Muito interessante este artigo da IDEO - o maior escritório de design do mundo - que trabalhou para a Kendall-Jackson no desenvolvimento de um novo conceito de marca para vinhos, lá em 2005.

A equipe da IDEO, realizou o processo de "shadowing", sombra, em consumidores de vinhos na faixa de 20 a 30 anos em diversos supermercados e lojas especializadas. Da descoberta do padrão de consumo e desejo dos consumidores realizaram sessões de brainstorming para o desenvolvimento do novo conceito.

O resultado foi a primeira caixa de vinho high-end, o WINE BLOCK, onde o vinho é guardado em um saco de Mylar (plástico anti-oxidação desenvolvido pela DuPont em 1952), e o saco é acondicionado em uma caixa de papelão para rigidez do conjunto com uma válvula de saída (registro). Mas o grande resultado não-técnico é o melhor; um conjunto de bom design com uma grande jovialidade.

Este WINE BLOCK, segundo a IDEO, alavancou vendas e posicionou o vinho em um ótimo posto, quebrando paradigmas em rótulos de vinhos dito tradicionais demais... É informado que a marca se posicionou como a 4a posição na listagem de vinhos de 2005 nos EUA.

Extraído e adaptado de IDEO, WINE BLOCK >>



Bem, vamos iniciar as matérias da Lua de Mel... Começando pelo Malbec 2008 em uma cervejaria Argentina ?! Bem minha esposa adora os Malbecs fortes, escolha do vinho em homenagem a ela, Ká, selecionados o Finca la Linda.

Lugar agradável o Buller Brew Pub, cerveja fabricada lá, muito boa mesmo! Fui obrigado a pedir como entrada uma de cada, no final, acabei muito tonto, pois a seguir teríamos um Malbec para fechamento dos trabalhos!

Aqui estão as várias cervejas servidas pelo Pub; Light Larger, Hefeweissen, Honey Beer, Oktoberfest, India Pale Ale e Dry Stout. Pena que não temos no Brasil esta tradição, embora existam algumas cervejarias, ainda estamos engatinhando no quesito qualidade da bebida. Mandaram bem Los Hermanos!


Vamos ao vinho; Malbec safra 2008, região de Mendoza. Forte, encorpado, sem nenhum gosto de fundo do álcool. Caiu muito bem com aquele Bife de Chorizo. Para variar, com vinhos fortes a Ká se dá bem!

Mesmo com 14% de álcool, nada de gosto de fundo. E madeira muito bem controlada. Indico! No Brasil os preços são ao redor de R$ 39,00 a R$ 45,00 a garrafa.





Vinho tinto Portugues de mesa, da famosa vinícola Messias.



Interessante vinho de mesa para quem pode gastar um pouco mais no cotidiano...


Com cor rubi Intensa, lembrança de terra, como alguns portugueses, e toques frutados. Apenas 12% de teor alcóolico, muito leve, cai muito bem para um jantar. R$ 29,90 a garrafa, em Florianópolis.

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DOC Espanhol Tinto de Rioja, da reserva de 2005. Comprado na cidadezinha de Gauting na Alemanha, na Jacques Wein Depot, por apenas 13,00 Euros...





Este vinho é corte das uvas Tempranilo, Graciano e Mazuelo, com buque intenso, frutado e rico. A acidez é estremamente bem  controlada para um vinho envelhecido em carvalho francês e americano por 18 meses. Quem tiver oportunidade de comprar esta garrafa, compre. Não sei a que preço chegaria no Brasil, mas não imagino que seja vendida a menos de R$ 120,00. Excelente pedida, degustamos aqui em casa e recomendo.


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Quase verão em Florianópolis, hora de bebidas suaves: espumantes e frisantes.? Talvez, mas mesmo para aqueles que não gostam daqueles existe uma saída: Lambruscos.

Lambrusco (uva italiana) da região de Emillia, levemente suave (quase seco). Vinícola Borgo Estense. 7,5% de teor alcóolico. Servido como sobremesa, mas cai muito bem para um "combate" antes do jantar...






Perfeito para este clima; leve, delicado, taninos controlados e pouco álcool. Existem dos mais secos aos mais suaves. Menos borbulhante que "Champagnes", e outros frisantes, este deixa um residual branco de espuma na borda taça após servido. Imagino que as mulheres acabem dando preferência a este vinho quando provarem, e acabem deixando a cerveja e outros drinks de lado...

Comprado no supermercado Imperatriz do Beira Mar Shopping, ótima qualidade x preço: R$ 14,90. Vale a pena, substitui a cerveja no Verão!


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A francesa Alexandra Marnier Lapostolle, herdeira da lendária família que criou o licor Grand Marnier, reescreve a história de seu clã ao criar um vinho considerado o melhor de 2008. Detalhe: ele é chileno.

Alexandra Marnier Lapostolle
A FRANCESA ALEXANDRA MARNIER LAPOSTOLLE SE LEMBRA COMO SE fosse ontem do dia em que caminhou por um vinhedo, no vale do Colchagua, Chile, em 1993. Bisneta de Louis Alexander Marnier, criador do lendário licor Grand Marnier e da vinícola Château de Sancerre, no Vale do Loire, queria fazer história da mesma forma que seus antepassados e buscava o lugar perfeito para que isso se tornasse realidade. E foi ali, no Chile, do outro lado do Atlântico, que Alexandra, formada em economia, sentiu que isso seria possível. "Quando pisei naquele vinhedo percebi que era o lugar ideal, foi uma questão de feeling", conta Alexandra, que havia procurado terras por mais de dois anos. "De qualquer forma, chamei Michel Rolland para confirmar o que eu pressentia", explica. Rolland, um dos maiores e mais polêmicos enólogos do mundo, consultor de vinícolas espalhadas pela França, Itália, Estados Unidos e Argentina, acompanhou Alexandra na viagem. Ele caminhou pelos vinhedos, passou a mão no solo, checou as videiras com atenção e analisou a incidência do sol. No final, olhou para Alexandra e decretou: "Você tinha razão, esse lugar é perfeito." Era a senha que ela precisava para levar seu projeto adiante. Em 1994, depois de receber o aval da família, Alexandra criou a Casa Lapostolle, a primeira aposta da empresa fora da França. Mas somente no início de novembro, depois de US$ 20 milhões investidos e de uma década de safras, ela pôde sentir que, de fato, fez história. O Clos Apalta 2005, uma das estrelas da Lapostolle, foi o primeiro sul-americano eleito o vinho do ano pela revista americana Wine Spectator. "Ainda temos muito a fazer, muito a melhorar", disse Alexandra à DINHEIRO em sua recente visita ao Brasil.
Apesar de sua modéstia, encabeçar a lista da Wine Spectator é um feito e tanto. Para chegar nesse resultado, que leva em consideração as características da bebida, o preço e a disponibilidade da garrafa, os avaliadores da revista americana degustaram 19,5 mil vinhos. O Clos Apalta venceu os grandes ícones de Bordeaux e da Borgonha, derrubou os tintos italianos e passou a enxergar os americanos pelo retrovisor. "Mais do que elevar o nome da Casa Lapostolle, esse prêmio põe o Chile no mapa mundial do vinho", diz Ciro Lilla, dono da importadora Mistral, que traz os rótulos da vinícola ao Brasil. Pode parecer bobagem, há quem diga que é apenas mais um prêmio, mas ele influencia diretamente nas vendas da indústria. Na década de 90, por exemplo, um vinho australiano venceu pela primeira vez a lista da Wine Spectator. "Aquilo lançou a Austrália como grande país produtor e teve efeito brutal nas vendas", explica Lilla. Por aqui, o Clos Apalta 2005 custa US$ 179 a garrafa e, mesmo se alguém quiser comprar uma caixa, não poderá. Diante da procura e da quantidade reduzida que veio para o Brasil - somente 1.800 garrafas -, a importadora está limitando a compra em três unidades por pessoa.
Mas, afinal, o que torna o Clos Apalta 2005 tão especial? O primeiro fator é o solo onde são cultivadas as uvas e a idade das videiras. "Elas foram plantadas em 1920, há mais de 80 anos", diz Alexandra. "Isso faz com que haja menos uvas, porém são mais concentradas", explica José Luiz Borges, vice-presidente da Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo. Mais: fazem parte de mudas francesas de Bordeaux, levadas ao Chile antes da filoxera, praga que dizimou os vinhedos franceses no fim do século 19. Além disso, o vinho é supervisionado por Michel Rolland, que assinou um contrato de exclusividade com a Lapostolle no Chile, e é produzido por uma família francesa com mais de um século de tradição no mundo do vinho. "Tenho ótimos profissionais e vou ao Chile cinco vezes ao ano", diz ela, que vive na Suíça. A respeito do trabalho de Rolland, criticado por "pasteurizar" os vinhos que produz, Alexandra é enfática. "Os vinhos são diferentes. Não é porque uma pessoa é loira que ela é igual", compara. O Clos Apalta 2005 é um corte das uvas Carmenere (42%), Cabernet Sauvignon (28%), Merlot (26%) e Petit Verdot (4%). Alguns especialistas dizem que o vinho é o mais francês do Chile. "Não é francês e não é chileno, ele é único e representa Apalta", define Alexandra.


Nº EDIÇÃO: 583 | 03.DEZ - 10:00 | Atualizado em 09.02 - 22:58
Extraído de IstoÉdinheiro >>
Para acessar outra entrevista dela, em inglês, visite o Decanter.com >>



Malbec da região de Mendoza, Argentina. Safra 2009. Vinho que normalmente não faz feio, mas desta vez fez...



Harmonizado com picanha, não caiu bem. Buque simplório, cor violeta vinho opaca e sem vida. Taninos bem controlados, sem fundo de madeira com diz o rótulo... Deixou a desejar.

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A brasileira Wine se tornou, em apenas dois anos, a maior loja de vinhos pela internet da América Latina vendendo garrafas de marcas famosas com grandes descontos

Por Bruno Galo
Quem aprecia vinhos sabe que comprar boas garrafas não é tarefa fácil. É preciso conhecer o produtor e a qualidade da safra em determinados anos. Além disso, há todo um ritual para se degustar o precioso líquido, que precisa ser armazenado e transportado de forma adequada para que chegue com suas características originais até o consumidor. 

É neste restrito grupo de pessoas apaixonadas e exigentes que a Wine, loja online fundada pelo baiano Rogério Salume, em 2008, está obtendo resultados surpreendentes. Com apenas dois anos de vida, a empresa despacha mensalmente mais de 70 mil garrafas. Há um ano, eram 34 mil. As entregas são feitas no máximo em 48 horas para mais de 600 cidades. 

Rogério Salume, presidente da Wine

Em algumas delas, como Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, o comprador recebe as garrafas, que saem do distante depósito localizado em Palmas, capital do Tocantins, em até 24 horas, em razão dos incentivos fiscais concedidos às empresas de logística. 
 
O faturamento, de R$ 9 milhões em 2009, deve chegar a R$ 20 milhões neste ano. “A relação entre site e cliente pela web sempre foi muito fria. Conseguimos torná-la mais quente”, afirma Salume. Um dos segredos da Wine para conseguir isso foi investir na qualidade do atendimento e do serviço, inspirado em dois modelos consagrados internacionalmente: as lojas online de sapatos americana Zappos.
 
com e a de produtos de luxo inglesa Net-A-Porter. Da primeira, a Wine eliminou os roteiros das pessoas que trabalham no call center. Da segunda, adaptou as belas caixas pretas em que são entregues as encomendas. No caso da loja brasileira, elas foram projetadas especialmente para acondicionar vinhos.
 
Mas não foi só isso. Salume apostou na compra de grandes volumes de marcas consagradas, oferecidas aos consumidores com grandes descontos. Em outubro, a empresa adquiriu seis mil garrafas, por mais de R$ 1 milhão, do rótulo Almaviva Epu, da vinícola chilena Almaviva, joint venture da francesa Baron Philippe de Rothschild e da chilena Concha y Toro. 

Logística: centro de distribuição da Wine, em Palmas, Tocantins. Entregas de vinhos em até 48 horas

Vinhos da Robert Mondavi, um dos principais produtores da Califórnia, nos EUA, são vendidos com descontos de 40% em relação ao preço médio de mercado para quem se associa ao ClubeW. A adega do site conta com dois mil rótulos de países como Argentina, França, Chile, África do Sul, Austrália, Nova Zelândia, entre outros, que custam de R$ 20 a R$ 3 mil. As garrafas ficam armazenadas em uma área de 5 mil metros quadrados, sendo 2 mil deles climatizados. 
 
A Wine prepara agora a criação de uma rede social para os amantes de vinho. Desde o seu início, a empresa está presente no Twitter, Orkut e Facebook. Nestes espaços, os clientes podem tirar dúvidas, comentar sobre os vinhos que adquiriram e trocar informações sobre harmonizações. 
 
Salume prevê uma receita de R$ 70 milhões já para 2013, amparado na projeção de que o comércio eletrônico brasileiro vai faturar R$ 14,5 bilhões em 2010, um crescimento de 35%. O número de compradores online deve dar um salto de 17,6 milhões para 23 milhões. Outro ponto a favor da Wine é a tendência de especialização do e-commerce, com surgimento de operações de nicho. “Esse é um modelo que tem crescido no Brasil”, afirma Alexandre Umberti, analista da consultoria e-bit.

Nº EDIÇÃO: 684 | Mercado Digital | 12.NOV - 21:00 | Atualizado em 12.11 - 21:17




Chardonnay de 2008, da Finca Flichman, bom vinho Branco, equilibrado como todo Flichman.



Vinho branco da região de Mendoza na Argentina. Levemente frutado, pouca acidez e suave madeira. Vale a pena, valeu Marcel!

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Fenomenal este Cabernet Sauvignon Toro de Piedra, vinho forte, encorpado e com buque floral muito presente. Pense em flores e tente descobrir qual delas exala deste vinho. É um desafio muito prazeroso. Certamente este vinho ser conservado por mais alguns anos, e sofrer interessantes evoluções. Direto de Curico Valley no Chile.




Buque marcante de flores, rubi intenso e fundo madeirado, mas sem aniquilar o Cabernet Sauvignon. Teor alcóolico na medida e sem vestígios: 13%. Vale para quem procura um vinho mais "porrada", ótima alternativa aos tradicionais Casidelos Del Diablo e outros madeirados. Caiu muito bem com nossa Pasta de Sábado, não foi Pessetti? Ficou vivo?

Custou R$ 39,90 no Supermercado Hippo próximo à praça dos Bombeiros. Pode ser encontrado também no supermercado Nacional do Floripa Shopping por R$ 36.00 a garrafa.

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Alandra Branco, seco de mesa. Enfarrafado pelo Esporão.



Vinho frutado, sedoso de sensações levemente cítricas. 12,5% de teor alcóolico. Boa pedida Ernani!

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Vinho branco seco da uva Pinot Grigio ou Pinot Gris, produzido na região de Santa Rosa, 101 norte de São Francisco na Califórnia, EUA.



Branco, sedoso e muito frutado. Acompanhou bem um "Camarão a Rabiata", servir bem gelado, safra 2007, 13% de álcool.

Serviu de entrada para o jantar, boa pedida Marcel!

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Vinho Rosé da uva Malbec, argentino. Forte como dita a uva, mas muito requintado no paladar.



Leve no paladar, mas forte no teor alcóolico, 13,9%. Caiu muito bem como entrada das festividades. Preço muito bom no supermercado Hippo, R$ 36,98 (prox praça dos Bombeiros).

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Um DOC branco italiano. Muito interessante e honesto: para aproveitar em um dia quente.






Levemente frutado, mas ainda um bom vinho branco de mesa. Comprado no Angeloni. Valeu Pessetti!

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Apenas para empresas, dia 24 de Novembro.


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Vinho Portugues da região de Alentejano. Herdade das Albernoas. Corte das uvas Aragones (60%), Trincadeira (20%) e Castelão (20%).



Tradicionalmente de cor Rubi, mas levemente madeira, com buque de frutas vermelhas, não muito acentuado. Safra 2008, teor alcóolico de 14%. R$ 31,68 no supermercado Hippo do Centro de Florianópolis (prox Praça do Bombeiros)



Caiu muito bem após uma corrida. Encontramos, eu e minha esposa, o meu Sogrão Átila Ramos, e preparei uma Alcatra Suína para este vinho. A carne foi pré cozida em bifes grossos com conhaque e posteriormente grelhados. Harmonizou bem, com um pouco de briga, mas tudo bem, o importante foi o encontro e depois do jantar ouvir uns Bebops!


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Designer e Empresário criam produto inovador: Bolsa com um excelente corte de vinho branco. Sofia Blomberg e Takis Soldatos deixaram a imprensa internacional agitada neste "casamento" perfeito.

A bolsa foi premiada pelo Pentawards 2010 na categoria Ouro. O vinho, segundo especialistas, é peculiar por ser um corte Chardonnay e Viognier (uvas francesas), produzidas por uma nova produtora do norte europeu.



No site da designer é possível ver um trabalho sofisticado e de alta qualidade. Diversos rótulos, marcas e materiais gráficos de alto padrão coabitam um portifólio de muito bom gosto. Só resta que a bolsa seja comercializada em escala mundial, e este vinho chegue ao Brasil com preço competitivo. Quem sabe minha esposa não ganha um presente, e eu também?


Link: Serious About Wine
Link: Nordic Sea Winery

Vinho branco da uva Riesling, safra 2009 da região de Rheinhessen. Famosa por bons vinhos brancos, que são a tradição da vinicultura Alemã. Diferente dos primeiros vinhos "qualitätswein" que vieram para o Brasil (as famigeradas garrafas azuis), este é muito interessante; vinho seco, levemente ácido e deve ser servido bem gelado.


Comprado na Alemanha em Gauting, por $ 12,00 Euros. Quem puder trazer na bagagem, aproveite a chance. Este foi outro vinho que o Axel e a Eliane me ajudaram a encontrar, valeu amigos!

Outra matéria: A adega Jacques Wein Depot, vejam o vídeo desta excelente loja alemã...

Dica: Termômetro para vinhos...



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Um dos melhores vinhos que tomei até o momento. Vamos começar contando onde este belo exemplar foi degustado. Estava com minha namorada Vanessa em São Paulo para ver o GP Brasil 2010 de Fórmula 1 e resolvi leva-la ao Dalva e Dito, restaurante do renomado chef de cozinha Alex Atala. Ela gosta de vinhos mais suaves. Escolhi com um CARTAGENA Pinot Noir com safra de 2007.

Fiquei impressionado com o buque deste vinho. Nunca havia sentido tamanho frescor ao se abrir uma garrafa. E não é balela literária, realmente pude sentir todo o seu aroma. Possui um rubi escuro, aromas intensos, frutados com muito frescor. Bastante suave e delicado, um Pinot Noir de qualidade.

O vinho foi harmonizado com um galeto de televisão e risoto caseiro, corado e macio para a Vanessa e um suave bacalhau assado com mini legumes, ovo caipira, azeitona, azeite e alecrim para mim.

Vinho Tinto, Chileno, Produzido por Casa Marin da Região de San Antonio. Graduação Alcoólica de 15% (excelente para deixar a namorada corada).

Valor pago no restaurante: R$ 125,00, mas a média no mercado é de R$ 70,00.

Fica a recomendação do Restaurante Dalva e Dito do Alex Atala, em São Paulo - SP: http://www.dalvaedito.com.br/

Por: André Luís Pessetti

Unica coisa que me chamou a atenção neste vinho foi a cor, um rubi intenso. De resto serve para vinagre ou para fazer um risoto, de acordo com meu paladar, é claro. Vinho extremamente adstringente, aguado, sem bouque e com álcool residual fortemente presente. Certamente foi mal feito e enviado para o Brasil por preço de banana. Elaborado com as uvas corvina, molinara e rondinella da região de Veneto na Itália. 11.5% de álcool. Safra de 2009. Comprado no Angeloni por R$ 16.70. Na europa custa 4 euros...

Vinho branco seco italiano de donominação de origem controlada, DOC, Frascati da região de Lazio, como cita no rótulo, na Via Romana.



Excelente vinho para acompanhar um Lombinho de Porco. Servir em torno de 12oC, caiu muito bem como uma alternativa em uma noite quente de primavera. Sabor suave, baixo álcool residual, fundo de maçãs verdes e madeiras.



Comprado no supermercado Angeloni da Beira Mar de Florianópolis. R$ 29,90 a garrafa.

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Carbenet Sauvignon, safra 2007, envelhecido em carvalho, região da Patagônia Argentina.



Qualidade com preço acessível. Envelhecido em tonéis de carvalho francês e americano por 6 meses, respectivamente 70% e 30%, do tempo. Diferente de outros vinhos do novo mundo, que quando envelhecem em carvalho perdem seu sabor, cedendo espaço apenas à madeira e a adstringência, este mantêm o sabor da uva, e mesmo com 14% de álcool, é leve. Cor viva de rubi e buquê modesto.

Indico para um jantar mais elaborado ou Combate com estilo e baixo custo. R$ 29,00 no Big do Iguatemi de Florianópolis.

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