Vinho tinto de Denominação de Origem Controlada, DOC, da região de Bairrada em Portugal. Produzem vinho desde o século X, é uma das regiões mais renomadas daquele país.






Vinho característico de Portugal com buque interessante, de madeira suave, e com taninos pouco expressivos, além disso sua coloração estava meio pálida; tons saindo do tinto, em direção ao marron. Na boca, o vinho não incomoda, não é adstringente, mas também não agrada muito. Safra de 2003, um vinho antigo, e que tem um preço muito baixo: R$ 11,50 a garrafa. Foi adquirido no supermercado Bráulio em Jurerê Tradicional em Florianópolis. Sei que possível estocagem problemática não é culpa do Braulinho, se ocorreu foi antes, afinal, o vinho é de 2003 e a garrafa estava em ótimas condições.
Não é indicado para um jantar ou almoço mais elaborado, com convidados... Difícil dizer se este problema é do vinho, ou se é da estocagem que transformou este DOC em um vinho sem graça, pálido e sem expressão.

Vale comprar outra garrafa e tirar a prova real. Estou devendo essa!

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DOC Italiano da região de Piemonte, produzido com as uvas Barbera, safra 2008, da Adega Toldo.




Um vinho jovem e leve. Para ser apreciado nas refeições do dia a dia, acompanhou bem uma Maminha gratinada. Baixo teor de álcool, 11,5%. Indicado pelo baixo custo e boa qualidade. Sirva como vinho de mesa! Comprado no Supermercado Angeloni da Beira Mar, Florianópolis. R$ 19,90 a garrafa.

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25 de Outubro, Dia Internacional do Macarrão. Tenham uma ótima refeição!





Prático termometro para vinhos. Apresenta uma faixa de temperatura juntamente com uma legenda indicando o vinho. Extremamemte fácil de usar, mas na escala faltam algumas uvas.







Por exemplo; a escala indica a temperatura do vinho e indica a faixa de temperatura. Neste Riesling Alemão, comprado em Gauting na Bavária, foi realizado o teste. Funciona, e pode ser mergulhado em água, uma vez que o display utiliza de acionamento químico.

Comprado no Supermercado Nacional do Floripa Shopping por R$ 19,90.

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Dado Bier, fundada em 1995 em Porto Alegre, POA para os íntimos, trouxe a onda das cervejas artesanais, e no arrasto o mercado de cervejas premium... Sorte nossa.



Degustamos, as duas cervejas, Belgian e Red no final do expediente de sexta. Primeiro a Red e depois a Belgian. Ambas muito boas; encorpadas, espuma abundante, lúpulo na medida certa. A diferença foi que a Belgian é muito mais forte no teor alcóolico e nos cereais torrados, 8,5% da Belgian contra 5,3% da Red.

Vale a degustação, boa pedida para os que apreciam cervejas de personalidade. Preço ao redor de R$ 4,50 nos supermercados de Florianópolis.

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(1) O 2000 está em evolução. É um vinho sublime, taninos firmes e finos, ótimo corpo. Delicioso.(2) O 02 precisa de tempo, taninos ainda um pouco secantes. (3) O 05 é saboroso e carnudo, com um nariz bem expressivo de fruta madura. (4) O 06 é um vinho ainda com taninos por amaciar, mas de grande elegância e equilíbrio. Muito bom. (5) O 07 é uma criança, precisa de tempo para ganhar a notável presença do 2000. Em todos surpreende a capacidade de serem bebidos agora, embora compense esperar. Ainda é cedo para tachá-los de os melhores argentinos, mas são grandes vinhos.
Não dá para fugir da piada. O Caro, vinho que reúne o talento e as iniciais de Catena Zapata e Rothschild (Lafite), é tão bom que não é caro. A joint venture franco-argentina fez dez anos e possibilitou uma vertical fenomenal. Num encontro recente com Estela Perinetti, a enóloga, ela explicou a grande liberdade que as duas importantes empresas permitem, o que é curioso dentro de estruturas tão gigantescas. O porcentual básico do vinho, conceitualmente, pelo menos, é 50-50, um peso idêntico para o que seria o lado francês (a Cabernet) e o platino (a Malbec), mas varia sutilmente conforme as safras de cada ano.
Fiquei encantado pela evolução do Caro 2000. Provado na época do lançamento, lembro de ter achado o vinho pesado e apenas um corte banal a mais, que não acrescentaria nada ao universo dos vinhos. Como estava enganado! Tinha raciocinado em termos sul-americanos, de vinhos para consumo imediato.
Para "ler" esse vinho, precisava pensar com uma cabeça mais próxima de Bordeaux. O Caro necessitava de tempo na garrafa e hoje, dez anos depois, está com fineza e elegância bordelesas e o raçudo espírito argentino. Além de ser um raro exemplo de vinho argentino que ganha complexidade com a passagem do tempo.
Lembrando dos excelentes Chardonnays que levam o nome Catena Zapata, perguntei se não haverá um Caro branco. Estela riu, disse que nem pensaram nisso. Uma pena.
Texto de Luiz Horta


Extraído de: Estadão Online


Vinho tinto da Castellani, com denominação de origem controlada e garantida, DOCG, da região de Toscana na Itália, que garante a denominação Chianti.





Degustação com aprendizado neste Chianti, vale a pena. Intenso sabor de frutas vermelhas, de verdade, sem frescuras ou liberdades literárias. Mais detalhes vão se apresentando nas próximas taças degustadas... A leveza da madeira, sem qualquer adstringência, rubi intenso e buquê muito interessante! Teor alcóolico de 12,5%, suave e delicado, uma ver aberta a garrafa, não guarde, aproveite até o final. Harmonizada com grelhado de bifes de maminha, arroz com azeitonas e salada.




Comprado no Angeloni da Beira-Mar de Florianópolis, preço irresistível de R$ 19,90. Por este preço é imbatível pela sua personalidade.


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O Vinho Morandé Pionero Pinot Noir é um chileno tinto fino seco, elaborado a partir de uvas Pinot Noir. Possui uma linda cor rubi. Ao degustar é possível sentir buquê de morangos, além de um sabor interessante e a madeira presente, porém de forma mediana. Tem graduação alcoólica de 14,5%. Chamado de "Vinho Pancada" pela comunidade Bebideria. É perfeito para acompanhar salames, presuntos e queijos. Comprado no Angeloni - Beira Mar por R$ 23,90.




Vinho tinto chileno da uva Syrah. Este Costa Pacífico é tradicionalmente encontrado em restaurantes de Florianópolis , nas mais diversas uvas, para ser degustado nas refeições. Aqui em casa foi degustado com um strognoffe de filé mignon.



Bom vinho, levemente ácido. É um típico vinho chileno, mas sem exageros de tons amadeirados comuns atualmente. Com 13,5% de álcool e safra 2009.

Comprado no supermercado Imperatriz do Beira-Mar Shopping de Florianópolis por R$ 23,70

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Um vinho tinto de denominação de origem controlada. Região de Montepulcciano na Itália.



Na degustação deste vinho uma decepção; sem buque, ácido, sem qualquer expressão. Não recomendo nem como vinho de mesa. Comprado no Big do Shopping Iguatemi de Floriańopolis por R$ 29,90 a garrafa.

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Carbenet Sauvignon safra 2008. Montes Alpha, da região de Colchagua no Chile. 


Um vinho suave e de grande personalidade mesmo com seus 14,5% de álcool. Acompanhou um peixe de rio doce, o Pirarucu, servido com "flores" de pupunha. Harmonizou perfeitamente bem um vez que o peixe tem extremo sabor devido a seus acompanhamentos e temperos; molho acre-doce com leve pimenta do reino e outras ervas finas.

Degustado no Dito e Dalva em São Paulo durante nossa participação no Metering Latin America em São Paulo.


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ATLANTA, EUA - No Bone's, a steakhouse mais admirada de Atlanta, com um salão revestido por painéis de carvalho e mesas forradas por toalhas brancas, os garçons vestidos impecavelmente agora recebem seus clientes para o jantar estendendo-lhes um iPad. O acessório vem carregado com a extensa carta de vinhos do restaurante, onde estão registradas descrições detalhadas e classificação de 1.350 rótulos. Uma vez familiarizados com o manuseio do equipamento, o que não costuma demorar, os clientes podem procurar o vinho que desejam por nome, região, tipo de uva e preço, conhecendo instantaneamente informações sobre o produtor e a vindima.
Desde que foi adotado em substituição à carta de vinhos tradicional, há cerca de dois meses, o iPad encantou a clientela no Bone's. Para surpresa dos donos, os pedidos de vinhos aumentaram da noite para o dia - em cerca de 11% nas primeiras duas semanas, comparado às três semanas anteriores.
Outros restaurantes que estão introduzindo as cartas de vinho no iPad, de Sydney a Londres, passando por Nova York e outras cidades, têm relatado resultados semelhantes. O acessório parece estar despertando mais interesse pela bebida e incentivando escolhas cada vez mais ousadas por parte dos clientes, que vêm se mostrando mais confiantes também em fazer seus pedidos, dizem, revolucionando a psicologia do momento considerado o mais constrangedor de um jantar.
- Foi como se tivessem me dado o gabarito de uma prova - compara Bradley D. Kendall, cliente regular do Bone's, que recentemente usou o iPad para escolher um cabernet franc Corté Riva 2005 por US$ 102, cerca de 25% além de sua faixa de preço habitual.
Kendall descreve-se a si mesmo com um "questionador do vinho". Já viajou de férias para o Napa Valley e para a Itália e tem uma adega em casa, mas não se lembra dos rótulos de todas as refeições. Sabe apenas o suficiente, ou talvez, pouco o suficiente, para suspeitar quando um garçom recomenda um rótulo que ele não conhece.
- Lá no fundo você fica imaginando: será que este é algum tipo de carro usado especial? Será que eles têm umas 200 garrafas deste?
Mas Kendall disse que as avaliações que encontrou no iPad - feitas pelo especialista Robert Parker - trazem credibilidade. Ele decidiu que o preço pago pelo cabernet franc se justifica pela nota dada por Parker ao vinho: 92 sobre 100.
- Encontrei uma garrafa de vinho que eu nunca havia experimentado, e foi maravilhoso - diz.
Alguns dos que já usaram os iPads preveem a extinção gradual da carta de vinhos revestida em couro, poupando resmas de papel a cada semana e ameaçando sommeliers.
- Se inventarem um que possa abrir uma garrafa de vinho, vou morrer de medo. Quando vi e conheci suas possibilidades, pensei: é o fim da tipografia - destaca Fred Dame, um dos 105 sommeliers masters dos Estados Unidos e presidente do Guild of Sommeliers Education Foundation.
As listas de vinhos interativas surgiram num círculo restrito de restaurante a partir de 2001, e há especialistas que vêm fazendo recomendações por aplicativos de smartphones. Mas o lançamento no início do ano do iPad da Apple, que se aproxima de uma carta de vinhos convencional em tamanho, forma e peso, acelerou subitamente a tendência.
A empresa Incentient, de Long Island (NY), que produz o software utilizado nas cartas de vinho para iPad, já recebeu encomendas de 40 restaurantes, nos últimos cinco meses, conta Jennifer Martucci, a vice-presidente para desenvolvimento de produtos, vendas e marketing da empresa. Donos de restaurante famosos, como Gordon Ramsay e Todd English, estão entre os pioneiros. Alguns restaurantes, incluindo Bone's e Naples Tomato, em Naples, na Flórida, desenvolveram seu próprio software.

- A escolha do vinho é uma tradição antiga. Mas chegou a hora de aprimorar esta experiência, adaptando a forma à qual estamos nos habituando a obter informação hoje em dia - diz Martucci.
Nem todos estão tão certos disso. Susan DeRose, coproprietária do Bone's, questiona se os iPads não vão despersonalizar a experiência da alta gastronomia:
- Fico imaginando se os homens vão ficar brincando com o iPad em vez de conversar à mesa. Penso que é muito importante que as pessoas socializem.
Bob Reno, sommelier veterano, conta que seus colegas de trabalho, de início, ficaram preocupados:
- Não queríamos ser substituídos. Tivemos que encontrar um jeito de trabalhar em conjunto.
Mas os garçons rapidamente passaram a apreciar a habilidade do iPad para monitorar e atualizar instantaneamente um estoque de 20 mil garrafas, e eles viram que os clientes ainda continuavam buscando um reforço na sugestão, particularmente na hora de harmonizar o vinho com a comida.
- Com a informação no iPad, eles parecem estar mais abertos a experimentações, pedindo diferentes varietais ou indo além de suas faixas de preço. Fico espantado, mas eles parecem confiar mais no dispositivo do que em mim, e estas são pessoas que eu venho atendendo há dez anos - comenta Reno.
Kevin J. Burns, que recentemente escolheu um vinho em um jantar de negócios no Bone's, conta que os 15 minutos que passou com o iPad o ajudaram a decidir entre diversos pinot noirs da mesma vinícola.
- É fabuloso poder entender não apenas os preços, mas também os sabores, a descrição e os comentários do produtor. A tecnologia permite que você faça muito mais com uma carta de vinhos hoje do que antes - avalia Burns.
Ao que Cindy A. Mannes, a seu lado, acrescenta:
- O iPad não tira o valor do sommelier, mas todos nós gostamos de tomar nossas próprias decisões.
Os garçons do Bone's já viram bebedores de cerveja e de drinques optarem por garrafas de vinho caras depois de passarem um certo tempo com um iPad. O mesmo aconteceu no South Gate, restaurante no Jumeirah Essex House em Nova York, que vem usando a carta de vinhos no iPad desde julho.
- É ótima forma de incentivar a venda do vinho em garrafa em vez da taça - observa Winfred van Workum, o diretor de Alimentos e Bebidas do hotel.
Richard T. Lewis, que abriu o Bone's com a sócia DeRose há 31 anos, disse que ficou surpreso que nenhum dos iPads foi danificado. O maior desafio tem sido tirá-los das mãos dos clientes.
- Ainda estamos preocupados em controlar a tecnologia sem deixar que ela te controle - pondera.

Kevin Sack, do New York Times
Naples Tomato: 14.700 Tamiami Trail. Naples, Flórida. www.naplestomato.com
South Gate: No Jumeirah Essex House. 154 Central Park South. Nova York. www.jumeirah.com
Extraído da Web O Globo >>