Um estudo recente realizado por um pesquisador da Universidade de Florença, Itália, demonstrou que as abelhas e as vespas podem influenciar na produção de vinhos. O pesquisador Duccio Cavalieri, e curiosamente pertencente a uma família produtora de vinhos na região de Toscana, descobriu que a presença destes insetos nas plantações principalmente no verão, ao contrário do que se pensava, pode influenciar no terroir dos vinhos da região, pois estes voadores tem a capacidade de armazenar em seus estômagos a levedura Saccharomyces cerevisiae ao morderem o fruto, podendo esta levedura ser transmitida a outros frutos, iniciando uma pré-fermentação destas ainda no pé. O pesquisador acredita ainda que este possa ser um dos principais determinantes das características dos vinhos da região da Toscana.



Nesta ano, os países do hemisfério sul sairam na frente dos vizinhos de cima. Dentre os países da zona sul, a Austrália já anunciou que a safra 2012 será uma das melhores dos últimos 20 anos. Mesmo os produtores de regiões mais quentes estão apostando na qualidade neste ano. 

Diferente são os primos europeus, que neste ano estão com as colheitas atrasadas devido ao clima, que não cooperou muito. Com isso, a qualidade fica comprometida e quantidade reduzida.

Vamos conferir os Australianos!

Por cerca de R$ 25,00 (expectativa), o tinto espanhol Toro Loco Tempranillo 2011, da região de Utiel-Requena, próxima da cidade de Valencia, chega ao Brasil após ser premiado com a prata em sua categoria na última Competição Internacional de Vinhos e Destilados do Reino Unido, desbancando concorrentes que custavam nada menos que 10x mais. Na Grã-Bretanha ele já é vendido por cerca de 3,59 libras (algo em torno de R$ 12,00 e vem despertado grande interesse dos curiosos do mundo do vinho, e indica-se que seja consumido jovem, aproveitando a safra recente.

Vamos conferir!



A vinícola argentina Casa Bianchi acaba de lançar na Argentina e na Espanha a linha de vinhos denominada "Leo", em homenagem ao craque do futebol, Lionel Messi. Contando com quatro rótulos, um branco, dois malbecs e um espumante extra Brut, os vinhos vão de categorias desde os 33 pesos (cerca de R$ 15,00) até 70 pesos (aproximadamente R$ 35,00) respectivamente.

A vinícola promete lançar em breve em outros países e informa que esta linha tem um cunho social , sendo que uma porcentagem do for arrecadado com as vendas será repassada para os projetos sociais da Fundação Lionel Messi.
Foto 

Com a chegada da Fernanda, fomos agraciados pelos amigos Mick e Daniel com um especial Fuligni 2007, Brunello di Montalcino. Ficamos anciosos por uns 10 dias, pois a Mick nos ligou falando que nos presentearia com este vinhaço, mas que precisamos coincidir as agendas e que eu teria que cozinhar. 

Enfim, conseguimos e foi um sucesso. Para isso, foi para a cozinha e preparei um risoto de calabresa com cerveja preta, só para tentar ficar no nível.

Vamos ao que interessa.
Como Brasília está mais frio nesta época do ano, somente deixamos o vinho ao tempo para que estivesse na temperatura ambiete para ser degustado. Já ao abrir a garrafa, os aromas tomaram conta do ambiente. Refrescante definiria melhor estes aromas.

No copo, um vinho bem escuro, mas pouco denso e oleoso. 
No nariz, os aromas foram melhor se desenhando, tendendo às frutas tropicais, mamão e laranja. Com um pouco mais de tempo no copo, aromas vegetais também surgiram, lembrando folhas verdes rasgadas. Muito álcool.
Na boca, pouco tânico, macio e longo. Ao final foi possível perceber notas ligeiramente ácidas e minerais. Equilibrado, porém com álcool persistente.

A harmonização com o prato foi muito acertada. Equilíbrio com o embutido e a cerveja, permitindo que o vinho fosse bem explorado.

Porém, nesta noite, queríamos um vinho um pouco mais encorpado e marcante e esperávamos isso deste Brunello. O preço dele foi cerca de 70 euros e concluimos que não valeu. Quem sabe em outro momento ele nos pareça melhor!?!?!?

Estamos prontos para novos Brunellos e em breve, quem sabe, novas postagens aqui no blog.

Boa semana e bons vinhos!!


 

Para quem gosta e pode aproveitar oportunidades de boas aquisições, a adega do cultuado restaurante espanhol El Bulli será leiloada pela casa britânica de leilões Sotheby’s. 

A cerca de 150 quilômetros ao norte de Barcelona, o restaurante encerrou suas atividades  recentemente, após 12 anos de funcionamento. Mas há fortes indícios de que reabrirá em 2014 com outro formato: o de uma Fundação sem fins lucrativos direcionada a amantes da alta gastronomia. 

Com nada menos que 139 páginas, a carta de vinhos contém mais de 1.600 referências, entre elas grandes exemplares da Borgonha e Piemonte, vinhos californianos, raros Jerez e ícones espanhóis, como o Vega Sicilia Único. 

O vinho mais caro da adega é um Romanée-Conti 1999, que era vendido a US$ 8.400. O leilão ainda não teve local e data revelados.

Fonte: CBN


Após o frenesi dos preços dos vinhos Premier Cru, causado pela alta demanda asiática por vinhos da região. Conforme a  Liv-Ex, a bolsa europeia especializada em vinhos, as vendas no primeiro semestre deste ano tiveram uma queda de 6%, enquanto outras regiões estão crescendo aproveitando-se desta situação sem precedentes nas duas últimas décadas pelo menos. Alguns châteaux de Bordeaux já estão sentindo a baixa do mercado e ajustando seus preços para baixo para recuperar as vendas. 

Vamos acompanhar.


Realizar o sonho de ter sua própria produção de vinho pode estar mais perto do que parece. Este o projeto da vinícola argentina O.Fournier para os apaixonados e interessados por esta arte.

Por cerca de US$ 150 mil, o interessado pode comprar um hectare de vinhedo da vinícola e elaborar o seu próprio vinho. Além disso,  se quiser, pode distribuí-lo também, utilizando a infraestrutura da O.Fournier para este fim. Podendo se extender até 3 hectares, o novo produtor pode ainda construir sua própria casa no meio dos vinhedos, se quiser. Diferente dos estimados US$ 10 mi para abrir uma vinícola e deixá-la em pleno funcionamento, esta proposta da vinícola argentina O.Fournier permite o acesso a este segmento por interessados menos abonados. 


Com localização privilegiada, os vinhedos da vinícola argentina O.Fournier estão localizados em La Consulta, uma nobre região do Vale do Uco, cerca de 100 quilômetros ao sul da cidade de Mendoza. Os executivos da vinícola garantem ser um excelente negócio pois, além da rentabilidade do investimento alcançar 8% ao ano, cada hectare pode produzir 4000 garrafas por safra e diminuir muito o tempo de retorno do investimento.
Aqui estamos nos, preparando uma picanha suína para acompanhar um vinho Português.

O Alandra é um bom vinho de mesa da terra de Cabral, levemente adstringente, com frutas vermelhas. Deve combinar bem com a massa vermelha (beterraba), temperada com rúculas, cebola e alho. Já a carne suína leva mostarda e alho, e assada no forno!

Bom fim de semana!





A Miolo foi a escolhida para fornecer os vinhos tintos dos Jogos Olímpico de Londres. Para isso, elaborou uma edição especial a partir de um corte entre Shiraz e Tempranillo, da safra 2012, provindo de vinhedos localizados na Campanha Gaúcha (RS). Para atender a organização do evento foram produzidos nada mais que 190 mil litros do vinho. 

O rótulo também foi personalizado e foi exclusivo para atender esta demanda olímpica. Pena que este vinho só podia ser encontrado nos postos oficiais de degustação durante as Olimpíadas. Quem este por lá teve oportunidade de degustá-lo.

Além de ser sede dos próximos grandes eventos esportivos do mundo, o Brasil foi escolhido também porque a organização queria vinhos da safra 2012 para os Jogos, o que é possível apenas no hemisfério Sul. Já os vinhos brancos e rosés oficiais foram produzidos por vinícolas Sul-africanas.

Foto: divulgação Miolo

 



O homem mais rápido do mundo não economizou na hora de comemorar seus três ouros conquistados nesta edição das Olimpíadas. Usain Bolt foi para uma casa noturna com alguns outros campeões e investiu em uma noitada. Gastou aproximadamente 80 mil libras numa garrafa especial, de 15 litros, do cultuado champagne Armand de Brignac Brut Gold, conhecido como 'Ace of Spades'. A garrafa foi comprada na casa noturna onde estavam muitos medalhistas olímpicos comemorando seus resultados nos Jogos. Na mesma casa, inclusive, era servido apenas para quem conquistou medalha de ouro um drink à base do raro cognac Hennessy Paradis e do champagne Luxor, que contém folhas de ouro 24 quilates em sua composição.
 
Fonte: CBN - Jorge Lucki