Um Julio Verne engarrafado! Este Bordeaux Supérieur do Château Queyret Pouillac, reserva particular safra 2005, faz lembrar o livro A Viagem ao Centro da Terra, claro, com menos pretensão os franceses desta vinícola acertaram uma viagem ao centro da garrafa! Cada taça é um novo desafio ao paladar. Complexo, acentuado e muito, muito bom!

O buque lembra Rosas e flores discretas, traz taninos fortes mas sob controle, um carvalho presente com boa adstringencia e certa acidez residual. Frutas escuras e vermelhas preenchem o fundo do paladar. Um pouco acima do tradicional teor alcoólico da França em Bordeaux: 13,5%. O que na minha opinião é ótimo. Vale a garrafa, vale a aventura e certamente uma leitura de Júlio Verne cairia bem com este vinho.

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Para quem vai aproveitar o carnaval para dar uma saídinha para fora do país, tem a oportunidade de buscar novos rótulos, e muitos ainda não encontrados no Brasil. Dependendo do lugar, terá a oportunidade de comprar diretamente dos produtores ou no país de origem.

Para ajudar a quem procura por estas novas experiências a preços acessíveis (abaixo de U$20), segue abaixo uma lista de alguns rótulos tintos, de variados países, os quais possuem pontuação a partir de 90. Estas pontuações foram dadas pelas publicações mais especializadas no mundo.

Para quem encontrar algum deles no Brasil, poste para nós e exponha sua experiência.

Bom carnaval e bons vinhos!

CHILENOS
William Cole Columbine Special Reserve Pinot Noir 2007 – 90 pts
Veramonte Ritual Pinot Noir 2008 - 91 pts
Montes Alpha Series Syrah 2008 - 91 pts
Pargua Pargua II 2006 - 91pts
Terranoble Reserva Sauvignon Blanc 2009 - 91pts
Errazuriz Single Vineyard Syrah 2007 - 91pts
Errazuriz Single Vineyard Cabernet Sauvignon 2008 – 90pts
La Playa Axel Carmenere 2007 - 91pts
Veramonte Primus 2006 - 90pts
Casa Lapostolle Cuvee Alexandre Merlot 2006 – 90pts
MontGras Antu Ninquen Syrah 2007 - 90pts
BenMarco Malbec 2008 - 90pts
Maquis Lien 2006 – 90pts
Falernia Syrah Reserva 200a7 - 90pts
Casa Lapostolle Cuvee Alexandre Merlot 2006 - 90pts
Veramonte Ritual Pinot Noir 2008 - 90pts


ARGENTINA
Michel Torino Don David Malbec Reserve 2008 - 90pts
Lunta Malbec 2008 - 90pts
Bodegas Nieto Senetiner Don Nicanor Blend 2007- 90pts
Dona Paula Estate Malbec 2009 - 90pts
La Posta Cocina 2008 - 90pts
Alta Vista Atemporal Blend 2007- 90pts
Altocedro Ano Cero Tempranillo 2009 - 90pts
Durigutti Malbec 2008-90pts
Crios de Susana Balbo Cabernet Sauvignon 2009 - 90pts
Durigutti Malbec 2008 - 90pts
Tilia Cabernet Sauvignon 2009 - 91pts
Belasco de Baquedano AR Guentota Malbec 2007 - 91pts
Zuccardi Q Malbec 2008 – 91pts
Tikal Patriota 2008 - 92pts
Vina Cobos El Felino Malbec 2009 – 92pts
Pascual Toso Malbec Reserve 2008 – 91pts
Manos Negras Torrontes 2009 – 91 pts
Bodega TuKma Malbec Reserva 2008 – 91pts
Punto Final Malbec Reserva 2007 – 91pts
Susana Balbo Cabernet Sauvignon 2008 – 91pts

AUSTRALIANOS
Yering Station Shiraz Viognier 2006 – 95 pts
Schild Estate Shiraz 2008 – 94 pts
Mount Langi Ghiran Cliff Edge Shiraz 2006 – 94 pts
Yering Station Pinot Noir 2007 – 94 pts
Penfolds Bin 128 Coonawarra Shiraz 2007 – 93 pts
Kilikanoon Killermans Run Shiraz 2007 – 93 pts
d'Arenberg High Trellis Cabernet Sauvignon 2008 – 93 pts
Yalumba Barossa Patchwork Shiraz 2008 – 93 pts
Hay Shed Hill Shiraz 2007 – 92 pts
d'Arenberg d'Arrys Original Shiraz/Grenache 2007 – 92 pts
Mitolo The Jester Shiraz 2007 – 91 pts
Peter Lehmann Shiraz 2008 – 91 pts
Mount Langi Ghiran Billi Billi Shiraz 2005 – 91 pts
Angove's McLaren Vale Vineyard Select Shiraz 2005 – 91 pts
Earthworks Shiraz 2008 – 91 pts
Hay Shed Hill Cabernet Sauvignon 2008 – 91 pts
Fetish The Watcher Shiraz 2008 - 91 pts
Angove's McLaren Vale Vineyard Select Shiraz 2008 - 91 pts
Fireblock Old Vine Grenache 2005 – 91 pts
Mitolo The Jester Cabernet Sauvignon 2007 - 90 pts
Evans Wine Company Nine Stones McLaren Vale Shiraz 2007-90 pts
Langmeil Hangin Snakes Shiraz/Viognier 2008 - 90 pts
Annie's Lane Shiraz 2006 - 90 pts
Pillar Box Padthaway Reserve Red 2008 - 90 pts
d'Arenberg Stump Jump Shiraz 2008 - 90 pts
The Winner's Tank Shiraz 2007 - 90 pts
Robert Oatley Mudgee Shiraz 2007 - 90 pts
Yalumba The Scribbler 2007 - 90 pts
Evans Wine Company Hilltops Nine Stones Shiraz 2008 - 90 pts
Black Chook Shiraz-Viognier 2008 - 90 pts
d'Arenberg Footbolt Shiraz 2008 - 90 pts
Jim Barry The Lodge Hill Shiraz 2008 - 90 pts
Razor's Edge Shiraz 2008 - 90 pts
West Cape Howe Two Steps Shiraz-Viognier 2006
Penley Estate Hyland Shiraz 2007
Evans Wine Company Nine Stones Barossa Shiraz 2008 - 90 pts
Peter Lehmann Cabernet Sauvignon 2006 - 90 pts
Steve Hoff Barossa Shiraz 2005 - 90 pts
Yering Station Little Yering Pinot Noir 2008 - 90 pts
Penley Estate Condor Shiraz Cabernet 2006 - 90 pts
Taltarni Pyrenees Shiraz 2004 - 90 pts
Peter Lehmann Layers Red 2008 - 90 pts
Domaine Terlato & Chapoutier Shiraz-Viognier 2008 - 90 pts
Penley Estate Phoenix Cabernet Sauvignon 2008 - 90 pts
Jim Barry Cover Drive Cabernet Sauvignon 2008 - 90 pts
Taltarni Three Monks Cabernet Merlot 2006 - 90 pts
Yalumba Bushvine Grenache 2008 - 90 pts

CALIFORNIANOS
MacRostie Pinot Noir 2007 – 93pts
Au Bon Climat Santa Barbara Pinot Noir 2008 - 92pts
Whitehall Lane Merlot 2006 – 92 pts
BearBoat Syrah 2007 91 – pts
Rodney Strong Estate Pinot Noir 2009 – 91 pts
Geyser Peak Walking Tree Vineyard Cab. Sauvignon 2006 – 91 pts
Paul Dolan Vineyards Pinot Noir 2007 - 91 pts
Terra d'Oro Sangiovese 2007 - 90pts
Hook and Ladder Pinot Noir 2008 – 90pts
Artesa Elements Red 2006 – 90 pts
Four Vines Zinfandel The Maverick 2008 – 90pts
Alexander Valley Vineyards Syrah 2007 – 90pts
Pessagno Winery Central Avenue Pinot Noir 2007 – 90pts
Concannon Conservancy Petite Sirah 2007 – 90pts
Castle Rock Lake County Reserve Petite Sirah 2007 – 90pts
Robert Mondavi Napa Valley Cabernet Sauvignon 2007 – 90pts
Napa Cellars Merlot 2007 – 90pts
Pedroncelli Bench Vineyards Merlot Dry Creek Valley 2008-90pts
Lake Sonoma Alexander Valley Cabernet Sauvignon 200–90pts
Artezin Dry Creek Zinfandel 2006 - 90pts
Bonterra Organically Grown Cabernet Sauvignon 2008 - 90pts
Robert Mondavi Napa Valley Cabernet Sauvignon 2007 – 90 pts


PUBLICACOES CLASSIFICADORAS
Wine Spectator
The Wine Advocate
James Halliday
International Wine Cellar
Wine & Spirits
Wine Enthusiast
Tudo se inicou na França, que lançou a termogênese - técnica que consiste em aplicar em todo o corpo, vinho quente misturado a outras substâncias. Uma fonte térmica externa obriga o organismo a aquecer internamente para se harmonizar com o exterior e dizem que esse processo acaba queimando as gordurinhas e reduzindo medidas.

A polpa da uva fresca de Sauvignon e Merlot é utilizada em massagens de relaxamento. Já a massagem com vinho Cabernet remove da pele as células mortas e a aplicação de um vinho gran reserva dá vitalidade à pele. Também são feitas máscaras com casca de uvas tintas e óleo de semente de uva para reduzir as rugas e a hidromassagem com extrato de uvas e algas marinhas para estimular a circulação.

A vinhoterapia se baseia nos benefícios dos polifenóis, substâncias presentes na casca da uva e que são 10 mil vezes mais eficazes que a vitamina E, podendo reduzir em até 85% os famosos radicais livres causadores de rugas. Os polifenóis são antioxidantes que também hidratam e revitalizam a pele, removem células mortas, deslocam placas de gordura e aceleram o emagrecimento.

Vão de cremes à base de uvas malbec a perfumes elaborados com champagne. A vinhoterapia previne o envelhecimento das células, hidrata a pele e tonifica os músculos.

A diversas clínicas estéticas já oferecem vários tratamentos á base de uvas. Uma das técnicas mais procuradas é o banho de ofurô . Meia hora antes é feita uma esfoliação. O banho dura trinta minutos e logo após a saída, a pele já sente os benefícios.

Outro tratamento que usa a vinhoterapia como base são as massagens com cremes à base de uvas, que combatem e previnem o envelhecimento e dão mais firmeza a pele.

Cada uva contém vitaminas A,C e várias do complexo B, que retarda o envelhecimento, elimina toxinas e ajuda na regeneração do fígado -, ferro - que serve para evitar a anemia - tartaratos e sulfato de potássio, que faz bem para os rins.

Alguns especialistas vão mais longe e afirmam que as propriedades da uva ajudam a estabilizar as fibras sobre as artérias e reduzem o risco de câncer.

Mais informações >>
Tenho um vizinho que é espanhol da gema. Cara gente boa mesmo. E como todo bom espanhol, o consumo do vinho está no dia-a-dia, sempre acompanhado de boas tapas.

Pois então, o Fernando retornou de Madrid após uma semana de muito trabalho, segundo ele, com a bagagem carregada de bons vinhos e boas comidas. Fomos conferir e, para ajudá-lo nesta difícil tarefa, eu e minha mulher fomos destacados por ele e sua esposa Eline a iniciar a operação "desmancha mala".

Vamos aos fatos. Fernando nos apresentou um rótulo nesta noite: Altos de Tamaron, Crianza 2007, da região de Ribera del Duero.
Uma das grandes regiões de denominação espanholas, porém pouco conhecida e divulgada.

Para acompanhar esta fascinante viagem a esta região espanhola, ele ainda nos deliciou com um legítimo queijo branco semi-curado e o tradicional jamón pata negra. Todos vindos direto de Madrid.

Vale saber mais a respeito desta região da Espanha.

Ribera del Duero é uma região produtora qualitativamente importante, situada num planalto ao norte de Madrid, em Castilla-Leon, disputando hoje a hegemonia dos vinhos tintos espanhóis com a região da Rioja. Esta região se estende através do largo vale do rio Duero,conhecido como Douro em Portugal, a leste da cidade de Valladolid.


O título de DO - Denominación de Origen veio apenas em 1982. Mas as Bodegas Vega-Sicilia, na margem oeste da apelação, tem produzido um dos melhores vinhos espanhóis desde o último século. Por cem anos ou mais a Vega-Sicilia permaneceu sozinha nas margens do Duero.
O potencial da região foi reconhecido por Alejandro Fernandez, que teve papel destacado no considerável desenvolvimento alcançado durante a década de 1980, produzindo vinhos ao estilo internacional, de cor profunda, com grande concentração de frutas maduras e taninos, diferentes dos vinhos da Rioja.
Com o sucesso de seu vinho Pesquera, Alejandro estimulou outros produtores da região, que anteriormente vendiam suas uvas para para cooperativas, a vinificar e vender seus próprios vinhos, dando origem a uma nova e promissora região produtora de vinhos finos.

Altos de Tamaron, Crianza 2007, da região de Ribera del Duero.

Ao abrirmos a garrafa já foi possível perceber que os aromas tomaram conta do ambiente. Vinho com um floral marcante. No copo, apresentou-se com cor graná intensa e espessa e, a medida que o vinho respirava e se aproximava da temperatura ideial, percebeu-se odores amaderados intensos, com chocolate e castanhas tostadas.


Na boca, um vinho estruturado, com taninos marcantes. Foi possível perceber como este espanhol é diferenciado. A acidez, normalmente distante dos vinhos deste país, apresentou-se, harmonizando perfeitamente com as tapas.

Muito bom mesmo. Indico.
Não localizei, em pesquisa pela internet, este vinho no Brasil. Quem tiver por lá, vale a pena buscar o rótulo. Por volta de 10 euros nos supermercados de Madrid.

Boa semana e bons vinhos!!

Fonte: http://www.abs-sp.com.br




Supreendente escolha da minha esposa: a Ká viu minha indecisão em frente aos portugueses e pegou esta especiaria E foi assim às cegas que "descobrimos" este vinho Português da região de Setúbal / Terras do Sado.

Aliança Tagra - Terroar elegante, aromas de especiarias como nos-moscada e fundos amadeirados. Constam também frutas vermelhas, e leve toque adocicado. Interessante oleosidade mesmo com baixo teor alcóolico 12,5%. Safra 2007, comprado por R$ 20,00 no Supermercado Angeloni em Florianópolis.

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O vinho não tem hora, mas as melhores importadoras têm. Quem nunca recebeu a incumbência de última hora de levar um "vinhozinho gostoso de preço bom para um jantar"? Ou não esqueceu de providenciar as garrafas para tomar na casa de amigos? Tudo fechado, os catálogos lindos sobre a mesa, mas com entrega só para a semana que vem, e o compromisso lá, esperando. Ainda não estamos acostumados, como os ingleses, a comprar vinhos no supermercado, sem sentir vergonha.


Jancis Robinson, a principal crítica de vinhos do mundo, autointitula-se uma penny saver, ou, em bom português, pão-duro mesmo. Com uma adega pessoal lotada de todas as melhores safras de Bordeaux e Borgonha, ela não tem problema algum em comprar os melhores vinhos baratos que encontra nos mercados londrinos, e os recomenda no seu site. O bom bebedor de vinhos sabe que vinho bom é o gostoso que atende à necessidade do momento. O bebedor equivocado, ao contrário, coleciona rótulos para exibir aos amigos.

Sem preconceitos, o Paladar foi aos principais supermercados da cidade, com seus corredores intermináveis cheios de vinhos. Impressiona a oferta de todos os países, impensável duas décadas atrás (veja comentário abaixo sobre os clássicos de todos os tempos), o que aumenta a sensação de desorientação labiríntica e a necessidade de alguma indicação. Foram quatro dias praticamente escaneando prateleiras e conversando com atendentes. A primeira surpresa, além dos inúmeros rótulos desconhecidos, foi a boa climatização dos ambientes, em geral refrescados adequadamente.

Outra, não há mais luzes potentes e quentes dirigidas aos vinhos, coisa que os destruía com facilidade - o que já comprei de vinho cozido por calor vindo de cima e uma muralha de ovos de Páscoa na frente abafando ainda mais as garrafas... Melhoraram conservação e exposição, é uma alegria ver isso.

Caso a demanda inclua algum equipamento básico, o quadro também melhorou. A oferta de taças triplicou, longe do copinho grosso de vidro. Há qualidade e formatos variados. Consegui algumas de vidro fino bem corretas. Os saca-rolhas que abrem os braços, aqueles estilo polichinelo, grandes quebradores de rolhas que eram, estão sumindo. Predomina hoje o de garçom francês, em três estágios, bom, barato e prático (além de portátil). Mas quem quiser um mais sofisticado encontra uma boa versão do rabbitt.


Nas tardes do fim de semana ou numa madrugada de sede simples, que não justifique desarrolhar aquele Vega Sicilia guardadinho nas profundezas da cave climatizada, já é possível suprir a emergência vinícola com líquidos corretos no supermercado.


Pequeno Manual de emergências vinícolas


  1. Atenção à temperatura: Evite os vinhos expostos ao calor. Altas temperaturas são terríveis, porque cozinham o vinho e muitas vezes estufam a rolha, permitindo a entrada de ar e a oxidação da bebida
  2. Cuidado com a luz: Evite os vinhos expostos ao excesso de luz, o que acelera o processo de oxidação da bebida
  3. Nada de vinhos caros: Rótulos de mais de R$ 120 não são para o dia a dia e é melhor comprá-los nas importadoras. Ignore esse mandamento se estiver na Europa: mercados ingleses, franceses e espanhóis têm grandes rótulos à venda e geralmente a bons preços
  4. Observe a cápsula: Se estiver estufada ou com vazamento é um péssimo sinal, geralmente prova de que o vinho foi exposto ao calor
  5. Tampa de rosca não é defeitoNão tenha preconceito com a screwcap, a tampa de rosca: ela não é indicação de vinhos piores. Há grandes produtores usando o novo fechamento em vez de rolha
  6. Não tenha medo de errar: Ouse, compre vinhos que não conhece. Se o vinho não agradar, será só uma garrafa, mas se cair no seu amor, você terá ganho um novo rótulo para variar
  7. Peça ajuda: Os grandes supermercados costumam ter entusiasmados vendedores, que vão saber orientar você e tirar suas dúvidas
  8. Desconfie de ofertas muito sedutoras: Se o preço for baixo demais, compre só uma garrafa e prove. Se o vinho valer a pena, volte e compre mais
  9. Fique atento à idade: Certos tipos de vinhos e uvas não aguentam muito, desconfie das garrafas com mais de 5 anos na prateleira do supermercado.
  10. Não beba rótulos: Há deliciosos produtos em todas as faixas de preço e para todas as ocasiões. Não tenha vergonha de provar vinhos mais baratos

Extraído do Estadão;
Fotos: Gustavo Jota
Texto de Luiz Horta.

Testes de laboratório realizados pelos americanos comprovam que o “resveratrol”, componente orgânico presente no vinho tinto, dobra o efeito do remédio à base de “rapamycin” utilizado no tratamento contra o Câncer de Mama.

Dra. Charis Eng - Cleveland Clinic

A questão é que o rapamycin muitas vezes é combatido pelas células cancerosas, e que o componente orgânico presente no vinho tinto otimiza a função do remédio, ao menos em testes realizados em laboratório segundo a Dra. Charis Eng, que conduziu o experimento na Cleveland Clinic no estado de Ohio nos EUA.

Segundo Charis se os mesmos resultados forem obtidos em exames clínicos o vinho, ou mesmo o amendoim deveriam ser levados à sério como auxiliares na alimentação dos pacientes de câncer mama. O amendoim contém mais resveratrol que o vinho tinto.

Cleveland Clinic - extraído de clevescene.com


Endereço:
Cleveland Clinic Main Campus
Mail Code NE5 
9500 Euclid Avenue
Cleveland, OH 44195

Contato (EUA):
(216) 445-5686 (agendamentos com a Dra.)

Referência da pesquisa:
Xin He, Yu Wang, Jinhong Zhu, Mohammed Orloff, Charis Eng. Resveratrol enhances the anti-tumor activity of the mTOR inhibitor rapamycin in multiple breast cancer cell lines mainly by suppressing rapamycin-induced AKT signaling. Cancer Letters, 2011; 301 (2): 168 DOI: 

A alguns dias atrás comentei também a respeito do vinho argentino Balbi, que tinha tomado.
Encontrei na mesma Distribuidora o Reserva dele, Cabernet Sauvignon, 2000.

Tive que comprar para ver.


Realmente foi tiro certo. Excepcional vinho, totalmente pronto, preparado. Muito equilibrado, com taninos justos, sem excessos. Bem perfumado e frutado. Possível perceber ao fundo um toque de gengibre e romã. Aromas de margarida e copos-de-leite são fartos. Em companhia da minha mulher, degustamos com torradas preparadas e condimentadas com azeite, queijo muçarela, alecrim e ervas. Não foi a harmonização perfeita, pois o vinho ganhou disparado.


Indico com certeza. E melhor ainda é o preço. R$ 28,90 na Albatroz, Brasilia.

Semana que vem irei comprar mais duas garrafas para degustar com amigos ainda este semestre.

Abraço a todos e bond vinhos!!
Ontem, antecipando a comemoração do meu 2 ano de casamento, também optei em investir um bocado na qualidade do vinho. Canata Paso Hondo Grand Reserva 2008, Chileno, Valle Cachapoal.Apesar dos 14% de teor alcoólico, o vinho atendeu perfeitamente as expectativas. Muito perfumado. Várias frutas vermelhas intesas. Inclusive percebi a presença de romã e gengibre.
É vinho muito interessante pois, apesar de ser somente de 2008, está pronto para ser consumido.

Em uma próxima oportunidade, irei deixá-lo oxigenando por mais tempo.
Distribuidora Albatroz, Brasília, R$ 33,00. Este rótulo ainda tem um outro superior a este, alta colheita, que está por R$ 70,00 nesta mesma distribuidora.

Vou dar uma investida qualquer dia.

Boa semana a todos e bons vinhos!



Na sexta, aniversário do sogro, com ótimas companhias e uma boa comida.
Para abrir as operações do final de semana encaramos um chileno de responsa.

Caliterra Reserva Estate Grown Cabernet Sauvignon e Carmenére 2009, do Valle Conchagua.
Como relatado antes, a experiência com o Caliterra Merlot 2002 já tinha sido um sucesso.
Este vinho realmente atendeu as expectativas imaginadas.

Diferença mais evidente, relativo ao olfato, entre as diferentes uvas degustadas: Carmenére mais perfumado, aromático que o Cabernet Sauvignon.
Já na boca, percebe-se com mais intensidade as diferenças entre as uvas. A uva Carmenére trouxe um vinho mais suave, mas também com diversas percepções gustativas.
Muitas flores são percebidas, principalmente margarida. O Cabernet Sauvignon já trás um terroir mais pertinente e marcante. Na boca, percebe-se mais a presença de frutas vermelhas, damasco e algumas castanhas.

A uva Carmenére combinou perfeitamente com as entradas de patês, pães variados e geléias.
Já o Reserva Cabernet Sauvignon harmanizou muito bem com o filé ao molho de ervas e massa caseira.

No restaurante, o custo unitário ficou parelho com a qualidade dos vinhos. Porém, nas distribuidoras em Brasília é possível encontrá-lo por volta de R$ 45,00 a R$ 55,00.
Excelente investimento para momentos especiais, como o que participei.

Indico.

A todos uma boa semana e bons vinhos!



Muito Bom! Meu favorito de preço x qualidade deste começo de ano! Por apenas R$ 21,90 este Espanhol matou a pauladas vinhos deste patamar de preço!




Frutas vermelhas e madeira de fundo. Toque delicado nos taninos. Buque de terra fresca. Vale cada gole! Se equipara aos vinhos de Rioja! 12,5% de álcool. No Angeloni da Beira-Mar.


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Ruim. Taninos fortes demais, ácido, sem buquê ou qualquer expressão. Este Santa Fé de Arrailos decepcionou feio. Safra 2009. Região de Alentejano em Portugal.

Comprado em Florianópolis por R$ 13,90 a garrafa!

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Nada como encerrar a semana e iniciar outra com tragos excelentes.

Realmente as experiências desta semana corrida tinham que fechar com chave de ouro. Balbi Cabernet Sauvignon 2002, Argentino da região de Mendoza, produzido pela Bodega Balbi.


Excepcional. Para mim, um vinho completo, bem estruturado e de personalidade. No ponto para comprar e abrir. Meia hora de decanter.


Aromático, perfumado. Possível identificar um floral mesclado com frutas vermelhas maduras. Sente-se também o carvalho tostado, pelo qual passou. Muito bom. Indico com certeza.

Tudo isso por apenas R$ 25,00 na Albatroz Distribuidora em Brasília.

Lá eles tem um reserva dele, que está por volta de R$ 50,00.

Acho que vou encarar.