A sustentabilidade chegou no vinho, inventaram uma embalagem de papelão com plástico? Será que a onda pega? Você compraria um vinho em uma garrafa de papel?

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Só para variar, como em todos os verões, os preços inflacionam-se como que por mágica em Florianópolis! Um barril caseiro de 5L de Heineken que custava R$ 49,90 há algumas semanas já atingiu R$ 61,49! E o pior, é que no Inverno encontravamos em promoção por até R$ 39,90!

Como dizem os manezinhos, tais tolo?

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Simplesmente um espetacular Carmenere Chileno de R$ 16,00. Imbatível nessa qualidade e preço, amadeirado, sedoso e taninos muito suaves de fundo. E sem esquecer as notas de frutas vermelhas.

Um grande achado, meu preferido para "combate" em 2011. Oriundo do Vale Maue, safra 2010.


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Um Tannat para iniciantes, mais suave, menos teor alcóolico e ainda com as características peculiares dos tradicionais Tannats "combates" Uruguaios.

Leves taninos, sutil madeira de fundo, incipientes frutas vermelhas. 13,6% de álcool. Preço de R$ 25,58 em Floripa, custo um pouco salgado pelo que entrega.

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Com o aumento da qualidade dos vinhos nacionais, o resultado logo apareceu. O ano de 2011 gerou um crescimento de 30% neste mercado, em relação ao ano anterior, permitindo inserir o Brasil ainda mais na lista de grandes produtores e grandes vinhos. De acordo com a Wine of Brasil, estas exportações chegam próximas a US$ 3 milhões, ampliando também para 31 mercados atendidos com o produto brazuca.
Devido ao planejamento de 2009, o aumento de oito novos mercados foi possível. Realizamos neste ano 41 ações promocionais do produto nacioanal, dentro e fora do país, afirmou a gerente de Promoção Comercial do Wine of Brasil (Wob), Andreia Gentilini Mila.
Incrementando este aumento, dois novos produtores também entraram para a lista de exportadores: Basso e Don Giovanni. Dentre os exportadores, a Miolo se destacou, elevando para 38,5% suas exportações e esteve presente em 21 países. Seguinda de perto, a Miolo tem as vinícolas Aurora, Casa Valduga, Lídio Carraro e Salton. O produto nacional tem se destacado principalmente na linha premium, tendo como principal comprador a Holanda.
Vamos esperar que eventos como a Copa do Mundo e Olimpíadas promovam ainda mais o país e desta forma que o vinho nacional continue, ano a ano, superando suas marcas.

Fonte: Netmarinha