemães de lá são AINDA melhores que os daqui na fabricação de cerveja!


Sábado retornando da Alemanha para o Brasil fui apresentado ao restaurante-cervejaria Augustiner, obrigado Axel e Eliane! Que ótima cozinha e cerveja, apenas provando para se ter idéia.



Uma cerveja no terraço é sempre bem vinda, aqui o Sol aparece e todos correm para tomar uma cerveja sob o céu azul, mesmo com um vento frio!





A "nossa" comida Alemã servida aqui no sul é ligeiramente diferente, mas não menos saborosa! Tem de ser provado aqui na Augustiner o "joelho de porco", que é assado e tem uma casca crocante deliciosa. Na "nossa" comida Alemã o joelho é feito cozido...


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Irpinia, safra 2006. Vinho de origem controlada.





Um vinho com assinatura de Salvatore Molettieri, uma pessoa com uma marca. Sempre é condecorado com seus vinhos nas competições européias segundo os especialistas de Tutzing, na Bavária.

Ótima textura e suavidade para um vinho com 14% de álcool e safra 2006. O vinho é envelhecido por 18 meses na madeira e somente vendido em 2010! Custo de € 32,00 na Illy Bacaro Vino em Tutzing na Alemanha.


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Link para a Bacaro Vino >>

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Cerveja comprada em Tutzing, nao sei a procedencia correta!





Cerveja clara, 4,8% de alcool, e sem o gosto amargo do Lupulo, quem puder, beba! No hotel Zum Reschel Garni Hotel a € 4,50, otimo preco para um hotel!

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Malbec Argentino, sem o tradicional paladar da regiåo.





Textura simplória, mas mesmo assim sem percepcao de alcool, que fica nos 13%. Comprado no Imperatriz por R$ 13,90. Apenas para acompanhar refeicoes do dia a dia


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Vinho Sul Africano, uva Shiraz, safra 2005.



Um vinho encorpado, rubi intenso, buque forte, ideal para um combate! Acompanha bem queijos e salames por ser forte. Os 14% de álcool conferem rapidamente brilho nos olhos do degustador. Pelo menos isso, já que o vinho em si não é tão expressivo. R$ 29,00 no Imperatriz de Jurerê Internacional de Florianópolis.

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Vinho tinto de mesa, uva Carmenere, safra 2008. Vinho chileno de mesa.





Com 13% de álcool, é suave, marcante e para sua categoria. Um bom vinho para substituir o refrigerante nas refeições. Preço em torno de R$ 15,00 na rede Angeloni de Florianópolis.

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O vinho como produto biológico, como “ser vivo”, sofre alterações ao longo do tempo. Algumas são benéficas, outras não. Quando estas últimas ocorrem, originam  os chamados “defeitos dos vinhos”, ocasionados por problemas de conservação, no seu processo de elaboração, por  declínio natural ou até intrínsecos ao próprio produto.  Detectar uma dessas condições nem sempre é fácil, uma vez que, na grande maioria dos casos são problemas pontuais e afetam a integridade de uma única garrafa. Mais complexo e intrincado, no entanto, é identificar os “defeitos” do vinho. Reconhecê-los depende da sensibilidade, da capacidade de observação e, também, da experiência  de quem degusta. Os mais comuns defeitos descritos são expressos em aromas nem sempre agradáveis, e com maior índice de incidência são:



  1. Aromas herbáceos ou C6 – Também conhecidos como “aromas verdes” tem como descritores os aromas de folhas verdes picadas ou trituradas. É produzido durante a prensagem das uvas, quando são maceradas, também, folhas das videiras. Não traz danos a saúde.
  2. Aromas lácteos (leite iogurte) – Esses aromas expressam a existencia de problemas ligados a má fermentação, durante a elaboração do vinho.
  3. Aromas de Alho e cebola –  A presença desses aromas estão ligados a defeitos de redução nos vinhos ou a colheita das uvas feita com máquinasAromas Sulfurosos  Dependendo das alterações que sofra o SO2( utilizado, normalmente, como estabilizante e conservante do vinho) pode desenvolver o odor desagradável de ovo podre( o mais comum e mais conhecido), de couve flor ou de gás natural.  Um excesso deste composto conservante pode provocar dor de cabeça, alergia e sintomas gástricos.
  4. Aromas de estábulo ou Brettanomyces. Os aromas de estábulo, suor de cavalo, borracha queimada, couro  são produzidos por uma levedura de contaminação do gênero Brettanomyces. Sua origem ainda é uma incógnita e está associada, provavelmente, aos recipientes onde são armazenados os vinhos.  Para alguns enófilos, quando presente em pequena intensidade não deve ser considerado como defeito, mas como parte dos aromas de alguns vinhos tintos. Não se conhecem sintomas por seu consumo.
  5. Aroma de Vinagre ou Ácido acético – Basicamente o aroma é de vinagre – acido acético – um subproduto natural da fermentação Ocorre quando o vinho é guardado em barricas velhas com vários usos e limpeza inadequada. Ela se sobrepõe aos aromas primários, causa cheiro acre de vinagre, o vinho perde corpo e mostra sinais de oxidação.
  6. Aromas de papel úmido, madeira mofada – Originado pela presença de microorganismo do gêneroPenicillium frequentansorigina no vinho os aromas desagradáveis de madeira mofada, papel úmido e costumam contaminar a rolha e o vinho, causando os vinhos Bouchonné.
  7. Bouchonné – O vinho contaminado pelo Tricloroanisole, abreviadamente TCA,  um contaminante que afeta dezenas de milhões de garrafas, transmite ao vinho odor de mofo. O TCA origina-se do uso do cloro no processo de esterilização das rolhas. O TCA sufoca o aroma e sabores frutados do vinho e destrói qualquer semelhança de caráter varietal. Conhecido como bouchonné, o vinho com esses aromas  não tem recuperação.
  8. Maçã podre – Aroma encontrado em vinhos brancos oxidados ou em vinhos com uma segunda fermentação dificultosa.
  9. Pimentão verde – Nos vinhos de Cabernet Sauvignon pode representar colheita das uvas ainda não totalmente maduras.
  10. Putrefatos – Odores desagradavéis de carne em decomposição e putrefata são produzidos pelas amina volateis cadaverina e putrefacina, originadas durante a permanencia do vinho em barricas de carvalho já usadas e com má conservação e esterilização.
  11. Urina de Gato – Odor desagradável característico da casta branca Sauvignon Blanc, colhida ainda não madura, originando vinhos com aromas de urina de gato.

Sobre os defeitos dos vinhos, na verdade, o que pode ser dito é que à semelhança dos aromas, eles fazem parte dos misterios dos vinhos. E para conhece-los é necessário entender, que tanto no vinho como na vida, pode haver virtudes e defeitos. Cabe a cada um aceita-los ou não.



Extraído de Tribuna do Norte...

Outro argentino degustado no dia das Mães, parabéns a minha Mãe, Vovó Jacira, Dona Bete, Vó Wanda, Tia Telma, Tia Katia, Tia Lurdinga, Tia Wandinha, Zana e todas as outras Mães!




Este Malbec é bem suave, mesmo com 14,5% de álcool.

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Argentino Carbenet Sauvignon. Safra 2008. Da Bodega Domaine Vistalba.



Regiao de Mendoza. 14,5% de álcool. Muito interessante, ótimo custo qualidade. No supermercado Angeloni da Beira-Mar por R$ 16,90.

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Seja feita a justiça, não é a primeira vez que tomo este vinho, tão pouco será a última! De Los Man, um chileno de muita personalidade dentro de seu custo x qualidade. Já foram algumas vezes que deixo de documentar o De Los Man, mas agora vai!




De Los Man reservado. Safra 2007. Chile. Uva Carmenere.





Vale a pena! 12,5% de álcool. Acompanha muito bem carnes vermelhas

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Vinho tinto de mesa Português. Reguentos. Corte de uvas Aragonês, Trincadeira e Castelão. Um DOC da região de Alentejo.





Indicado para grelhados de carnes vermelhas. Pouco adstringente e pouca personalidade. O vinho apatenta estar quase passado. Safra 2007. 13% de teor alcóolico. R$ 17,90 no Imperatriz de Jurerê Internacional.

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Vinho de altitude catarinense ganha prêmio na ExpoVinis, em São Paulo


Produto premiado é de vinícola do município de Água Doce


Com apoio do Sebrae em Santa Catarina, nove empresas do setor de vinhos associadas à Associação Catarinense de Produtores de Vinhos Finos de Altitude (Acavitis) participaram da Expovinis Brasil 2010, de 27 a 29 de abril em São Paulo. O projeto Sebrae/Acavitis tem como objetivo principal a inserção dos vinhos catarinenses no competitivo mercado brasileiro de vinhos de qualidade. Nesta edição da Expovinis, a Villagio Grando, do município de Água Doce (Caçador), recebeu prêmio Top Ten como melhor vinho Chardonay da feira, safra 2008.
A Acavitis apresentou este ano na Expovinis 44 vinhos produzidos nas regiões elevadas de Santa Catarina. São vinhos espumantes, fortificados e tranqüilos, brancos, tintos e rosados; vinhos novos, de novas safras e novos produtores, que foram apresentados num amplo e confortável estande de 156 metros quadrados.
O superintendente do Sebrae em Santa Catarina, Guilherme Zigelli, lembra que a parceria entre a instituição e a Acavitis começou há três anos e reúne 28 produtores de vinho das regiões de São Joaquim, Caçador e Campos Novos. São 300 hectares de uva plantados em altitudes que variam de 900 a 1400 metros e empregam cerca de duas mil pessoas de forma direta.
— Hoje contamos com mais de 50 rótulos de vinhos tintos de altitude. Os vinhos são reconhecidos no mercado, o que confirma o sucesso da parceria — diz Zigelli, destacando que houve premiação para os vinhos catarinenses nas três últimas edições da Expovinis.
O principal diferencial dos vinhos de altitude produzidos em Santa Catarina é o maior tempo de amadurecimento da uva, que somado aos fatores solo e clima, torna a fruta mais doce. A expectativa para os próximos dois anos é positiva. A produção deve saltar das atuais 500 mil garrafas por ano para dois milhões, conforme estimativas da Acavitis.
Extraído do SEBRAE