Vinho tinto da região do Douro em Portugal, muito sedoso, fundo de madeira e taninos bem pronúnciados - próxima a adstringencia. O produtor Vinhos da Quinta produziu um excelente vinho de mesa, com TA 14,5% cai bem como vinho de combate!

Uma receita de frango que pode ser simples, complicada ou sofisticada. Você escolhe. Segue aqui minha versão mais simples, mas não menos saborosa, e usando ingredientes que você certamente têm na geladeira. Harmonizando um Syrah...


Corte o filé de frango ao meio para formar dois bifes. Tempere com sal e adicione queijo de colono ou mussarela (receita original), enrole ao redor do queijo, e em volta do frango o bacon em fatias ou presunto de parma (receita original). Faça tudo ficar firme colocando palitos de dentre - 2 fatias por bife. Veja a foto acima.



Aqueça o forno em fogo alto, e em paralelo frite ligeiramente os saltimboccas no azeite ou manteiga no fogo baixo, e tampe. É necessário senão o miolo fica cru. Deixe iniciar a fritura do bacon, e vire.  Veja a foto acima do ponto ideal... Quando o frango ficar branco dos dois lados, coloque tudo na forma, adicione um pouco de vinho branco ou rosé na base e leve ao forno até ficar no ponto....



Para acompanhar um pão de trigo, salada e vinho. No caso do vinho, harmonizei com um bom corte Syrah para comemorar a chegada da Estação das Flores. Este corte apresenta linda cor terracota, buquê sutil e sabor frutado. Em sua composição temos as uvas Carmenere e Surah cada uma com 47,5%, e Sauvignon Gris nos 5% restantes.



A Dona Dominga segundo os rótulos é a bodega mais premiada do Chile, acho que faz sentido dentro de sua área de atuação - Vinhos de Mesa e Reserva. Aconselho terminantemente. TA 13%, safra 2013 por R$ 29,00 em Florianópolis.


INGREDIENTES:
- Peito de Frango, 1kg
- Queijo Mussarela ou "de colono"
- Azeite e Sal
- Pimenta do Reino

DICA: acho que queijo parma com Gorgonzola caia bem... Outro dia experimento.


Quem surgiu primeiro, a cerveja ou o pão? Esta matéria mostra como é interessante o processo de fabricação de uma cerveja realmente artesanal... Onde a levedura é mista de "selvagem" e domesticadas para cerveja, e em que o sabor de cada lote muda devido aos ingredientes, clima e fermentação. Um show, artesanalmente mais próximo do vinho que as cervejas atualmente "ditas artesanais".
Rua São Jorge 160, Centro em Florianópolis.

No centro da cidade avisto uma marca que parece um "Farol"... Vou andando até o local, depois do almoço neste inverno, e me deparo com uma loja repleta de máquinas de café espresso, rótulos de vinho que nunca encontrei na cidade e ainda por cima algumas cervejas realmente diferentes (pancadas para ser mais exato). Então entendi o porque do Farol - era para sinalizar que ali existiam coisas diferentes...



Acontece que a loja, chamada Lighthouse Cafés Especiais, é uma espécie de Meca do café aqui em Floripa, um ponto de encontro mais sofisticado. Por exemplo, algumas poucas vezes que pude ir lá tomar um café ouvi os fregueses de casa perguntarem: qual destes aqui não experimentei ainda? E o pessoal da Lighthouse prontamente apontou para este ou aquele senhor (que eles conheciam pelos nomes), que o café xyz eles já haviam provado, e que deveriam provar o xpto... Show.


Logo em outras visitas fiquei intrigado e pedi um café. Devia ser especial. Resultado: veio um curto preparado com todo cuidado (nada de produção seriada), sem açúcar e com aquele copinho de água com gás - para ser bebido antes do café para limpar o paladar. O café me impressionou, não precisou de açúcar ou adoçante, era realmente um café gourmet e adocicado por si só. Mas ao invés de levar um café especial acabei levando para casa uma cerveja para "meditar".


A loja é bacana, fora as bebidas tem muitos produtos para decoração para o bar, cozinha e escritório. As máquinas de café são um espetáculo a parte. Inclusive irão torrar e moer na loja em algumas semanas - e será um evento único para os que nunca sentiram o perfume do café sendo torrado e moído na hora...


Seguem mais algumas informações da loja e fotos para os curiosos, notem que não é uma matéria paga (bem que podia), mas trago um resumo desta história interessante de diferenciação e atendimento...

A Lighthouse Cafés Especiais é uma empresa em busca da novidade e do valor agregado para o cliente. Sua história é simples, iniciou as atividades com a distribuição de cervejas e chopps artesanais em 2005 - sob o nome de Armazém do Chopp. Tendo evoluído para a distribuição de cerveja especiais e importadas, com inclusive a fabricação da própria cerveja artesanal para os setor de hotelaria e turismo, quando então adotaram o nome de Craft Beer.



E o café? Bem, em 2009 iniciaram a comercialização de cafés gourmet e não pararam mais. Atualmente com o nome de Lighthouse Cafés Especiais, o pessoal comercializa tudo para cafés e especialmente produtos que não serão facilmente encontrados no comércio local. Vale a visita para um café bem tirado, um bate papo, ou mesmo levar um presentinho para casa.



Onde encontrar:
Rua São Jorge, 160, Florianópolis-SC, próximo ao Hippo da Av. Trompowsky /Rua Dom Joaquim
Telefone: +55-48-3333-0100
Email: coffee@lighthousecafe.com.br
Horário: Segunda à Sexta: 10:00 às 20:00 e Sábados das 9:00 às 13:00hs


A Polícia Civil prendeu nesta segunda-feira (23) dois homens suspeitos de vender champagnes falsificados durante mais de um ano no Distrito Federal. Na ação, foram apreendidas 224 garrafas do produto, avaliadas em R$ 30 mil, segundo a corporação.
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De acordo com o delegado-chefe da 11ª DP, Victor Dan de Alencar, os suspeitos usavam recipientes de uma marca de champagne de renome, colocavam um produto barato e revendiam para restaurantes e em festas de casamento e de aniversários de 15 anos em Taguatinga, no Lago Norte e na Asa Sul.

Os suspeitos vendiam cada garrafa da bebida por R$ 146. Segundo Alencar, o produto original é comercializado por R$ 250 em estabelecimentos comerciais e por R$ 550 em casas noturnas.

A polícia chegou até a dupla a partir de uma denúncia anônima. Um dos detidos pagou fiança e vai responder em liberdade. "Um dos autores ja foi preso pela Delegacia de Combate aos Crimes de Propriedade Imaterial [Dcpim], eles já são conhecidos da polícia. Neste caso, se colocam outra marca de champagne, estão cometendo o crime de estelionato", diz Alencar.

"O grupo age em todo o Distrito Federal, com divisão de tarefas. Há pessoas que alteram as substâncias da bebida e as embalagens, e tem os intermediadores, que procuram os compradores, e há aqueles que fornecem para esses intermediadores."

Segundo o delegado, há informações de que os suspeitos também misturavam uísque e vodca com outras substâncias, para fazer o líquido render mais. O laboratório da dupla não foi encontrado.

"Nos casos do uísque e da vodca, eles não trocam a embalagem, apenas alteram o que você está bebendo", disse. "Aí já é crime contra a saúde pública, muito mais grave e com pena mais severa. Dependendo do que colocam na bebida, a pessoa pode ter convulsão e levar até a morte. A gente orienta que nesses casos não compre bebida que desconheçam a origem."

A pena para estelionato é de 1 a 5 anos de prisão. No caso de crime contra a saúde pública, a pena é de 2 a 8 anos, informa Alencar.

* Matéria do G1



Inacreditável. Beber vinho tinto pode ser tão saudável quanto ir à academia. O cientista Jason Dyck da Universidade de Alberta no Canadá e colegas, descobriram que a combinação de castanhas e vinho tinto resultam em um complexo intitulado “resveratrol” que quando processado pelo metabolismo melhora as funções do coração, músculos e sistema ósseo – da mesma forma que uma boa malhada na academia. Em testes de laboratório, “resveratrol” provou ser um potente antioxidante nos testes realizados com ratos que desfrutaram daquela dieta. Agora é a vez de testar nos felizardos humanos esta dieta, e caso positivo certamente irão sintetizar uma droga, etc e tal, e acabar com toda a alegria.

Resta a nos, apreciadores de vinho, aproveitar a brecha da pesquisa, e de degustar os benefícios da dieta – mas claro, moderadamente, até porque duvido que os médicos corram no futuro próximo a alardear que todos podemos parar de ir à academia e abrir uma boa garrafa de vinho tinto... Porém vale pensar que uma garrafa ao dia, ou 40 minutos de malhação por dia garantirão o mesmo futuro... Basta ver só o estado do Schwarzenegger no final das contas... Um caco, como todos seremos. Salve Baco!

Nova legislação, aprovada na terça-feira pelo Ministério da Agricultura, permitirá o uso de diferentes ingredientes para a produção de cerveja nacionais

Entusiastas das artesanais, Scavone (E) e Tomasel são categóricos: “beba menos, beba melhor”
Foto: Anderson fetter / Agencia RBS

A nova regulamentação para a produção de cervejas aprovada na terça-feira será um divisor de águas para a indústria nacional. Dentro de pouco tempo, as cervejarias nacionais poderão usar matérias-primas variadas na fabricação da bebida mais querida dos brasileiros. Atualmente, as empresas do setor são impedidas de ousar em fórmulas que não se encaixem na receita tradicional da loira gelada, celebrizada pelos germânicos e adotada como padrão de qualidade e paladar no país. Mas, com a medida aprovada na terça-feira, é possível que, já a partir de 2015, a indústria esteja liberada para ousar em suas combinações. Tim-tim!

Sabe a tal da Lei de Pureza da Cerveja, uma norma alemã criada há cinco séculos e conhecida pelos íntimos como Reinheitsgebot? Esqueça-a. Para a felicidade geral dos paladares brasileiros, o Ministério da Agricultura aprovou na terça-feira uma instrução normativa que reduz as amarras na fabricação das brejas.

Vencidos os trâmites legais – o que inclui uma discussão com os hermanos do Mercosul –, será possível encher taças e canecos com cervejas produzidas a partir de ingredientes como frutas, especiarias, mel e leite. E encontrar alternativas ao modelo germânico, simbolizado pelo trio água pura, malte e lúpulo.

Na mesa de bar, isso irá significar que, em pouco tempo, será possível pedir cervejas de chocolate, laranja ou cravo e canela, por exemplo, e ouvir do garçom um animado “sim” . Basta haver voluntários, a partir de 2015 – expectativa do governo para a normativa vigorar –, dispostos a produzi-las.

E não falta gente assim. Segundo Marcelo Carneiro da Rocha, dono da Colorado, de Ribeirão Preto, existem mais de 200 microcervejarias no país. Com produção inferior a 500 mil litros por mês, elas são responsáveis, segundo Rocha, por uma fatia de mercado inferior a 1%. Mesmo assim, valiosa.

As artesanais têm alto valor agregado e são encontradas nas gôndolas a preços na casa de R$ 5 por uma long neck (355 mililitros) e de R$ 12 por uma garrafa (600 mililitros), como a família da Colorado. Será esta a principal faixa agraciada com a alteração na lei.

– É um divisor de águas. Tínhamos uma legislação muito engessada dentro do modelo germânico. E a história da cerveja não se limita à Alemanha – diz Rocha.

Com regras menos sisudas – mas atentas à qualidade, claro –, os cervejeiros poderão investir em diversidade. Ou, em bom português, poderão desenvolver sabores mais apurados e sofisticados.

É nisso que acredita o presidente da Associação Gaúcha das Microcervejarias (AGM), Micael Eckert, sócio da cervejaria Coruja. Segundo ele, cervejas assim já são tradicionais em outros países e, inclusive, aparecem em nossos supermercados – mas porque é permitido importá-las, e não porque sejam produzidas no Brasil.

– Belgas e americanos fazem muitas inserções de outros produtos, ao contrário dos alemães – explica.

O que muda com normativa é a maneira de os cervejeiros brasileiros investirem em produtos alternativos. Até a nova lei valer, eles não podem fermentar ingredientes que fujam aos tradicionais. Vez por outra isso acontece e, acredite, passa pela diligente fiscalização do governo. Um produtor criou uma cerveja com mel, “que é como se faz”, ele sublinha. Registrado pelo Ministério da Agricultura, o produto acabou “descoberto” tempos depois. Os agentes propuseram uma solução:

– Vamos deixar você continuar, mas vai adicionar o mel com a cerveja pronta – disseram.

A cerveja de mel perdeu parte do charme, até no batismo. Para efeito legal, virou uma burocrática “bebida mista de cerveja com mel”. Mas segue à venda, arrebatando adeptos.

Tanto Eckert quanto Rocha são unânimes em apostar na expansão do mercado, empurrado por consumidores dispostos a pagar mais por um produto melhor. Parêntese oportuno: das cervejas mais elaboradas às comuns, o Brasil engarrafou 13,7 bilhões de litros em 2012.

– Quem começa a tomar cerveja artesanal não volta atrás. Aguça a curiosidade – garante Rocha.

Estes repórteres, por experiência própria, concordam. E só não brindam porque, enquanto escrevem esta reportagem, estão em horário de trabalho.

Um segmento estimulado pela curiosidade do paladar

A cerveja proibida. A cerveja que não acontece. A cerveja amaldiçoada. Foram muitos os rótulos que a cerveja da marca Dado Bier, feita em parceria com fabricante de chocolates Kopenhagen, recebeu antes mesmo de poder ser comercializada. Após cinco anos de produção, o leite em pó presente no chocolate fez com que 10 mil litros da Dado Bier Double Chocolate Stout, já engarrafados, tivessem de ser submetidos à garganta do ralo.

Com base na lei, o produto foi refeito com 70% de cacau, sem leite. Lançadas neste mês, as primeiras 8 mil garrafas foram vendidas na semana que antecedeu o Dia dos Pais. O produto virou case de sucesso de ambas as marcas, mas, para o empresário Eduardo Bier Corrêa, o Dado, a lenda continua.

– Quantos litros teríamos vendido se a produção fosse maior? É para ver que, depois de tantos percalços, a cerveja ainda está cheia de mistérios – brinca o empreendedor.

A certeza entre os microcervejeiros e os sommeliers é a de que as cervejas artesanais vêm ganhando espaço nas prateleiras de supermercados. Não se pode desprezar a maior divulgação, mas grande parte do salto na preferência dos consumidores deve-se a algo muito mais subjetivo: a curiosidade de sentir novos sabores.

– As novas microcervejarias no país têm facilidade de entrar no mercado justamente porque personalizam seus produtos. Rapadura, aipim e frutas típicas brasileiras, por exemplo, são ingredientes que conquistam o público – explica o sommelier Marcelo Scavone.

Zero Hora submeteu quatro cervejas ao paladar de Scavone, do sommelier Rodrigo Tomasel e também ao gosto de um júri nem tão experiente assim. As cervejas que levam mel, café e frutas vermelhas foram aprovadas e aplaudidas por unanimidade.

A nota curiosa coube a um exemplar produzido a partir de erva-mate. Sem saber que este era o ingrediente, o júri de gaúchos torceu o nariz e colocou a cerveja de chimarrão na rabeira da lista. Só não desprezaram a máxima de todos os apaixonados por cervejas artesanais:

– Beba menos, beba melhor.


* Matéria da Zero Hora

por Bruna Scirea e Carlos Guilherme Ferreira


O final de tarde em Florianópolis na Primavera é deste jeito. Daí vem a idéia, porque não abrir aquela cerveja que fizemos e comemorar este lindo dia, e bata por do sol? Produzimos poucas, ainda mais que nosso companheiro Handerson está em período sabático fora do país, mas produzimos com qualidade e identidade.


Esta cerveja ficou no ponto: a Belgiam Blond Ale está com cor dourada escura, pois adicionamos algo diferente no primming (melaço de cana), usamos água mineral, ingredientes puro malte e muita atenção. Ficou o bicho, faltou a narração "Taca-lhe Pau Bebideria", pois é uma cerveja daqui mesmo, meio urbana, meio colona, meio "misxturada" mas bem Manezinha da Ilha - óióió.


Bebida pode ser produzida em casa e o investimento inicial começa a partir de R$ 1,5 mil. A UnB é a única universidade do país a oferecer uma disciplina específica sobre o assunto.

Com o mercado em crescimento, uma garrafa da bebida pode custar até R$ 180

A produção de cervejaria artesanal não é uma atividade exatamente nova, mas, nos últimos anos, o interesse pela prática - e, principalmente, a degustação da bebida - cresceu consideravelmente no Distrito Federal. Segundo os donos de bares e de lojas especializadas, o aumento na procura se dá principalmente pela curiosidade dos consumidores em sair do convencional e provar algo novo. Para se ter uma ideia, somente no último Dia dos pais as vendas cresceram 40% em um quiosque especializado que comercializa a bebida na cidade.

O preço não é dos mais baratos. Uma garrafa com 350 ml pode custar entre R$ 10 a R$ 180, dependendo de onde a bebida é fabricada. Por isso, em Brasília, o público que procura pelo produto é considerado de média e alta renda, formado principalmente por homens na faixa de 30, servidores públicos e de pessoas que já provaram esse tipo de cerveja em outros países. No entanto, com a procura crescente em Brasília, aos poucos esse perfil vem mudando e hoje já é possível encontrar jovens e mulheres que se interessam pelos novos sabores.

Anderson conta que é importante degustar para aperfeiçoar o paladar: "Aprendi tudo de maneira autodidata, lendo e provando"

O malte usado e a quantidade de lúpulo são usados para definir o sabor final da cerveja, por isso, o vendedor de uma tradicional cervejaria artesanal do Plano Piloto, Anderson Saraiva Pinto, 37 anos, diz que faz uma triagem com cada cliente antes de indicar uma cerveja. “Eu pergunto se ele gosta das mais amargas ou adocicadas. Também ajuda saber que cerveja (vendida em mercados) ele costuma beber”. Entre as várias opções disponíveis, Anderson recomenda as bebidas de origem alemã e belga para quem vai experimentar o produto pela primeira vez. “Elas são as mais fáceis de beber porque não amargam tanto”, explica.

O biólogo Matheus Andreozzi, 34 anos, admite que nunca foi um fã das cervejas tradicionais, vendidas em mercado, mas há tempo experimenta as novas marcas artesanais. "Sempre dei preferência aos destilados e só bebia cerveja com os amigos, agora tenho melhorado meu paladar para as artesanais”. Já o músico Silvan Carlos Nunes, 25 anos, descobriu na cerveja um novo jeito de beber. “Não é uma bebida para excessos, a cerveja artesanal é boa para degustar, até porque o preço e o teor alcoólico são maiores”.

Produção própria
A vontade de beber e a curiosidade fez crescer também o número de cervejeiros artesanais no DF. A Associação Cerva Candanga, que é um grupo de pessoas que produzem em casa a própria cerveja e que se reúnem regularmente para trocar experiências, conta atualmente com 24 membro. O médico veterinário Heitor Teixeira, 29 anos, e o publicitário Vicente de Paula, 31 anos, são dois deles e contam que conheceram a técnica por meio de um amigo e acabaram se arriscando nos maltes e nos tonéis.

Todo o processo de produção e engarrafamento é feito na própria casa de Heitor (e), que conta com a ajuda de Vicente

Depois de realizar muita leitura especializada, eles começaram a própria produção, com investimento inicial de R$ 500. “A gente já conhecia o processo, mas não sabia ao certo o que fazer. Começamos a pesquisar em alguns sites, em alguns programas de computador e aplicativos”, conta Vicente. O Beer Smith, um app de celular que auxilia desde as medidas dos ingrediente até a tonalidade da cerveja, foi um dos programas utilizados pela dupla durante o período de aprendizagem.

Eles contam que no início a produção era feita em garrafões de 20 litros de água. No entanto, com o aumento do interesse dos amigos, o armazenamento passou a ser feito em galões de 60 litros, o que garante, aproximadamente, 90 garrafas. O sucesso foi tanto que Heitor e Vicente criaram, inclusive, a própria marca, a Cruzburbier. A ideia agora é ampliar a produção com novos sabores. “O lance é a experimentação. Claro que cada pessoa tem seu segredo, mas como é manual, não tem como sair sempre igual”, diz Vicente.

Em média, para cada 20 litros de cerveja é necessário 6 kg de malte, 20 litros de água, 25g de lúpulo, responsável pelo amargor da bebida, e fermento. Para a produção, Heitor e Vicente contam que compraram alguns equipamentos usados, mas acabaram produzindo alguns outros. O investimento inicial, que contempla a aquisição de panelas, resfriador, mangueiras, garrafas, densímetros, entre outros aparelhos, custa em torno de R$ 1,6 mil.

O malte, lúpulo e fermento são a base para a fabricação da cerveja

Especialização
A Universidade de Brasília (UnB) é a única no país a oferecer a disciplina de Fundamentos da Produção da Cerveja junto à graduação do curso de química. Assim que foi oferecida na UnB, no primeiro semestre de 2013, a disciplina teve a procura de 212 alunos de várias graduações, incluindo história, filosofia e direito. No entanto, deviado a alta demanda, apenas 26 puderam cursar. Por isso que, atualmente, a disciplina é oferecida apenas aos alunos de química.

A cervejaria artesanal, porém, ainda não é regulamentada pelo Ministério de Agricultura e Meio Ambiente (MAPA). Um dos principais fatores é a grande carga de resíduos produzidos no processo. Para cada cinco quilos de malte são gerados cerca de nove quilos de compostos.

* Matéria Extraída do Correio Braziliense
Deu quase tudo certo! Quase.

Direto no balcão de atendimento informei que havia comprado um vinho estragado e que gostaria de trocar. A encarregada então me disse para levar a garrafa estragada e se eu tivesse inclusive o cupom fiscal. Sorte, estava com ambos em mãos. Minha opção seria pegar outra garrafa, ou usar o valor para abater em outra compra qualquer.


Acontecesse que eu queria realmente provar aquele vinho Rosé. Fui a luta! Busquei dentre os vinhos outras garrafas daquela, removi diversas garrafas da frente - notando que muitas estavam em pé, ou mesmo inclinadas para traz -  e nada de achar outro Português Rosé. Quando estava para desistir achei mais duas garrafas. Porém ambas apontavam indícios de problemas: rótulos bem danificados, corpo de fundo flutuando e cor similarmente à que comprei "amarronzada".

Tudo isso me levou a duas conclusões: se você é consumidor, guarde o cupom fiscal até o momento da degustação, ainda mais se o vinho for mais caro. E caso o vinho apresente problemas, guarde o mesmo como está para depois trocar, mas seja ponderado e não leve uma garrafa quase vazia. Agora se você é o comércio, guarde as garrafas deitadas, principalmente as mais "antigas", e em locais secos, sem odores e sem luz direta.
Raras vezes temos um "museu de grandes novidades" como este.  Novamente os nomes Senna, Piquet e Prost duelam nas pistas. Sim, para o que ainda não sabem estreou na madrugada de Sábado a FIA Fórmula E, um campeonato com bólidos totalmente elétricos, onde a nova geração de campeões e grandes nomes mundiais disputam lado a lado, mas com tecnologia completamente inovadora.



E o que isso tem a ver com vinho, comida e diversão? Tudo, afinal nos Brasileiros podemos no dia 13 de Dezembro de 2014 acompanhar uma excelente corrida de rua ali em Punta del Este no Uruguay. Punta, para os íntimos, traz ótima gastronomia, com muita carne, frutos do mar e excelente vinho. Aliás, daquele país vem um dos melhores Tannats do mundo.




Acima a primeira corrida na íntegra! Vitória de quem? Acompanhem, abram um vinho e compartilhem! Torço para o Senna, e vocês?

Clique aqui para acessar o calendário de provas da FIA Fórmula E, e fique de olho que Jacarépagua estava no radar da FIA para sediar a etapa Brasileira, pode?


Adoram reclamar das Segundas... Bem,  mudem este dia e transforme a semana toda! Comece bem fazendo algo que adora! Minha dica é um saboroso Strogonoff de Filé Mignon com muito Champignon, regado ao Whisky, acompanhando uma Stella, família em casa e por aí vai... É comida para comemorar, saborear e repetir!

Tais no trabalho e angustiado? Corre no supermercado na hora do almoço ou final do dia e prepare este prato, ou o de sua preferência - agiliza!


Primeiro, pique em cubos o Filet Mignon e o Champignon... Detalhe: olha o tamanho destes que achei no supermercado! Separe três panelas: uma para o arroz branco, outra para o molho branco e uma panela-frigideira de ferro para a carne... Bem antes de tudo abra uma Stella!


Arroz branco é arroz branco! Faça um né! Em paralelo, coloque o Champignon picado em uma panela previamente aquecida com Manteiga de Leite - nem te estresse com o colesterol, siga os Franceses e depois acompanhe o prato com Vinho Tinto. Deixe refogar e em seguida quando começar a secar adicione Azeite de Oliva, uma pitada de sal e depois o Creme de Leite. Misture muito. Enquanto isso, coloque os cubos de Filet em uma panela-frigideira de ferro bem aquecida, e os deixe selar por fora, e quando surgir água a escorra para dentro do molho branco! Esta é a DICA! No meu caso foram duas "secadas".


Reiterando - reserve a carne que tem de estar ela mal-passada, e coloque todo o molho da carne no molho branco. Adicione uma pitada de pimenta do reino e noz moscada, mexa bastante e depois meio extrato de tomate (puro, nada de pomarola), duas gotas de adoçante e vá misturando.

No final, quando o molho começar a espumar adicione a carne, e uma tampinha de Whisky ou Conhaque, mas não esqueça este toque. Daí mexa até que inicie novamente a fervura e deu. Tá pronto. Aqui em casa montamos o prato com Arroz Branco, Stronogonoff e Batata Palha. Acompanhando este servi aquele vinho mais famoso da Bebideria, o Português de Sadô Santa Sara.

INGREDIENTES:

  • Arroz Branco (não detalhar este né);
  • STROGONOFF:
  • Filet Mignon em cubos, 800g;
  • Champignon Branco 200g, ou "dos marrons" mas nada de Chitaque que é extremamente forte;
  • Manteiga de Leite, duas colheres de sopa;
  • Extrato de Tomate, duas colheres de sopa;
  • Creme de Leite, 400g;
  • Noz Moscada;
  • Pimenta do Reino;
  • Whisky ou Conhaque;
  • Azeite de Oliva a gosto;
  • BATATA:
  • Batata Palha Extra Fina Light (aqui em casa usamos a Mister Poteitos que não tem sal).




Para quem ainda não está sabendo, no dia 22 de novembro, sábado, o Felipe Nylande e o Thiago Belluf Inoue organizarão o Primeiro Food Truck Experience. Se trata de um evento, que visa reunir 15 food trucks (alguns simulados) com propostas diferentes, na beira-mar norte, no bolsão do Trapiche...

Vejam a matéria atualizada, cliquem aqui...

Se você curte comida de rua e quer ajudar a incentivar o evento, por favor, curta e compartilhe a página. Quanto mais pessoas forem atingidas pelo evento, mais a dupla acelerará o processo da criação da legislação de Food Trucks na cidade.

Aos poucos a dupla irá divulgar quais restaurantes estarão participando, horário do evento e outras informações pertinentes. Acessem o perfil do Facebook aqui!

ps: interessados em colocar um truck/futuro truck no evento, por favor, enviem um email para contato@foodtruckexperience.com

Esta é uma cerveja Dinamarquesa do tipo Lager puro malte. Aprofundando nas questões sensoriais, ela traz cor ambar levemente escura, espuma persistente bem branca e no paladar o leve amargor de lúpulo. Já no buque o malte é bem presente. Traz ainda um forte TA de 5,9% e nenhum traço de álcool residual no paladar, e tampouco usam do artifício de adoçar, ou adicionar açúcar para mascarar o álcool. Você apenas o percebe no final da latinha quando os "olhos brilham"....

Resumindo: que baita Dinamarquesa. Corra e pegue a sua! Sai por R$ 3,90 em Florianópolis (Angeloni).


Este é um autêntico Malbec Argentino. Cor intensa de rubi, sedoso, com fundo de frutas vermelhas, e muito potente mas com madeira bem controlada - não sobrescreve as demais características do vinho. O único porém deste vinho é o buque levemente alcoólico, muito visível ao se balançar a taça.

Resumindo, este malbec de Mendoza safra 2012 é uma ótima escolha para um vinho de combate. Traz potentes 14% de TA, e cai como uma luva com comidas mais pesadas, pois sua adstringência embora bem controlada, e sem taninos fortes ajuda a "trabalhar" os temperos, ou gordura de uma carne mais forte, ou mesmo Pizza. Indico ser servido levemente resfriado ao redor de 18oC a 20oC. Saúde!

Em Florianópolis por o Latitud 33 sai por R$ 20,90 a garrafa, e é facilmente encontrado em restaurantes locais entre R$ 35,00 a R$ 50,00 - mas não vale tanto.



Opinião minha: é difícil achar um Gaúcho tinto de qualidade com preço compatível, e o mesmo vale para Santa Catarina. Por outro lado, nos Brancos e Espumantes a qualidade pontua com preços acessíveis, mas vamos voltar a esta iguaria. Trata-se de um Merlot muito forte, com taninos e madeira muito persistente...


A descrição até parece de um Malbec, mas não é. Este tinto traz taninos acentuados que formigam todo o palato, tem fundo intenso de madeira, traz a tona frutas vermelhas, e é muito aveludado no paladar... Porém alguma coisa está forte demais, e ficará difícil comprar outra garrafa e tirar a prova real, afinal, comprei em Gramado há 2 anos atrás. Imagino que uma carne bem forte poderá acompanhar bem este vinho que traz 13% de teor alcóolico. Pergunta: alguém vai ao Sul nestes dias?


Vinho muito bacana, é simples e objetivo. Este corte Argentino de Mendoza das uvas Malbec e Merlot safra 2013 é um vinho para combate bem equilibrado. Traz a potência do Malbec e a fragrância do Merlot, que lhe confere maior equilíbrio. Nas sensações traz cor rubi intensa com grande sedosidade que persiste na taça e desce de modo suave e equilibrado: taninos leves, sem cheio de álcool e madeira bem presente mas sem descaracterizar o conjunto.

Este foi o presente de um grande amigo, o Lucas, mas infelizmente durou pouco. Como é fácil de se perceber na foto ele foi abatido na sua totalidade em apenas uma noite. Cheguei a procurar por mais deste vinho, e o curioso é que no site da Norton você encontra apenas a safra 2009 - imagine a potência daquela garrafa! Como o site está em Inglês, imagino que seja voltado ao mercado Norte Americano, portanto quem estiver de passagem pode aproveitar e dar um pulo em uma Liquor Store e comprar este baita vinho!




Este é um excelente vinho de trabalho, ideal para acompanhar as refeições do dia a dia, acho que cai bem para substituir totalmente os refrigerantes e sucos do cardápio. É um simples vinho tinto de mesa Merlot, e é isso mesmo. Nada demais; sem buque, taninos fortes, sem pronúncia de fundos frutados, com alguma sedosidade e com um porém: certamente algum corante, pois a cor é muito forte e deixa traços de "tintura" na taça.

Mas pelo preço, é uma grande pedida. Safra 2013, Chileno da região de Maipo. TA 13%. Sai ao redor de R$ 17,00 a R$ 20,00 aqui em Florianópolis.




Golpistas se aproveitam de brechas na legislação Chinesa de marcas e patentes e registram marcas globais de vinho naquela País. O último caso apavorante é da Treasury Wine Estates da Austrália, detentora da mundialmente famosa Penfolds, que produz excelentes vinhos madeirados e potentes...

Os sorrateiros Chineses golpistas se antecipam ao lançamento de marcas globais na China e correm para registrar localmente uma marca notoriamente conhecida. É mole? No final das contas, resta a marca notória três opções: comprar a preço altíssimo novamente sua marca do golpista local, ou mudar sua marca, ou ainda entrar em uma longa e exaustiva briga judicial onde a China irá privilegiar o Chines obviamente. No caso da Penfolds, escolheram a briga na Justiça, e enquanto isso o consumidor é prejudicado pois lá, a Penfolds não pode vender tem de esperar todo trâmite.



É notória a ação destes golpistas, chegaram a registrar marcas Francesas e ainda por cima ganharam na Justiça! E segundo os especialistas um tal de "Li Daozhi" é um conhecido nome neste negócio "estranho" de vinhos e foi o ganhador da briga China versus França. A coisa é tão esdruxula que no mês passado outro golpista, está processando a fabricante americana de veículos elétricos TESLA em U$ 3,84 milhões pelo uso e comercialização de veículos TESLA na China! Zhan Baosheng, o autor da peça alega que iria fabricar na China um carro com o nome "Nikola Tesla" em homenagem ao inventor Italiano...


Nisso tudo fica a grande preocupação: Como o Brasil reconheceu a China como economia de mercado, podemos receber em breve vinhos Chateau Lafite Rothschild "Made in China"! Mais do que nunca precisaremos ler os rótulos com cuidado e atenção.

Entenda o básico de registro de marcas e patentes: existe um princípio de data de registro do pedido em conjunto com uma busca de anterioridade. E é neste segundo ponto que a China falha, pois não respeita a anterioridade de marcas notórias e existentes em outros países... Para saber mais acesse o INPI - nosso instituto que cuida do registro de propriedade intelectual.


É uma Belga excepcional. Logo que você a abre e serve o copo é percebida aquela cor caramelo escura, uma espuma densa de cor creme, um requintado buque aromático de lúpulo, e lá no fundo o amargor de lúpulo e malte maturado. Esta Trappist apresenta TA de 9,2% mas sem gosto aparente algum do álcool e média sedosidade (aquela transparência do álcool que persiste quando o copo ou taça é levemente movimentado).

Digo apenas que esta número 6 vale cada gota, pena que é pequeninha e custa R$ 19,50 a garrafa. Ainda experimentarei os outros números, 8 e etc... De todo modo, é realmente uma cerveja para degustação, aliás, meditação.


Saúde!

Aqui em Florianópolis o tempo anda meio avesso - ora nos 26oC e ora nos 17oC. Uma beleza para a saúde. Portanto segue a dica de um prato muito saboroso acho que até leve... Uma Galinhada para Tempestades. Vamos lá:

Em uma panela aquecida com óleo de canola coloque o alho picado até dourar, adicione os caules da salsinha para refogar e em seguida o frango picado em cubos com o milho.  Deixe tudo iniciar a dourar, mas não demais pois o frango deverá atingir o ponto na próxima fase... Neste momento adicione o sal, pimenta do reino a gosto e o açafrão.



Em seguida adicione o arroz arbóreo e deixe refogar tudo até quase secar, assim o arroz pegará o gosto do frango e temperos. Neste momento adicione opcionalmente vinho branco para mais uma refogada até secar, ou adicione água até cobrir tudo, então baixe o fogo e deixe cozir testando o ponto do arroz - toda vez que
estiver quase seco prove o arroz e adicione um pouco de água, e no finalzinho em cima de tudo coloque os 200ml de creme de leite e o restante da salsinha.

Sirva com vinho branco ou tinto, e aproveite as trovoadas! Aqui harmonizei com este bom vinho de mesa, o Cabernet Sauvignon Aromo Chileno. Uma grande pedida, posteriormente falo mais dele!




INGREDIENTES:
  • 500g de Peito de Frango picadinho; 
  • 1 chávena e meia de arroz Arbóreo (para Risoto); 
  • 1/3 chumaço de Salsinha; 
  • 1/2 colher pequena de açafrão; 
  • 4 dentes de alho; 
  • Tempero alho e sal (a gosto) 
  • Pimenta para companhar no prato (não na receita) 
  • Pimenta do reino a gosto; 
  • 200ml de creme de leite; 
  • 100g de milho







O comentário ganhador do Concurso “Cultural” me induziu a algumas reflexões e perguntas. Vocês deixam ou deixariam um menor de idade tomar vinho?

Pessoalmente, como todo bom italiano, comecei a tomar vinho bem cedo, de criança mesmo: durante as refeições o meu avô costumava me servir um golinho diluído com água para me acostumar e o meu pai continuou me educando a beber responsavelmente da mesma forma, até me deixar tomar vinho puro quando adolescente (mas sempre em pequenas quantidades). Na Itália, como em outros Países do Velho Mundo, é uma questão cultural, lá a maioria dos pais faz isso. No meu caso gostei particularmente e depois quis aprofundar e estudar o assunto, mas mesmo os menos preparados, de uma forma geral, acabam tendo um paladar mais educado desde cedo.

É obvio que “moderação” tem que ser sempre a palavra-chave e que não podemos deixar menores tomando livremente álcool à vontade.

Mas por outro lado fico entediado na frente de campanhas falso-moralistas e das cruzadas proibicionistas, especialmente norte-americanas, que querem modificar os estilos de vida dos outros. Sinceramente fico mais preocupado com o elevado consumo de Coca-Cola, que é a primeira causa de obesidade infantil. E, segundo algumas recentes pesquisas, estes refrigerantes pareceriam conter até substancias cancerígenas. Já, pelo contrário, os efeitos benéficos do vinho seriam inúmeros (mas lembre-se da palavra-chave).

Além de tudo, acho que quem aprende a apreciar vinho (e álcool em geral) com moderação desde cedo dificilmente possa cair no vicio dos super-alcoolicos, verdadeira praga para a juventude mundial.

Enfim, não acho um pai que deixa o próprio filho se entupir de refrigerante mais responsável de um outro que o educa a um consumo consciente com um golinho de vinho uma vez ou outra.

O que vocês acham? Qual é a idade certa para começar a provar vinho? Uva fermentada ou química gaseificada?

* Extraído do MondoVinho

Aos 64 anos, Jim Koch, cofundador da Boston Beer Company, tem uma boa razão para brindar com uma garrafa de uma de suas marcas registradas, a Samuel Adams Boston Lager. Ele acaba de entrar para um clube restrito de empresários bilionários fabricando cervejas artesanais.

Na segunda-feira, o índice de bilionários da Bloomberg estimou o valor líquido de Koch acima de um bilhão de dólares pela primeira vez, tornando-o a primeira pessoa a fazer essa quantia de dinheiro com cerveja artesanal.

A ascensão de Koch ao clube bilionário é uma mostra da força que vem ganhando a indústria de cerveja artesanal. As vendas americanas do setor tem crescido pelo menos 10% por ano. Mas também é uma prova do sucesso particular de Koch e seus co-fundadores. Desde a fundação Boston Beer, em 1984, eles aumentaram a variedade de produtos, capacidade de produção e a rede de distribuição incansavelmente, mostrando que a produção de cerveja de alta qualidade pode ser um bom negócio se for bem feito.

A empresa está a caminho de vender mais de 3 milhões de barris de cerveja em 2013, cerca de 1,2% do consumo total de cerveja do país.
Que final do dia espetacular. Um lindo pôr do sol fotografado ao pedalar na volta do trabalho, e a sorte de encontrar no supermercado Hippo este vinho que nunca havia ouvido falar...



Este Chileno começa inovando pelo rótulo que é muito simples e expressivo. Após o impacto da garrafa temos na taça um rubi escuro que não traz traço algum de corante no paladar, e logo após vem um fundo fechado de madeira com misto de frutas vermelhas, sendo que os taninos fecham um pouco na boca mas são bem agradáveis. Resumindo, este vinho se posiciona paradoxalmente entre um vinho de mesa requintado e abaixo de um vinho de degustação bem simples. Difícil de posicionar mesmo, mas por R$ 18,90 vale muito a pena a tentativa e erro.



Acho o Sencillo Cabernet Sauvignon do Valle Del Maule é um dos vinhos mais fáceis de beber que me deparei neste ano. TA de 12,5%, safra 2012.