De olho no promissor mercado asiático, começa nesta terça-feira (27) em Hong Kong a Vinexpo Ásia-Pacífico. Durante três dias, produtores do mundo todo vão se empenhar em sensibilizar os consumidores chineses, que têm se mostrado cada vez mais interessados na bebida. Este ano, a China se tornou o país que mais consome vinho tinto no mundo, ultrapassando os franceses e italianos. O país agora investe na produção nacional e multiplica seus vinhedos, o que em pouco tempo já colocou os chineses entre os cinco maiores produtores mundiais da bebida.

Chineses degustam vinho durante a Vinexpo, em Hong Kong, nesta terça-feira, 27 de maio de 2014.

A Vinexpo, grande feira de vinhos e espumantes, tem como maior objetivo seduzir os consumidores asiáticos. Degustações, workshops e palestras movimentam o evento que promete atrair cerca de 18 mil visitantes este ano. Hotéis, restaurantes e fãs da bebida vão descobrir novos produtos, mas sobretudo garantir os estoques de vinhos de qualidade reconhecida. Ao todo são 1.300 expositores de países como a França, Espanha, Itália, Nova Zelândia, Austrália, México, Argentina, Brasil e mesmo da China, que tem sim sua própria safra.

Jovem produtor, o país tem melhorado a cada ano a qualidade de seu vinho e em pouco tempo se tornou o quinto maior produtor do mundo, depois da Itália, França, Estados Unidos e Espanha. Segundo uma pesquisa publicada no último ano pelo Centro Nacional da França para a Investigação Científica (CNRS), a China será o maior produtor de vinho do mundo dentro de cinco anos, graças aos investimentos feitos no setor e a capacidade de expansão da área de produção. Os vinhedos chineses se concentram principalmente na costa leste do país, onde estão localizadas as províncias de Shandong, Hebei e a cidade de Tianjin, próxima da capital Pequim.

Preferência pelo vinho tinto

Muitos especialistas apostam que o futuro do vinho é a China. Este ano, o país deixou para trás a França e a Itália e se tornou o maior consumidor do mundo da bebida. No último ano os chineses beberam 1,865 bilhão de garrafas de vinho tinto. Entre 2007 e 2013, foi registrado um aumento de 175% no consumo.

A China é hoje o maior importador de vinhos da região de Bordeaux e o quarto maior de Bourgogne, ficando atrás apenas do Japão, da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos. Os americanos continuam sendo os que mais consomem todos os tipos da bebida, segundo a Vinexpo. Nesse ranking a China fica apenas na quinta posição.

O vinho tinto domina o mercado chinês. Apesar de um aumento do consumo de vinho branco e champanhe ser esperado, especialistas garantem que a preferência dos chineses pelo vinho tinto não seria apenas uma questão de sabor e teria explicações culturais. O vermelho é a cor da sorte para os chineses, enquanto o branco é associado à morte.

Fonte RFI
Portugal Wine Trophy


O “Berlin Wine Trophy” chega pela primeira vez a Portugal, passando a designar-se “Portugal Wine Trophy”. Trata-se de um dos mais importantes concursos de vinhos acreditados em nível mundial com o “patronage” da OIV – Organização Internacional da Vinha e do Vinho.

Em Portugal é este ano o único concurso a ter a credibilidade do selo da OIV. Um júri constituído por 50 elementos de diversas nacionalidades e presidido por Fernando Bianchi de Aguiar, presidente honorário da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), vai avaliar mil vinhos provenientes de diversos países.

O concurso decorre entre 29 de maio e 1 de junho, na Quinta da Boeira, em Vila Nova de Gaia. Os três produtores mais bem pontuados e com mais medalhas de ouro vão ser convidados pela Câmara Municipal de Gaia e pelo BOEIRA Portugal in a bottle a participar na feira de vinhos da Coreia do Sul, Feira de Daejeon, estando assegurados um stand, a viagem, estadia e refeições para uma pessoa. O Berlin Wine Trophy atribui, por categoria de vinho, três medalhas: Silver; Gold e Grand Gold.

Seguindo os passos deste certame na Alemanha, e depois de passar por Daejeon, na Coreia do Sul, o Portugal Wine Trophy, organizado pela comitiva alemã em parceria com a Quinta da Boeira, traz a Portugal especialistas internacionais, diretores de compras de grandes cadeias internacionais, jornalistas e apreciadores de vinho de todo o mundo.

Alemanha, Coreia do Sul, Brasil, Áustria, China, Reino Unido e Portugal são os países de onde provêm os elementos do júri que se encontram dia 29 de maio às 14h30 para uma reunião inicial e que durante os dias 30 e 31 de maio e 1 de junho, entre as 09h30 e as 13h00, vão provar os mil vinhos a concurso.

Na Quinta da Boeira, decorre de maio a setembro o projeto BOEIRA PORTUGAL in a bottle que tem como ícone a maior garrafa do mundo. Construída em fibra de vidro com 32 metros de comprimento e 9,5 metros de diâmetro está preparada para acolher os visitantes oferecendo-lhes provas de vinhos de quatro regiões vitivinícolas nacionais – Douro, Porto, Vinhos Verdes, Alentejo e Dão.

Também no interior da garrafa será possível visualizar um filme 3D que faz uma viagem pelo país centrado nas regiões vitivinícolas, diversidade paisagística, gastronómica e outras riquezas culturais portuguesas. Da iniciativa fazem ainda parte 60 lojas de vinhos, gastronomia e artesanato portugueses, espalhadas pelos jardins da Quinta e muitos espetáculos com música e dança ao vivo.

Fonte: MaiorTV
A polícia italiana apreendeu mais de 30 mil garrafas de grandes vinhos falsas em uma investigação de fraude gigantesca pela qual seis pessoas foram detidas, informa nesta sexta-feira (30) a imprensa italiana.
Após as diversas queixas de consumidores sobre a baixa qualidade de vinhos conhecidos por seu grande valor, a procuradoria de Siena (Toscana) decidiu abrir uma investigação em março.
As unidades especializadas da polícia descobriram uma grande fraude: as garrafas de grandes vinhos toscanos com denominação de origem como o Brunello di Montalcino, o Sagrantino di Motefalco ou el Chianti eram enchidas com vinhos de mesa de um euro.
Estas garrafas, com os rótulos fielmente reproduzidos, embora com o nome de falsos produtores, eram vendidas a mais de 30 euros a unidade em muitas lojas especializadas, em supermercados e na internet.
Os policiais realizaram cerca de 25 incursões para esclarecer esta fraude, um golpe para a indústria vinícola italiana, um dos estandartes da economia do país.
Em 2013 as exportações de vinho cresceram 10% em relação ao ano anterior, segundo Coldiretti, uma das maiores federações de cultivadores e produtores da Itália.
Andrea Bocelli, o tenor italiano, proprietário de vinícolas na região de Pisa (Toscana), é um dos produtores atingidos por esta fraude, que chega a centenas de milhares de euros, segundo Coldiretti.
Nos últimos cinco anos, as fraudes aumentaram 102% na Itália, segundo a federação de agricultores. Apenas em 2013 as forças de ordem italianas apreenderam garrafas falsas no valor de 31 milhões de euros.
Fonte e imagem: Portal R7


Esta Britânica decepciona. Esperava uma cerveja encorpada, com lúpulo refrescante no buque e palato. Mas nada disso, é apenas uma sensação refrescante e medianamente encorpada. A cor é de um guaraná escuro com boa persistência da espuma bege escura.

Esta Cooper ALE com TA de 5,2% e pouco amargor é uma boa opção para iniciar o paladar em cervejas mais pancadas... Puro Malte, com adição de açúcar e corante (para quê?) por R$ 10,00 em Florianópolis.

É um vinho... Diria atípico. Antes do prato é estranho, durante cai muito bem, porém depois é quase intragável. Como assim? Joga fora? Não, vá com calma...

Este Argentino da região de Mendoza apresenta uma linda tonalidade amarela e leve, fundo  amadeirado que se confunde com toque floral, levemente amanteigado e extremamente adstringente. Estas características o tornam peculiar - interessante acompanhando um prato, mas pesado demais para ser degustado sozinho.

Então qual o macete? Prepare um prato mais "gordo", no meu caso por sorte preparei uma Codorna assada bezuntada na manteiga com cobertura de  pimenta, e para acompanhar Tomate Caqui recheado com Cogumelos e Ricota fresca. Resultado, aqui o vinho caiu como uma luva, e o peso da Codorna suavizou o vinho potente.

Porém, depois da Codorna, e acompanhando um chocolate belga o vinho entortou de novo! Aprendizado: alguns vinhos devem acompanhar um prato para harmonização. Não inventem, pode ser caro, especial ou etc. Se for potente demais, será um desperdício. Encontre o seu equivalente ao vinho branco "Antis" da uva Chardonnay e vá para a cozinha. Safra 2012, R$ 32,99 em Florianópolis.
Hoje vamos em cima de três cervejas mais fortes já que o termômetro está registrando 14 graus aqui em Florianópolis. Vamos com malte torrado, lúpulo e muita "pegada".

Iniciando com a Paulista Devassa Tropical Dark (esquerda), uma puro malte que traz alegria ao apreciador de cerveja nacional. A espuma é leve, assim como o lúpulo, e sem fundo adocicado... É uma cerveja m malte e extrato de malte, importante ressaltar isso... TA de 4,8%, e preço ao redor de R$ 5,50 em Florianópolis.

Ao aproximar a Blumenauense dos lábios você já recebe o buque da Eisenbahn 5 Amber Larger (ao centro), que é puro lúpulo. Como diz o rótulo, utilizando a técnica de lúpulos secos (dry hopped), onde a lúpulo é acrescentado em diversos estágios do preparo, a cerveja entrega um frescor muito grande, e ainda com amargor bem controlado. TA de 5,4%, e preço de R$ 6,50. Vale cada gole!

Finalmente vamos na Paranaense Way Beer (direita) America IPA - Indian Pale Ale com lúpulo americano. O buquê não salta ao ser cheirada, mas o caramelo vem a tona quando inicialmente degustada, e é um caramelo sem pronúncia excessiva, trazendo um baita frescor da mesma técnica da Eisenbahn. O lúpulo embora mais leve que a Eisenbahn, é igualmente refrescante. TA de 5,2%, e preço ao redor de R$ 9,00. Cara mas boa!

Fotos: Fujifilm XE1, lente 35mm f1.4.


Uma degustação bem diferente - Cervejas e Fotografia. Misturando o modo tradicional de fabricar cervejas, e de fotografar. Primeiro apresento as fotos da Brasileira Eisenbahn versus a Belga Maredsous, através da Pentax K-30 armada com lente 50mm 1.7, e depois pela Fujifilm XE1 munida com lente 35mm 1.4. Apreciem!

Acima a foto da Pentax K-30 apresentando os rótulos da Eisenbahn Dunkel, e da Maredsous Abadia. Um grande contraste é presente, tonalidades fortes, e ótimo bokeh  tirando de foco os objetos, e partes dos mesmos que não compõem o primeiro plano. Parâmetro da foto: abertura f2, velocidade 1/30, ISO 400.

Agora iniciando a descrição das cervejas.. Vamos aos preços: aqui em Florianópolis temos R$ 4,80 da Brasileira versus R$ 15,00 na Belga...



Na direita a Belga Maredsous, seguindo a tradicional receita Beneditina de cervejas de alta fermentação e teor alcóolico (8%), onde a cerveja é fermentada na garrafa por dois anos. E embora seja de alto teor alcóolico, é bem sutil o fundo do álcool, prevalecendo o amargor do lúpulo e gosto do puro malte. A cor é de um marrom meio escuro, a espuma é densa e espessa, e o buque bem típico de cerveja de longos períodos de fermentação - algo como um amargor constante. Baita!

Falando da foto, a Pentax K-30 não traz a fidelidade da diferença de tonalidade entre as cervejas, porém deixa um toque meio nostálgico, e porque não dizer romântico? Parâmetros: abertura f3.2, velocidade 1/30, e ISO 400.



Agora através do conjunto Fuji XE1 com lente 35mm f1.4. A nitidez de detalhes é maior, talvez pois a lente é projetada para máquina digital, e certamente devido ao sensor da Fuji não conter o filtro AA (anti aliasing). Já na Pentax, contamos com uma máquina digital (ambas são 16 megapixel), mas com uma lente da década de 90, para máquinas de filme. Mas o fato é, a Fuji ganha em "claridade" e nitidez. Parâmetro da foto: abertura f2.6, velocidade /30 e ISO 500.


Nesta foto através da Fuji, a gama de cores e tonalidades é visível, temos a Belga (direita) versus a Brasileira (esquerda), onde podemos notar a cor de caramelo da Abadia, contrastando com o chocolate da Dunkel. A Eisenbahn Dukel segue lei da pureza Alemã, intitulada "Reinheitsgebot" (descrita no rótulo), onde apenas água, puro malte e lúpulo são permitidos na produção desta cerveja, além de muita paciência para a cerveja fermentar e dar certo! A Dunkel traz um grande teor de café, com tons torrados e próximos ao chocolate. O buquê é simples demais para uma cerveja dita prêmium, mas vale a noite! Parâmetros: abertura f2.8, velocidade 1/30 e ISO 500.

Resultado? São cervejas muito boa e fortes. Cada qual no seu estilo, mas que fazem sentido no estoque de cervejas para ajudar a passar o inverno. Já quanto as câmeras? Cada qual no seu estilo, idem. A Fuji é excelente para os amantes do purismo fotográfico, que tem tempo para ajustar cada parâmetro. Já a Pentax é uma máquina de campo, com características robustas (resistente a pancadas, poeira e chuva), e com grande ergonomia permitindo manipular toda a máquina com rapidez.

INGREDIENTES:
Pentax K-30:
  • 16 Megapixel;
  • Corpo resistente a poeira, chuva e choques (corpo de aço inox, policarbonato e borracha);
  • Film Simulation usado: cromo (negativo);
  • JPG processado na máquina (sem Photoshop ou pós processamento);
  • Lente 50mm f1.7 (da época do filme, comprei em 1999 nos EUA e no caso da Pentax as lentes dos anos 1960 até hoje são compatíveis - baita!)
Fujifilm XE1:
  • 16 Megapixel;
  • Corpo de Alumínio e pegas em couro;
  • Film simulation: Provia (cores de médio contraste);
  • JPG processado na máquina (sem Photoshop ou pós processamento);
  • Lente 35mm f1.4;

Um experiência muito bem equilibrada. Resumiria assim a Honey Brow, uma Lager produzida no estado de Nova Iorque pela North American Breweries. Com TA 4,5% esta cerveja impressiona.


Mesmo usando mel, o leve amargor do lúpulo, e o sabor do Malte são facilmente distintos do suave adocicado. Fiquei pensando que seria o oposto, que a a adição de muito mais mel poderia deixar a cerveja artificial demais, muito doce, como já ouvi de outras cervejas - principalmente as artesanais...



Agora a espuma é algo a parte. Muito persistente, e a cor contrasta muito do ouro profundo do corpo da cerveja. Mesmo após alguns goles uma espuma residual persiste, e persiste, e persiste. Muito bacana, indico a experiência a todos. Em Floripa por R$ 12,00.



Pode parecer que não combina, mas te digo, é uma baita experiência... Acompanhem o preparo de um prático, e rápido hambúrguer de forno acompanhado de um vinho bem potente! No final da publicação você encontra a receita completa, abaixo o passo a passo. Divirtam-se.

Coloque em uma vasilha a carne moída, cebola picada, cebolinha e o ovo, e adicione sal a gosto. Enquanto isso, coloque o forno em temperatura de 280oC.


Misture tudo, mas sem amassar, não é pasta! Enquanto mistura, adicione a colher de farinha e azeite de oliva. Pegue uma forma de Inox, ou Teflon, e unte com azeite e farinha de trigo (para o hambúrguer não grudar. Com as mãos untadas de azeite, prepare 3 ou 4 hambúrgueres e coloque na forma...

Coloque no forno por uns 25 a 30 minutos (pode variar de acordo com o forno), até a carne começar a ficar menos vermelha, tornando-se mais branca (ao ponto). Alguns instantes antes, adicione azeite ou margarina dentro dos pães, inclusive o tipo de queijo (aqui um gorgonzola, e outro colono). Ao final, junte tudo, adicione a gosto o ketchup, mostarda, e maionese e aproveite.

E o vinho?

O Ariano Tannat do Uruguay, do Vale Canellones é perfeito para este prato "pesado". Com taninos levemente pronunciados para um Tannat, traz grande harmonia para o Queijo Gorgonzola e o Hambúrguer. O buquê do vinho não traz novidades, mas a cor é típica da uva - pronunciadamente um veludo escuro. É um vinho bom, mas nada expetacular, um vinho de mesa mais fino diria.

INGREDIENTES:
Cebolinha Picada
1/2 Cebola Picada em cubos pequenos
1 Ovo
2 Colheres de Farinha de Rosca (ou farinha de pão)
5 colheres de Azeite de Oliva  (aproximadamente)
500g de Patinho Moído
Pão de Hambúrger (4 unidades)
Mix de pimentas moídas (calabresa, reino, preta, branca, jamaica e rosa)
Queijo de Colono (só tem aqui no Sul)
Queijo Gorgonzola
Ketchup, Mostarda e Maionese



As sensações se misturam... É uma cerveja para pessoas que pretendem provar cervejas encorpadas, vale cada gole. Primeiro o dourado profundo e turvo, depois o "amarguentinho", e o leve no final doce. Tudo bem, levam alguns goles para você experimentar toda esta confusão, e final fica a vontade de mais uma garrafa...

O ensinamento é que estas Trappel Belgas, com TA de 8%, devem ser apreciada com dedicação, sem virar, ou conversar... Devem ser meditadas, como dizia um grande expert do vinho. Aproveitem!

- Posted using BlogPress from my iPhone, photo with Fuji XE1

Alinhamento perfeito: um dia quase frio, um congelador cheio de diversas carnes, e sobras de vinho. O que fazer? Carreteiro! Abaixo as "instruções" de como preparar esta iguaria tipicamente Brasileira, mas bem próxima a um Risotto. Ingredientes ao final da publicação. Aproveitem!

Refogue o alho, cebola, caldo Knorr e Cheiro Verde em uma grande panela. Mas com a seguinte dica: pegue as partes de trás do Cheiro Verde (ramos), e do Alho Poró (parte branca), e adicionem neste refogado. Quando tudo estiver bem cozido, adicione os pedaços de Acém, Frango e outras carnes já assadas. Reserve...

Em uma panela de pressão, coloque os cubos de coxão mole, com outro tablete de caldo Knorr, e água em nível acima da carne (um ou dois dedos). Cozinhe por aproximadamente 20 minutos, reserve tudo...


Adicione ao refogado o arroz Arbóreo, e vá mexendo, adicionando pequenas porções de vinho, e um tomate picado em cubos para dar um "vermelhinho". Vá mexendo, secando e adicionando vinho. Quando o arroz estiver bem refogado, adicione o coxão mole reservado - com a água /caldo e tudo... Adicione sal a gosto.

Ao longo do cozimento é necessário mexer bem, e ir adicionando o restante do cheiro verde e alho poró, assim como os tragos dos vinhos. Se puder não use qualquer água, apenas vinhos e fermentados. Ao final, quando o arroz estiver no ponto, adicione o restante do cheiro verde, e um pouco de queijo ralado. Pronto, basta servir o Vinho Branco (agora para vocês) e aproveitar.

Ingredientes do Carreteiro (quantidades aproximadas)

  • Peito de Frango em Cubos
  • Restos de Galeto Assado (metade desfiada)
  • 300g de Acem
  • 300g de Coxão Mole (parte de trás da picanha em cubinhos, sem a capa de gordura)
  • Vinho Branco (restos da garrafa)
  • Vinho Rosé Frisante (restos da garrafa)
  • Arroz Arbóreo (para Risotto)
  • Tabletes de Caldo Knoor (ou outro)
  • Alho Poró
  • 5 dentes de alho picadas
  • 2 cebolas picadas
  • Cheiro Verde Picado
  • 1 tomate vermelho, bem maduro

Compartilhem, divulguem, critiquem e nos ajudem a criar novas receitas!


Chegando a Copa... Nem tudo está pronto, mas para nos Brasileiros que decidimos assistir em casa, tudo está preparado! Talvez o Vinho não seja a mais festiva das bebidas para acompanhar o evento, portanto compartilhamos a idéia de um "shot" a cada gol da Seleção. Imaginamos que seja uma boa pedida para as mulheres se empolgarem, e potencialmente abre novas perspectivas para os homens... Criarem novas bebidas!

Receita de Shots de Morango
1 Copo de Água
Caixa de Morangos Grandes
Pacote de Gelatina de Morango
3/4 de Copo de Tequila
1/4 Cointreau (Cup Triple Sec)


Gosto é algo interessante. Há tempos convivemos com a Caracu em nossas prateleiras, mas seja por falta de paladar há algum tempo atrás, ou mesmo cultura alimentar e de bebidas, esta grande cerveja sempre ficou fora do cardápio...


A Caracu, atualmente no portifólio da AMBEV que adquiriu todas as cervejas "conhecidas de outrora", figura como coadjuvante no ranking das cervejas nacionais. Mas "peraí"... Abra uma Stout Irlandesa, em que a garrafa /lata custa (em Floripa) entre R$ 8,00 e R$ 15,00, e deguste com a nossa tradicionalíssima Caracu, e você verificará que esta é uma grande cerveja!



Muito embora, na minha opinião apenas a Bohemia Weiss e outras poucas merecem atenção no portifólio Brasileiro da Ambev, esta aqui vale demais pelo custo benefício: R$ 3,50 nos supermercados. E com um grande sabor meio-amargo dos grãos torrados, doce da caramelização e espuma consistente - vale cada centavo. Tá tudo dominado, mas ainda temos esperança. Saúde!

- Posted using BlogPress from my iPhone



Profundamente madeirado com um misto de frutas vermelhas. Adicione uma linda cor rubi, características amanteigadas e uma madeira bem controlada que não apaga as frutas e o leve tanino - como vários Chilenos o fazem.

Este Espanhol da região de Toro é uma grande presença e merece ser repetido! As uvas Tempranilo são o diferencial no Stra Bon Plata, safra 2005, Crianza, envelhecido no carvalho Francês (70%) e Americano (30%), e finalmente com TA 14%, dá uma "pancada"... E para acompanhar um Filé com
corda assado no forno com batatas e cebola...


- Posted using BlogPress from my iPhone