Qualquer vinho que sobre nas garrafas, sejam pequenas doses do vinho mais simples de mesa, ou o mais sofisticado, todos podem ser usados para criar um excelente vinagre, afirma Gail Monaghan em seu vídeo para o Wall Street Journal.


Segundo a jornalista, além de se obter o melhor vinagre possível, este procedimento é ainda sustentável, pois acabamos por reciclar vinho e garrafas, o que não pode ser uma má idéia.



A grande dica da jornalista é juntar restos de vinhos de quaisquer garrafas, claro de de vinho tinto, até que você preencha as mesmas. Mas o grande segredo é identificar a "alma" do vinagre, que é um fungo que se cria no fundo de garrafas de vinho, ou que pode ser comprado pela internet. O prazo, bem. Até 2 meses guardado em local escuro, semi-arejado e com a garrafa tampada (com um pano para permitir a respiração). Então, vale a pena para se obter um grande vinagre?

Então, vamos tentar? Se eu conseguir informo por aqui!
O Argentino Don Valentin Lacrado é uma antiga dica da minha mãe, Dona Isaura. Este Malbec é mais leve que os tradicionais "para combate" daquele pais.



Mesmo leve, traz taninos e madeira suavemente controlados, com frutas vermelhas de fundo. Um vinho prático, seco e no toque para quem procura uma ótima opção para acompanhar jantares do cotidiano.

Ao redor de R$ 15,00 nos supermercados de Florianópolis.

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Não foi fácil para Brian Mota trocar seu conhecido terreno de investimentos em participações por investimentos em vinhos. Mota, 38, estava avaliando oportunidades de investimentos mais convencionais na WallerSutton Capital, em Connecticut, após deixar a unidade de banco de investimentos do JPMorgan. Então, vislumbrou uma forma de encarar os vinhos de forma similar. Associou-se ao ex-banqueiro de investimentos Timothy Clew, 40, um colecionador de vinhos, e após sondar o mercado, começaram a operar The Wine Trust para valer em 2010.
A empresa de Mota e Clew, a TWT Investment Partners com sede em Ridgefield, Connecticut -, está buscando levantar até US$ 50 milhões para suas operações, sendo o único fundo estruturado de private equity a investir em vinhos nos EUA com uma meta específica superior a US$ 20 milhões. "Essa foi uma oportunidade de aplicar técnicas do tipo usado em Wall Street a uma classe de ativos na qual esse tipo de pensamento estava ausente", disse Clew.
O fundo compra vinho tanto físico como futuro - vinho já produzido e mantido em tonéis, porém ainda não engarrafado -, diretamente de negociantes, para garantir preços mais baixos e investir em volumes significativos originados dos produtores mais demandados. O fundo de investimentos procura vinhos com perspectivas de forte valorização, entre eles Bordeaux premier cru.
Mota diz que sua primeira incursão na gestão de vinhos nos moldes de gestão de outros investimentos implicou constituir uma "conta conjunta" de US$ 2 milhões com quatro amigos e comprar muitos ativos líquidos e monitorar o retorno potencial. Sua própria coleção tem cerca de 500 garrafas e seus prediletos são os borgonhas brancos e os bordeaux brancos.
Quando trabalhava no Credit Suisse, Clew ajudou a criar no banco um núcleo de assessoria a vinícolas, com vistas a fusões e aquisições. Ele já era um entusiasta de vinhos, e agora tem suas próprias 600 a 700 garrafas. Ele diz que a adega é "para beber".
Diferentemente de muitos fundos centrados em vinhos estruturados como fundos de hedge, The Wine Trust funciona mais como um fundo de private equity. O dinheiro investido fica, basicamente, travado durante até oito anos, o que ajuda os gestores a navegar um declínio. "Não precisamos nos preocupar em vender em meio a um mercado em queda", diz Clew.
O TWT foi estruturado em 2009. "Não foi fácil atrair investidores durante a crise, porque as pessoas não queriam deixar seu dinheiro preso por oito anos", diz Mota. "Nós entramos no mercado como gestores de primeira viagem com uma nova classe de ativos na pior crise desde a Grande Depressão."
Em 2010, os investidores começaram a demonstrar maior receptividade a ativos tangíveis. "É o que falamos desde o início: é um investimento em ativo real semelhante a um investimento em ouro, commodities e metais."
A gestão do fundo inclui beneficiar-se de ineficiências do mercado, como as variações de preços de vinhos em diferentes lugares. "Os vinhos mais demandados são os mesmos, quer estejamos em Nova York, Londres ou Hong Kong", disse Clew. "Você pode levar vinho de mercados mais baratos e vendê-los em mercados em alta."
Por Krista Giovacco | Bloomberg

Como grande exportador de vinhos e azeites, Portugal busca ampliar seu espaço em solo brasileiro. A tributação de produtos importados tem estado em foco no Brasil. A alguns dias a Câmara dos Deputados analisou o Projeto de Lei 3260/12, do deputado Manoel Junior (PMDB-PB), para isentar vinhos e azeites de oliva portugueses do Imposto de Importação. 

O autor da medida argumenta que o Brasil já concede isenção a esses produtos quando importados de países do Mercosul, mas cobra taxa de até 27% em importações de outros países. Segundo o autor, a alíquota de 27% praticada pelo Brasil com relação ao vinho importado de países que não integram o Mercosul "onera injustamente o importador nacional" de maneira que permitirá à entrada ilegal da bebida no Brasil por triangulação, ou seja, através de um dos Estados Partes.
 
Segundo um dos representantes brasileiros no Parlamento do Mercosul (Parlasul), o que onera a importação dos vinhos classificados na Tarifa Externa Comum (TEC), é o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), cujas alíquotas chegam a 40% .
 
Como o azeite e o vinho portugueses são itens tradicionais da pauta de comércio entre os dois países, Manoel Junior acredita que redução tarifária vai contribuir para reduzir a entrada ilegal desses produtos no mercado brasileiro, informou a Agência Câmara de Notícias.

Fonte: portugaldigital

Que o álcool interfere em qualquer dieta é um fato pois, sua metabolisação atrapalha o processo de queima de gordura. Por isso, é bom não abusar. Difícil é equilibrar estes prazeres da vida.

Ao compararmos duas grandes paixões, a cerveja e o vinho, temos números bem diferentes. Em 100ml de cerveja tem em média, 50 calorias. Já a mesma quantidade de vinho, tem 85. Mas não dá pra negar que se toma bem mais cerveja do que vinho para que se equiparem as calorias.

Mas, apesar do vinho ser  mais calórico, bebe-se em menor quantidade.

Aliado a isto, se você quer beber sem sair muito da dieta, evite carboidratos durante a ingestão do álcool. Dê preferências as carnes vermelhas, aves, peixes, legumes, frutas.

De qualquer forma, beba com moderação. 

Vão aí dicas de uma nutricionista para compensações da ingestão de bebida alcoolica, sem prejudicar tanto a dieta, para no máximo duas vezes por semana.

Corte o carboidrato de uma refeição para poder beber:
Cerveja (1 copo grande com 300ml) ou
Caipirinha com adoçante (1 copo com 200 ml) ou
Gym (2 doses misturadas com bebida light) ou
Vinho (1 taça pequena).



Fonte: Cenário MT