Perturbador, ruim, terrível. Estes e outros adjetivos para este vinho: Altos de Santa Catarina.




Comercializado em feira como destaque catarinense, é im vexame, mas não é o único, nossos outros conterrâneos não fazem melhor.




Degustem e me provem que novamente, com dizemos aqui, que comprei "mais de 500" garrafas estragadas.

Por R$ 35,00 compre Chilenos de qualidade de R$ 85 nacionais. Mas se seu bolso pode... Deguste, e prove que estou errado e estes vinhos TINTOS, ressalto, sã excelentes.




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A Embratur - órgão ligado ao Ministério do Turismo e responsáveis pelas políticas nacionais do setor - fecha acordo de cooperação técnica com o Instituto Brasileiro do Vinho. O objetivo é dar destaque ao vinho brasileiro nas diversas ações de promoção internacional, com a finalidade de contribuir para a valorização dos produtos nacionais, para agregação de valor à imagem do Brasil, e para a divulgação no enoturismo brasileiro. O termo prevê a divulgação dos vinhos brasileiros em eventos realizados pela entidade no exterior, além de possíveis viagens com formadores de opinião. 
Fonte: SRZD


Semana passada estive com um grande amigo meu e apreciador de bons vinhos, Fernando, e fui presenteado com duas garrafas de uma vinícola que recém lançou dois rótulos. O mais surpreendente é que esta vinícola está no estado de Goiás, na cidade de Cocalzinho. 


De início fiquei desconfiado mas logo fui muito bem convencido por este conhecedor de bons rótulos. E outra, não se deve recusar presentes hehehe. A iniciativa foi do médico otorrinolaringista Marcelo de Souza, proprietário da Pireneus Vinhos e Vinhedos, que sempre sonhou em produzir vinhos de qualidade. 

Durante os anos de 2003 e 2004 buscou no estado o terroir perfeito para implantar seu vinhedo (altitude, umidade,...). Em 2005 achou um pedaço de terra localizado no Vale dos Pireneus, de apenas quatro hectares, onde cultiva quatro variedades de uvas (Barbera, Syrah, Tempranillo e Sangiovese). O que começou a cerca de nove anos se tornou realidade em dois rótulos, Bandeiras e Intrépido, ambos da safra de 2010.

Hoje falaremos do Bandeiras. Nomado em homenagem aos bandeirantes, que foram os descobridores da Serra dos Pireneus em 1727. Elaborado com 85% de Barbera, 10% de Tempranillo e 5% de Sangiovese, metade do vinho amadureceu por seis meses nas barricas americanas e francesas que abrigaram o Intrépido. Ou seja, de segundo uso. Resultando em um vinho muito bom.

No copo, escuro intenso, e no nariz, caramelo e carvalho tostado. Apesar dos 15% de álcool, não aparenta tal potência. Na boca, leve, elegante e estruturado, diferente dos Barberas conhecidos. Este vinho surpreendeu pela elegância e força. Realmente não tem nada a ver com os barberas que estão na praça. Firme e com taninos médios, o vinho é longo e intenso. Frutas negras estão lá com certeza, ameixas e o adocicado de tâmara surpreendem.

Importante, foram produzidas somente 1.500 garrafas a um preço é de R$ 75,00, que valem cada gota. Corra para adquirir o seu porquê realmente vale a pena.

Para maiores informações: pireneusvinhos@gmail.com

 
A substituição de um conservante químico, presente nos vinhos, por extratos contidos no próprio vinho, é a saída encontrada por pesquisadores em estudos recentes para acabar com as recorrentes dores de cabeças pós excessos.
A descoberta de dois extratos, naturalmente presentes na bebida, provaram diminuir ou eliminar as ressacas e até algumas alergias. Os extratos são tão sutís que os primeiros testes realizados indicaram que as pessoas não perceberam a diferença entre eles.
Já em 2013, novos testes serão feitos e, sendo novamente positivos, o processo de licenciamento do uso das substância pode se iniciar.
Vamos aguardar.