Turismo entre barricas

As vinícolas portuguesas Quinta do Crasto e Herdade do Esporão viram referência de bem receber, não só pelo investimento que estão fazendo, mas pela simpatia dos herdeiros.



Depois de cerca de uma hora de estrada, a partir do aeroporto internacional da cidade portuguesa do Porto, passa-se por um portão de ferro, com detalhes retorcidos. Após mais alguns metros trafegando por uma estrada de pedregulhos, chega-se à sede da centenária Quinta do Crasto. Um charmoso sobrado branco, encarrapitado no alto de um morro, escorado por vinhas decanas e algumas seculares, recebe o turista que busca informações sobre a vinícola. Ali irá funcionar, a partir do ano que vem, um centro de enoturismo, com sala de degustação, loja de vinhos, restaurante com deque para as vinhas e uma estalagem de luxo, com apenas oito suítes. Esse é um projeto da família Roquette que irá demandar investimentos de cerca de € 4 milhões nos próximos dois anos. Mas qual a diferença para as outras opções de enoturismo na região?