Quando o assunto é cerveja, as discussões são das mais acaloradas. Todo apreciador tem sua marca favorita e a defende com quase o mesmo fervor e entusiasmo de um torcedor de futebol. Cerveja no Brasil é coisa séria. Foi pensando nisso que, pela primeira vez na revista, tivemos a ousadia de promover uma grande degustação do tipo mais popular consumido no país, as Pilsen, e eleger as melhores em qualidade.

Para que tudo ocorresse da melhor maneira possível, adotamos alguns critérios. Primeiro, pesquisamos quais eram as marcas mais facilmente encontradas nos supermercados. Feita a seleção, fomos às compras. Respeitando os prazos de validade de cada marca, adquirimos todas as amostras a ser degustadas e, por meio de sorteio definimos a ordem em que seriam apresentadas aos jurados. Apenas duas pessoas de nossa equipe, que, claro, não participaram da prova, sabiam a ordem das garrafas. Foram 21 marcas, que demandaram cerca de 2 horas de degustação.

A grande campeã para nosso júri foi a Heineken, que recebeu as notas mais altas. Vale lembrar que, antes de ser feita a média das avaliações dos jurados, eliminamos o maior e o menor valor aferido a cada marca. Na sequência, até o sexto lugar, temos cervejas que se destacaram e que formam um grupo separado das demais amostras degustadas. Pela ordem, são elas: Eisenbahn Pilsen, Kirin Ichiban, Therezópolis Gold, Saint Bier e Way. Todas apresentaram, além de notas altas, comentários positivos dos degustadores. As demais amostras, como tiveram notas praticamente iguais, com diferenças de décimos, formaram grupos (leia o quadro).

O estilo pilsen
As cervejas do tipo Pilsen são as mais consumidas em todo o mundo. Relativamente jovens na história da cerveja no mundo – que conta com relatos de sua existência desde aproximadamente 6000 a.C. –, o estilo surgiu em 1842 na cidade de Pilsen, na República Checa, e rapidamente caiu no gosto do consumidor. Alguns fatores justificam esse sucesso. Até então as cervejas eram mais escuras, turvas e mais complexas. As Pilsen surgem como uma opção mais leve, fácil de beber e com uma bela cor dourada e brilhante.

O Brasil segue a tendência mundial de mercado, tendo-a como a cerveja mais consumida. Porém, especialistas alertam que o que o consumidor bebe como Pilsen no país, na verdade, é uma variação do estilo, diferente do que os guias técnicos mostram e de como a cerveja é oferecida em países tradicionais. As principais diferenças estão no amargor, bem mais baixo nas versões nacionais, e no uso de cereais não maltados, como milho e arroz, em sua fórmula, ao contrário das tradicionais, que usam apenas malte de cevada. Conservantes e estabilizantes também aparecem em algumas versões, o que não acontece nas que seguem a receita original.

O ponto mais polêmico é a temperatura de serviço. No Brasil, a regra do “estupidamente gelada” é levada à risca. Sabe-se que, apesar do clima tropical, essa é uma estratégia apresentada pela indústria para mascarar eventuais defeitos ou até mesmo atributos negativos no sabor, já que o frio inibe a ação de nossas papilas gustativas. Além disso, a maioria das marcas nacionais, como mostrou nossa degustação, são bastante similares entre si.

Umas das questões que mais influenciam na qualidade da cerveja Pilsen servida no copo é seu frescor. Quanto mais perto da data de fabricação, melhor tende a ser a cerveja. Isso porque o estilo é bastante frágil a variações de temperatura, trepidações, luz, entre outros fatores. Portanto, em geral, quanto mais jovens, melhor.
Para nosso tira-teima, as cervejas foram adquiridas na forma que estão disponíveis para o consumidor comum, direto das gôndolas. Todas as amostras compradas estavam dentro da data de validade apontada pelo fabricante, e nenhuma delas com menos de um mês da data final. No evento Ao Vivo, convidamos consumidores presentes, e alguns especialistas, a degustar as cervejas às cegas, em ordem aleatória sorteada pela revista.

A ideia de misturar consumidores e especialistas tinha como objetivo entender a percepção de duas frentes distintas. A primeira surpresa na tabulação das notas foi que ambos seguiram a mesma linha, com pequenas variações entre as preferências.

O júri de especialistas foi formado por: Estácio Rodrigues, Instituto da Cerveja; Raphael Rodrigues, site allbeers.com.br; Luis Celso Jr., blog bardocelso.com; Marcos Nogueira, blog bardonogueira.com; Miguel Icassatti, de Men’s Health; Paulo Almeida, do Empório Alto dos Pinheiros e Larissa Januário, do blog semmedida.com.





Foto: Jean Pierre Muller/AFP

Hotel de luxo fica ao lado de vinícola premiada no sul do país.
Massagens e terapias são à base de uva e vinho.

Foto: Jean Pierre Muller/AFP

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Hóspedes de um hotel de luxo próximo a uma vinícola no sul da França podem provar as uvas plantadas na região não só tomando vinho, mas sentindo-as na própria pele.

O "Les sources de Caudalie", na cidade de Martillac, tem um spa temático em que todos os produtos são à base da fruta. Eles são desenvolvidos pelo laboratório Caudalie, que afirma utilizar pesquisas da Universidade de Bordeaux para criar os cosméticos.

Entre as opções, há massagens os cremes feitos com vinho e um tratamento para a pele com sementes de uva.

O cliente também pode beber vinho enquanto relaxa em um dos banhos de ofurô.


Foto: Jean Pierre Muller/AFP
O hotel oferece ainda degustações e passeios à vinícola Chatêau de Smith Haut Laffite, de onde vem a bebida servida lá.

No Brasil, a marca tem um franqueado, o Spa do Vinho Caudalie. Localizado em Bento Gonçalves, no Vale dos Vinhedos do Rio Grande do Sul, o local também oferece tratamentos nessa linha de "vinoterapia".

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 Em uma cidade fria como Curitiba, trocar a tradicional cerveja pelo vinho não é uma opção que parece de todo inusitada. Foi desta forma que pensou Junior Durski em 2006, quando, motivado por uma “fatalidade”, resolveu criar a sua própria adega e fazer dela referência nacional no segmento.

Durski confessa que até pouco antes da abertura do negócio era fã apenas de cerveja e vodka. “Até que um dia acabei indo a uma adega e comprei vinhos, mas comprei todos errados”, relembra Júnior, que é chef de cozinha dos restaurantes Durski e Madero. Os R$ 20 mil investidos de forma equivocada foram o combustível para que Durski começasse a estudar sobre o assunto. “Pensei ‘agora então vou ter que acertar a minha compra’, quando eu resolvi fazer uma carta de vinhos sem entender fiz uma bobagem”.

O que começou como estudo, logo passou a ser paixão. “Muito rapidamente eu vi que vinho é muito melhor do que cerveja e vodka, que eu nunca mais tomei. Fui me apaixonando cada vez mais pelo negócio”. E como todo apaixonado, o chefe não mediu esforços para montar sua adega. São cerca de 2.400 rótulos de países de todas as partes do mundo, e uma estrutura de três andares, blindada, que armazena as bebidas de acordo como convém a cada uma. “Eu tenho isso em mim, de fazer bem feito e fazer grande”, avalia.

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Alguns rótulos se destacam entre toda essa variedade, seja pela safra, preço, qualidade, ou história. O vinho mais longevo da adega Durski é um Taylor’s Scion, um Vinho do Porto que data de 1850, e custa R$ 26 mil. “Apesar de ser de 1850, ele foi engarrafado no ano passado. Essa vinícola comprou uma outra, em Portugal, e quando eles foram reformar viram no fundo de uma parede falsa dois barris de vinho. Experimentaram e o vinho estava maravilhoso, porque estava dentro daquele ambiente, decerto por conta das guerras”, contou Júnior.

Apesar de este exemplar estar em boa forma, Durski alerta que a máxima “quanto mais velho o vinho, melhor” é apenas mito. A qualidade da bebida depende de uma série de variáveis, como a safra, se ele está pronto para o consumo, se ele vai evoluir mais. Ele lembra de uma situação em que um produtor francês lançou um desafio a Durski e outros 15 especialistas – diferenciar, na taça, qual vinho era vendido por € 6, e qual era vendido por € 600. O mais barato foi escolhido pela grande maioria. “Ele estava em um momento melhor, estava no auge. O outro ia precisar de mais 10 anos para chegar lá. Ele vai evoluir e vai se tornar um vinho fantástico em 2020”, assegurou. Esse auge, segundo Durski, dura entre dois e três anos.

A adega comporta alguns vinhos de valor bastante elevado. Para sair do estabelecimento levando um Château D’Yquem produzido em 1904, o mais caro do local, o cliente terá de desembolsar a quantia de R$ 36 mil. De acordo como chefe, esse é um valor praticamente hipotético, já que ele nunca vendeu um vinho nessa faixa de preço. “Não é nem 0,1% (do total de venda), é 0% mesmo)”. Durski explica que mantém esses vinhos por ser um colecionador, para ter uma carta de vinhos de qualidade, e também por considerar como um investimento.

“Vinhos desse tipo têm valorização comparável à da Bolsa de Valores, ouro, e coisas do tipo. Esse Château D’Yquem, por exemplo, tem poucas garrafas no mundo, e todo ano alguém se emociona e acaba tomando uma, isso valoriza”, conta Durski, sustentando que também há o contra-peso da falta de liquidez. “Se eu resolver vender hoje não vende, é igual obra de arte”, afirmou. Ele também acredita que se a carta de vinhos possui essas opções, instiga automaticamente as pessoas a consumirem uma bebida um pouco mais cara.

Para quem prefere não gastar tanto em um vinho, a adega também oferece garrafas a preços mais acessíveis, como o argentino Alamos Malbec, safra 2009, que é vendido por R$ 45. Também são opções as meia-garrafas, e 1/4 de garrafa. A carta completa pode ser acessada no site do Durski.

Turismo
Com tantas opções, a adega Durski virou um centro de referência sobre o assunto em Curitiba, e também no Brasil. Com prêmios nacionais no currículo, o estabelecimento recebe constantemente visita de especialistas, colecionadores e interessados. Durski conta que médicos de todo o mundo vão conhecer o local.

Dentre as visitas ilustres, Durski se lembra de uma passagem do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, já depois de ter deixado o cargo. “Um dia estávamos eu e ele na adega conversando sobre vinhos, aí ele pegou um Romanée-Conti de 1978 e falou: ‘Júnior, esse vinho aqui é fantástico’. Eu respondi: ‘Diga que vai ser candidato a presidente de novo que eu abro a garrafa’.”

Futuro
Durski não planeja uma expansão da adega, mesmo porque não existe nenhuma premiação para a maior variedade de rótulos, o que o motivaria. O objetivo agora é mantê-la atualizada com as novas safras que entram no mercado. “Eu não sossego, se eu posso fazer melhor, eu vou fazer melhor”, finalizou.

Serviço
A adega Durski fica na Avenida Jaime Reis, 254, centro de Curitiba
(41) 3225-7893

O Restaurante Durski abre de terça a quinta-feira, das 19h45 às 23h. Sextas e sábado das 18h45 às 23h30.
(41) 3225-7893

O Restaurante Madero Prime abre de segunda a quinta-feira, das 12h às 14h30 e das 19h45 às 23h. Nas sextas das 12h às 14h30 e de 19h45 à meia-noite. Aos sábados das 12h às 15h30 e das 19h45 à meia-noite. Domingos das 12h às 22h.
(41) 3013-2300
Foto: Divulgação/Sklárna

Segundo o estabelecimento, bebida amacia e regenera a pele.
Banheira com água quente recebe 5 litros da bebida.
Turistas que quiserem mergulhar (literalmente) na cultura cervejeira da República Tcheca podem não só experimentar as muitas variedades da bebida no país, mas procurar um dos “beer spas” (spa de cerveja) que atraem muitos estrangeiros.

Um deles fica no Sklárna, um complexo na cidade de Harrachov que reúne fábrica de cristal, cervejaria, museu e um balneário dedicado à bebida.

Foto: Divulgação/Sklárna
O banho é preparado com "água da montanha" aquecida a 36°C, à qual são adicionados 5 litros de cerveja, tanto clara quanto escura, não filtrada e não pasteurizada. A água também recebe lúpulo, que, segundo o site, atua como um antibiótico natural.

De acordo com o spa, a cerveja tem “efeito rejuvenescedor” para a pele, pois possui vitaminas do complexo B, proteínas e sais minerais que a deixam macia e regenerada.

O banho de 30 minutos, seguido por mais 30 de relaxamento e com direito a duas cervejas (essas para beber) custa R$ 80 para uma pessoa e R$ 150 para o casal, em banheira dupla.


Teor alcoólico de um vinho artesanal varia de 10% a 12%.
Unidade fica na Serra Gaúcha, principal produtora da bebida do Brasil.

As duas parreiras de Haroldo da Silva, de Botelhos, em Minas Gerais, dão muita uva. Para aproveitar a produção, ele está com a ideia de fazer vinho artesanal. A Embrapa Uva e Vinho, principal centro de pesquisas do país voltado para essas atividades, tem uma receita simples para preparar a bebida.

A história da Serra Gaúcha, principal produtora do Brasil, sempre foi ligada a história da bebida no país. A região, muito marcada pela imigração italiana a partir do final século 19, abriga centenas de fabricantes, de famílias que produzem vinho caseiro, com receitas antigas, ou empresas modernas que elaboram vinhos famosos em escala comercial.

A maior parte das vinícolas da serra se concentra no Vale dos Vinhedos, na região de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul. Com colinas suaves, fazendas bonitas, hotéis e pousadas, o lugar atrai turistas o ano todo. Não por acaso fica na Serra Gaúcha a Embrapa Uva e Vinho, principal centro de pesquisas do país voltado para essas atividades.

“É possível fazer vinho em casa. A uva tem que ser sadia, madura e sã. Uva niágara é uma uva de mesa muito utilizada no Brasil e também pode ser usada pra elaboração de vinho. A uva niágara rende em torno de 70% a 75% de vinho. Então, teoricamente 15 quilos de uva para obter dez litros de vinho”, explica Irineo Dall’Agnol, produtor de vinho, enólogo e responsável técnico do laboratório da Embrapa.

A uva usada na Embrapa é a isabel, mas as etapas da receita são as mesmas para qualquer variedade. Primeiro, as bagas devem ser colocadas em um tacho ou panela. Depois, tudo deve ser espremido. A higiene é fundamental durante toda a receita. Panelas, tachos e mãos precisam estar lavados e limpos.

O suco de uva que vai surgindo é o que os técnicos chamam de mosto. O líquido doce e melado vai entrar em processo de fermentação. Isso ocorre graças ao contato do açúcar das uvas com alguns tipos de fungos que se desenvolvem naturalmente nos vinhedos. Os fungos invisíveis a olho nu também são conhecidos como leveduras.

Alguns dos fungos que vivem na natureza não são bons para o sabor do vinho. Por isso, o enólogo da Embrapa recomenda a utilização de um tipo de sal para fazer uma seleção. O metabisulfito de potássio pode ser comprado em farmácias de manipulação. Ele elimina os fungos indesejáveis e mantém vivos no mosto apenas as melhores leveduras para a fermentação do vinho. A dosagem recomendada é de um grama do produto para dez quilos de uva. “Dissolve no próprio mosto e logo a seguir adiciona à massa de uva”, explica o enólogo.

O material deve ser bem mexido. Em seguida, o líquido e a casca são transferidos para um garrafão de vidro. Nessa etapa, o enólogo aproveita para dar outra dica importante: não é em qualquer panela ou tacho que se presta pra fazer vinho. “Áço inoxidável é o indicado. Vidro também é muito bom. Não é aconselhável usar madeira”, diz.

Para que a fermentação ocorra de maneira equilibrada, o pessoal da Embrapa tampa o garrafão com uma rolha de silicone que contém uma mangueira que fica mergulhada numa garrafinha de água para permitir a saída do gás carbônico que se forma com a fermentação e, ao mesmo tempo, impedir a entrada de oxigênio.

Quem for fazer o vinho em casa pode usar uma rolha comum. O fundamental é fazer um furo e colocar uma mangueira, seguindo esse mesmo modelo. Durante os primeiros cinco dias da fermentação é importante revirar o material duas vezes por dia para misturar a casca e líquido.

No quinto dia é hora de descartar o material sólido que fica boiando e transferir apenas a parte líquida para outro recipiente. Com o líquido já separado, dois cuidados são fundamentais: manter o garrafão sempre bem cheio e a cada dez dias transferir o líquido para um novo recipiente. A medida tem o objetivo eliminar a borra, que é a pasta que se forma fundo do vidro.

O pessoal da Embrapa recomenda que a mangueira para a saída de gás carbônico seja mantida durante pelo menos 40 dias. Quando a água da garrafinha parar de borbulhar o garrafão já pode ser vedado com uma rolha comum, sem furo.

Nesse momento, aos 40 dias, outra medida importante é adicionar a segunda dose de metabisulfito de potássio. Dessa vez, a quantidade usada deve ser de um grama do produto para cada dez litros de vinho.

A partir daí começa a etapa de envelhecimento, que pode durar de seis meses a um ano. Nesse período, o vinho deve ficar fechado em um garrafão ou garrafa comum e mantido em ambiente fresco para desenvolver aromas e apurar o sabor. Passada essa fase, é só servir.

O teor alcoólico de um vinho artesanal varia de 10% a 12%. A Embrapa preparou duas publicações com mais informações sobre o assunto: uma sobre vinho tinto e a outra sobre vinho branco. Cada livreto custa R$ 10 já com as despesas de Correio. Os interessados devem escrever para:

Embrapa
Caixa Postal 130
Bento Gonçalves – RS
CEP.: 95.700-000

Fonte: G1 & Globo Rural

Cervas do tipo Stout, o cara tem que curtir. Não é muito minha praia (ainda), mas esta nacional foi bem interessante. 

A Tupiniquim Chocolate abriu bem o final de semana. O toque de cacau é bacana. Com espuma densa e adociada, de persistência média, o toque brasileiro foi uma boa combinação. 

Na boca é cremosa e o amargor é bem controlado, com leve toque de tabaco, mas duçor, caramelo está ao fundo. O lúpulo pouco aparece, deixando ela bem redonda.

Esta Ale é bem elaborada e consistente. Tenho que explorar mais este universo das escuras. 

Para comprar, acesse Beer King.

Bons goles.








Cerca de 100 pequenas vinícolas da serra do Rio Grande do Sul estão fechando. Os agricultores têm desistido de processar a uva por causa dos prejuízos. A situação preocupa o setor vitivinícola.
Situação de produtores preocupa o setor vitivinícola da região.
Entidades buscam alternativas para evitar que situação se agrave.

Sindicatos e entidades representativas buscam alternativas para evitar que a situação se agrave. Uma das ideias é criar uma cooperativa entre os pequenos agricultores.

Só em Flores da Cunha, cidade com maior número de vinícolas do estado, 50 dos 180 produtores já desistiram de produzir vinho. A cantina da família Andreazza, por exemplo, virou um depósito. As pipas de inox, adquiridas para melhorar a produção, estão paradas. O agricultor Santo Andreazza, que já produziu 140 mil litros de vinho por ano, resolveu abandonar a produção. "Dá mais lucro vender a uva do que fazer vinho", lamenta.

Os vinhos importados, que competem em preço com os nacionais, a venda desenfreada dos chamados coquetéis, que imitam os vinhos, e a falta de incentivo para os pequenos produtores são apontados como os principais fatores para este cenário. "A questão tributária é um grande problema. As pequenas empresas têm que cumprir todas as exigências legais de uma grande empresa. O custo desta empresa por litro de vinho é bem maior do que uma empresa de grande porte", diz Olir Schiavenin, presidente da Comissão Interestadual da Uva.



Vinhedo em Cocalzinho produz quatro mil garrafas vendidas por até R$ 70.
Revista de gastronomia apontou tinto como um dos cem melhores de 2012.

Um médico do Distrito Federal com uma paixão de longa data por vinhos e sem nenhuma experiência na área decidiu, em 2004, implantar um vinhedo e produzir os primeiros vinhos tintos finos do cerrado. A experiência foi tão bem-sucedida que, logo na primeira colheita comercial da safra, em 2010, o Banderas, um dos rótulos produzidos, foi apontado como um dos cem melhores vinhos tintos do mundo em 2012 por uma publicação especializada em gastronomia.

O sucesso comercial se traduz em números. As quatro mil garrafas da safra de 2010 das marcas Banderas e Intrépido, comercializadas a R$ 65 e R$ 70, respectivamente, foram todas vendidas.

Natural de Piracanjuba, em Goiás, o otorrinolaringologista Marcelo de Souza diz que não cresceu próximo a fazendas e nunca teve experiência com plantações. Segundo ele, a paixão por vinhos surgiu quando se mudou para São Paulo para fazer uma especialização. Ele conta que era vizinho de uma importadora da bebida e que adquiriu como hábito passar pela loja para experimentar vinhos de diferentes partes do mundo.

Ao voltar para Goiás, Souza continuou a estudar a bebida e passou a frequentar grupos de degustação como hobby. A ideia de implantar um vinhedo surgiu, segundo ele, “a partir de uma analogia”.

"Foi uma analogia das necessidades que a videira tem para amadurecer a uva. Temos as mesmas condições climáticas de regiões produtoras, com temperaturas semelhantes às do verão mediterrâneo", disse. "O cerrado de altitude tem dias secos e quentes e noites frias, como nos países produtores de vinho. Temos o potencial climático para termos uma grande uva e, logo, um grande vinho."

Souza explicou que as noites frias favorecem o amadurecimento equilibrado de todos os componentes da uva, como a casca, a semente e a polpa. “Uva para chupar é um tipo de uva, e clima bom para amadurecer esse tipo de uva não é o mesmo perfil climático de uma outra região boa para amadurecer uva para vinho”, afirma. "Se tudo é perfeito, você colhe uma grande uva. O clima dá a parte final para fazer um vinho de qualidade", disse.
Cocalzinho de Goiás
Em 2004, o médico saiu com a família em busca de um solo adequado para plantar o vinhedo e escolheu um terreno em Cocalzinho de Goiás, município goiano na Serra dos Pireneus. Souza fixou residência em Pirenópolis com a família, para poder conciliar os cuidados com o vinhedo e o trabalho de médico em Brazlândia, no DF.

O passo seguinte foi iniciar o plantio de 78 fileiras de 200 metros de mil mudas de quatro variedades importadas da Itália: tempranillo, syrah, barbera e sangiovese.

Depois de colher as quatro toneladas da uva, a fruta é levada para a cidade, onde é processada em um galpão de produção e passa pelo processo de fermentação e maturação em tanques de inox.

O processo seguinte é colocar o líquido em barricas de carvalho americanas e francesas, onde podem passar até seis meses antes de serem engarrafadas. Souza explica que a finalidade delas é deixar o vinho mais encorpado e macio. “Passar o vinho pela barrica faz com que a cor fique mais firme e mais escura. Os aromas da barrica acrescentam-se aos aromas do vinho e fazem com que ele fique mais rico e mais interessante”, explica.

O período para atingir um vinho de qualidade é longo. Da colheita até o engarrafamento da bebida, o processo leva até dois anos.

Rótulos
O vinho Banderas, o mais famoso produzido pelo médico, tem predominância da uva barbera (85%) com 10% de tempranillo e 5% de sangiovese.

Em 2012, o Banderas foi considerado um dos cem melhores vinhos do mundo pela revista "Prazeres da Mesa" – lista na qual apenas sete marcas eram brasileiras. O rótulo também foi considerado pela revista "Baco" como um dos três melhores vinhos brasileiros acima de R$ 60 e o "Anuário do Vinho Brasileiro 2013" listou o Banderas como o melhor da categoria “outras castas tintas”.

Segundo Souza, o rótulo tem aromas bastante frutados e sabores intensos com notas de chocolate e de café. "É um vinho macio e pronto para tomar, não precisa guardar para melhorar."

Já o Intrépido tem predominância de syrah (87%) com 13% de tempranillo e é comercializado a R$ 65. "Ele é duro e tânico, o tipo de vinho que evolui na garrafa", diz Souza. "O perfil do vinho é de frutas vermelhas e escuras, além de especiarias, como cravo e pimenta."

Sobre o preço relativamente elevado dos produtos, Souza afirma que além da qualidade atestada por premiações, a demanda pelo vinho é maior do que a oferta. “O preço do vinho tem vários reflexos. Um é a qualidade. Ele compete com produtos do mesmo preço e mais caros. É um vinho raro, mal sai do estado de Goiás.”



Futuro
Souza afirma que ainda não tem a intenção de exportar os vinhos, mas de se tornar referência nacional e atrair apreciadores da bebida para a região.

“Nossos vinhos são destinados para o mercado de Goiânia e Brasília, área extremamente importante dentro do mercado brasileiro de vinhos”, diz o médico.

“Queremos criar uma identidade para a região e dar ênfase no consumo de vinho do cerrado, valorizando a gastronomia local, os empreendimentos turísticos regionais e, no futuro, atrair visitantes de outras regiões que vão vir aqui para comer nossa comida, se hospedar em nossas pousadas e consumir as tradições da nossa região.”

Por ora, o plano é triplicar a área plantada e, para isso, Souza busca parceiros, já que cada hectare de área plantada custa cerca de R$ 400 mil de investimento. Ele também pretende instalar uma estrutura para receber turistas ao lado do vinhedo.

“Nós produzimos um vinho de alta qualidade como qualquer outra região de vinho no mundo. Temos esse potencial. Nosso foco hoje é isso”, diz.

No DF, é possível encontrar os vinhos em algumas adegas especializadas. Em Goiânia, Anápolis e Pirenópolis, ele é comercializado em restaurantes. A empresa também faz entregas em casa, com venda mínima.

Notícia do G1.


Será que teremos água no "Chopps" deste fim de semana? A Oktoberfest em Blumenau-SC promete muita diversão em seu encerramento, porém as chuvas podem estragar os planos dos turistas e realmente causar um dano muito grande para a população local. Esperamos que São Pedro dê uma trégua e deixe a festa e vida dos Blumenauenses acontecer conforme o plano: tudo certinho.

De todo modo compartilhamos abaixo o mapa das chuvas em Santa Catarina e a entrevista com o presidente do Parque Vila Germânica - onde ocorrem as festividades mais intensas.

Torçamos para que a chuva vá para São Paulo e Nordeste onde é muito aguardada.





Equação Cabernet Sauvignon - decorem o nome Equação e gravem o rótulo branco listrado com a araucária estampada.

A bodega Pericó conseguiu criar um vinho capaz de combater Chilenos e Argentinos que costumam trazer ótimo custo versus benefício quando falamos da faixa de R$ 20 a R$ 35 Reais, no entanto não é apenas isso, toda a experiência organoléptica impressiona - de sua tonalidade rubi escura à sua sutileza na madeira - tudo faz muito sentido, tudo é bem equilibrado, talvez daí o nome "Equação" A tonalidade rubi escura é bem intensa, amanteigada e opaca, trazendo uma experiência de vinho com corpo denso. Já a madeira não mascara o vinho que é o produto principal, como alguns Chilenos e Argentinos se apresentam. E finalmente a experiência de gosto traz frutas escuras bem controladas e não apenas os tons de pimentões simples e puros.

Resumindo, bebam com prazer. Este vinho cairá bem nas harmonizações, eventos, festas e diversos onde um vinho "porrada" é bem aceito, principalmente neste momento com dólar e impostos nas alturas! Saúde!
Na fila do final de semana entrou uma Pale Ale interessante.

Weinmann Pale Ale. Essa cerveja "do continente" tem uma pegada boa. 

Uma cerveja de alta fermentação, levemente frutada e bem carbonatada, segue a Reinheitsgebot, lei promulgada pelo duque Guilherme IV da Baviera que determinou as normas da lei da pureza na Alemanha e instituiu que as cervejas devem ser produzidas apenas com maltes, água e lúpulos como ingredientes.

No copo possui cor amarelo dourada e colarinho "largo", com odores de vegetais frescos. Na boca leve dulçor, lúpulo marcante e amargor razoável ao final. Bem controlada, equilibrada no sabor.

Acompanhou muito bem um sanduíche de pão francês, com filé de frango bem temperado e queijo.

Além de tudo, a garrafa é de 600ml e inaugurei meu copo Beer King.

Boa pedida Beer King.

Até o próximo kit.



POMERODE (SC) – Os turistas já começaram a chegar de todas as partes do Brasil para festejar a 32ª Oktoberfest, a maior festa alemã do Brasil, realizada de 7 a 25 de outubro. Em 2014 mais de 450 mil pessoas passaram pela Vila Germânica, onde foram consumidos mais de 570 mil litros de chope.  Com um roteiro rico em cultura e gastronomia, os turistas também aproveitam para conhecer as cidades vizinhas. A Cervejaria Schornstein de Pomerode está otimista e estima um aumento de 30% no movimento. 
            O Schornstein Kneipe, bar anexo à fábrica matriz da Cervejaria, é uma das opções de passeio para os visitantes. No período da Oktoberfest, o espaço ficará aberto todos os dias, inclusive no feriado do dia 12 de outubro. De segunda a sábado o horário é das 11h à meia noite, já aos domingos das 11h às 20h. Com um ambiente tipicamente germânico, o turista poderá saborear o melhor da culinária alemã. Entre as opções especiais do cardápio, elaboradas para celebrar as Festas de Outubro, estão as Salsichas com Bretzel e o Currywurst.
           As salsichas brancas e vermelhas são feitas na chapa e vêm acompanhadas do tradicional chucrute (repolho fermentado), temperado com especiarias, ervas e bacon crocante. O Bretzel é um pãozinho salgado de massa escaldada, servido com mostarda escura e amarela, ketchup e raiz forte. O prato serve duas pessoas e custa R$69. Já o Currywurst é feito com salsichas brancas aquecidas na chapa e batata frita. O molho é preparado com ketchup com condimentos e curry (mistura de pimentas com cúrcuma). Este prato serve uma pessoa e o valor é R$35. 
            No Schornstein Kneipe o público pode degustar os seis tipos de chope fabricados na Cervejaria: Pilsen Natural, Pilsen Cristal, IPA, Bock, Weiss e Imperial Stout. Além disso, os turistas também têm a oportunidade de conhecer a fábrica que vai ficar aberta todos os dias. A visita precisa ser agendada previamente através do telefone: (47) 3387–0532. O valor é R$20 e dá direto a um Chope Pilsen Natural de 300ml.


GASPAR / BLUMENAU (SC) – Sempre pronta para surpreender, a Das Bier não poderia participar da Oktoberfest sem um novo sabor. Na 32ª edição da maior festa cervejeira das Américas, a artesanal vai oferecer aos visitantes uma exclusividade: a sazonal Hoptoberfest, uma produção colaborativa com a paranaense Bodebrown. O estilo Oktoberfest/Märzen possui 5,2% de álcool e apresenta um corpo leve, amargor moderado que permanece na boca, e algo cítrico bem agradável, tanto no aroma como no paladar. Serão 500 litros disponíveis para o público, que deve ficar atento às redes sociais da cervejaria para verificar a disponibilidade do produto. “Já virou tradição trazermos para a Oktoberfest um sabor completamente novo, inédito na festa, e este ano não poderia ser diferente. Estamos confiantes no sucesso deste chope”, explica o diretor Comercial da Das Bier, Emerson Bernardes. 
Além da novidade, também estarão disponíveis para degustação nove chopes de diferentes estilos: Pilsen, Pilsen Natural, Weizen, Pale Ale, Stark Bier, Braunes Ale, Wein mit Bier, Roggen Kölsch, Schokoladen Roggen Bock Os preços serão: Pilsen R$ 7; Especiais R$ 8; Stark Bier e Hoptoberfest dois tickets de R$ 8.

Cerveja pasteurizada
Outra grande novidade da Cervejaria Das Bier nesta 32ª Oktoberfest estará exposta na decoração dos seus estandes. O espaço, que traz uma comunicação alegre e bem informal, começa a apresentar ao mercado os rótulos de suas tão sonhadas garrafas de cervejas pasteurizadas. Os produtos estarão disponíveis para a venda em dezembro, quando a cervejaria entra no seu décimo aniversário. Inicialmente a comercialização será no Bar da Fábrica e no Das Bier Kneipe. Novos canais de venda serão divulgados em breve. “Este é um momento especial para a Das Bier, de crescimento e inovação. Um passo que sonhamos dar há muito tempo. Logo vamos poder oferecer a nossa bebida não só aqui em Santa Catarina, mas para todo o Brasil, conquistando novos seguidores”, comenta Emerson.

Outubro é o mês em que a alegria transborda na cidade. Com muita descontração, música e chope, a Oktoberfest atrai para Santa Catarina visitantes apaixonados pela tradição germânica e muita cerveja. Mas o amor pela bebida vai além da Vila Germânica e já chegou às salas de aula. Moradores de todo o Brasil que passarem pela região durante a festa poderão aprender mais sobre produção e degustação de cerveja. A Escola Superior de Cerveja e Malte voltará a oferecer os cursos rápidos sobre o tema entre os dias 9 e 24 de outubro, na sede da instituição. As inscrições para os cursos da 32ª Oktobesfest estão abertas e podem ser feitas através do  www.cervejaemalte.com.br.
Com os cursos os interessados poderão aprender sobre a história da cerveja, os estilos e os tipos de fermentação. Nas aulas de produção, os estudantes vão receber informações sobre a fabricação da cerveja e poderão iniciar o processo na panela. Já no curso de degustação será possível provar quatro rótulos diferentes e conhecer detalhes dos ingredientes. Para atender a demanda dos visitantes que estarão de passagem pela cidade, o conteúdo será compacto, com aulas de até duas horas de duração. As datas e horários poderão ser ampliados conforme a procura dos interessados. “O segmento das cervejas artesanais segue crescendo uma média de 20% ao ano. Com a expansão, mais pessoas querem aprender e empreender neste segmento”, afirma Carlo Bressiani, professor e diretor geral da Escola.
O professor Bressiani conta que em 2014, quando ofereceram pela primeira vez os cursos de Oktoberfest, cerca de 150 pessoas procuraram a instituição para participar das aulas. Além dos moradores de todos os estados do Brasil, estudantes da Chile, Canadá, Polônia e Austrália passaram pelo local.
  
Cursos de Oktoberfest oferecidos pela Escola Superior de Cerveja e Malte:

Minicursos de Produção:
Duração: 2h
Sobre: Informações básicas sobre o processo de produção da cerveja
Datas: 10, 17 e 24 de outubro
Horário: 11h às 13h
Valor: R$ 149,00

Minicursos de Degustação
Duração: 1h
Sobre: Degustação de quatro rótulos da bebida e informações básicas sobre Escolas e estilos de cerveja
Datas: 9, 10, 13, 14, 15, 16, 17, 20, 21, 22, 23 e 24 de outubro
Horário: 14h às 15h
Valor: R$ 60,00
Para os apreciadores da "breja", segue uma roda de aromas para auxiliar na identificação de algumas características e sensações.

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Budweiser lançou latas com o nome da banda, na cor preta e com raios.
Edição limitada será vendida exclusivamente no Canadá.


Budweiser lança cerveja especial da banda Metallica no Canadá (Foto: Divulgação)
A banda Metallica, que se apresentou no último sábado (19) no Rock in Rio, ganhou uma edição especial de cerveja em sua homenagem. A edição limitada foi lançada pela Budweiser no Canadá em latas com o nome da banda, ilustradas na cor preta e com raios prateados. Serão 91 mil packs à venda, a partir do dia 28 de setembro, exclusivamente na província do Québec. A Budweiser lançou a cerveja para comemorar a inauguração da casa de shows Centre Vidéotron, que também teve a sua marca estampada nas latinhas. Em comunicado, a Budweiser  afirma ter se inspirado na força bruta e vibrações deste show histórico para criar uma cerveja com a "imagem do poder do rock". O Metallica ainda não têm uma marca de cerveja própria ao contrário do que tem se demonstrado uma tendência entre as bandas de rock.

Fonte: G1
Este final de semana foi interessante. 


Aproveitando o calor "amarguento" que está fazendo aqui no cerrado, não pude deixar de partir para um belo desafio de origens. 

Coloquei para degladiar duas belas cervas enviadas este mês pelo meu clube de cerveja, o Beer King, sendo elas a brasileira Lohn Pilsen e a belga Saison Dupont Biologique.



Comecei pela tupiniquim e não me arrependi. Apesar de ser um pouco resistente com as Pilsens, a Lohn me surpreendeu. 

Uma cerveja equilibrada e cremosa. Com coloração amarela intensa, possui espuma bem consistente e boa carbonatação. Na boca é extramente correta, equilibrando o malte, lúpulo e álcool, com muita refrescância e persistência. Desceu muito fácil.
Já pelos lados europeus, estava esperando muito da Saison Dupont Biologique, por ser a praia que curto mais, rústica, principalmente por ser não filtrada. Já ao abrir e colocar no copo, os aromas se anunciam, principalmente o de pão. Possui espuma consistente e espessa. Com toques cítricos, laranja principalmente, na boca ela é untuosa e levemente adocicada. Bem encorpada e turva, esta belga foi mais dura no paladar, na minha opinião.

Não comi nada para acompanhá-las, já que a sede falava mais alto. 
Gostei de ambas, porém a que mais me agradou foi a Pilsen, mas indico a duas, pois vale a experiência. Basta acessar BeerKing e pedir.

Abraços e boa semana!



Um inventário dos alimentos e bebidas autorizados a serem dados diariamente a Napoleão Bonaparte durante seu exílio na ilha britânica de Santa Helena foi leiloado nesta quarta-feira (23) na Inglaterra.

Cópia do inventário de comidas e bebidas entregues a Napoleão em seu exílio na ilha de Santa Helena (Foto: Reprodução/Woole&Wallis)"Este documento fascinante fornece uma aproximação detalhada da quantidade e qualidade do vinho, as aguardentes e os alimentos dos quais dispunham Napoleão e sua 'corte' durante o exílio em Santa Helena", explicou a casa de leilões Woolley & Wallis.

"Sua partida diária previa mais de 50 garrafas de vinho, assim como de sidra, cerveja forte, champanhe e outras bebidas", e "22 quilos de carne de vitela, 30 quilos de pão, 22 quilos de carne de ovelha e de porco, um porco assado, dois perus, dois gansos, quatro patos, nove galinhas d'angola, 12 pombos, 42 ovos e 15 garrafas de leite, entre outras muitas coisas", detalhou a Woolley & Wallis.

O inventário está com a data de 13 de outubro de 1820 e leva a assinatura de Denzil Ibbetson, um oficial britânico que se passava por artista plástico em Santa Helena durante o 'cativeiro' de Napoleão. Foi vendido por 976 libras esterlinas (cerca de R$ 6.215).

O documento contém também uma lista dos cerca de 50 habitantes de Longwood, a casa onde Napoleão morava, entre os quais havia sete membros da família do general Henri Gatien Bertrand, de procedência nobre.

O ex-imperador chegou em 15 de outubro da Santa Helena após uma viagem de 69 dias desde a Inglaterra. Consumido pelo tédio e pelo despeito, morreu após uma grande agonia em 5 de maio de 1821, aos 52 anos, provavelmente em decorrência de um câncer de estômago.

Fonte: G1
Foto: Reprodução/Woole&Wallis
centeio dedo Urbana lança cerveja Centeio Dedo. Conheça outros rótulos engraçados da marca

A cervejaria Urbana lança nesta quarta-feira (23) mais um rótulo sazonal para o seu portfólio: trata-se de uma american iye IPA sazonal, que une todas as características de uma tradicional India Pale Ale à “picância” e cremosidade do centeio.
A belezinha segue a tradição de nomes bem-humorados da marca: essa é a Centeio Dedo.
Segundo André Cancegliero, cervejeiro e sócio-fundador da Urbana, a bebida nasce da necessidade de uma cerveja com “textura diferente”. Algo que eles não tinham ainda em seu catálogo:
— O centeio traz essa sensação aveludada, que nos permitiu desenvolver uma IPA que sai do lugar comum.
A bebida tem 6,5% de teor alcoólico e 63 IBUS (unidade de amargor). Trata-se de uma das poucas representantes brasileiras desse estilo.
Pirou no nome Centeio Dedo? Conheça mais sobre a Urbana aqui.
Quem quiser tomar a Centeio Dedo em primeira mão, pode comparecer à festinha de lançamento da bebida, que acontecerá em São Paulo. Será no Empório Alto dos Pinheiros, nesta quarta-feira (29), às 19h.
Anote na agenda!
Lançamento Centeio Dedo
Quando: 29 de setembro, quarta-feira, às 19h
Onde: Empório Alto dos Pinheiros - Rua Vupabussu, 305 - Pinheiros – São Paulo/SP
Informações: 11 3031-4328

Fonte: R7
Os dias de calor, uma viagem ou um churrasco com amigos são momentos que estão sempre acompanhados de uma boa cerveja gelada. Por isso, para inspirar você a curtir esses lugares de um modo diferente, o site "Gadoo" reuniu alguns produtos criativos para os amantes da bebida.
Controle com abridor de cerveja
 Mochila para bebidas
Tampinha reaproveitável de silicone
Capa de celular com abridor 
 Chinelo com abridor 
Copo de cerveja ou de dose de uisque
Abridor que conta o número de garrafas abertas



A fome da Anheuser-Busch InBev, controladora da Ambev, sua quinta cervejaria artesanal desde 2011. Sua última presa foi a Golden Road Brewing que é a maior cervejaria independente da Califórnia por valor não divulgado no mercado. Sua expectativa era comercializar 45 mil barris de chopp em mais de 4 mil pontos de venda nos EUA.

Este movimento se deve ao enorme crescimento de marcas artesanais, visto que atualmente qualquer buteco Americano tem 10 marcas diferentes e há 10 anos atrás sequer contava com 4. Este é o sonho do apreciador de cerveja Brasileiro que está farto do duopólio Skol e Brahma na própria Ambev.

Contudo não é bom esperar que novas marcas e sabores aportem no Brasil tão cedo, pois a tempestade perfeita chegou e deve ficar por um bom tempo - tremenda retração na economia aliado ao Dólar podendo bater na casa dos R$ 5,00 até o final do Ano.



Acho que beberemos muita Skol, Brahma e Antarctica mega geladas neste Verão 2015, e quando sobrar algum uma Budweiser ou Stella Artois. Muito obrigado Governo Federal! Desejamos tudo de bom para vocês.

O que era bom vai ficar melhor. A Cervejaria Schornstein vai implantar uma nova Fábrica em Pomerode aumentando a produção para 300 mil litros por mês.

Para a Schornstein crise é coisa para os outros se preocuparem, está investindo praticamente 4 milhões em um imóvel de 2,5 mil m², que fica na área central da cidade com inauguração prevista para Junho de 2016.  O novo espaço está localizado no antigo prédio do mercado Weege, um imóvel da primeira metade do século passado que tem parte da estrutura tombada pelo patrimônio histórico.

O prédio com mais de 50 anos está sendo restaurado e revitalizado para manter as características originais. O diretor da Schornstein, Adilson Altrão, explica que no terreno anexo à nova unidade, será erguido um grande centro comercial com galerias de lojas, cafés e gastronomia. “O espaço será voltado especialmente para o atendimento ao turista".



Esperamos encontrar mais Schornstein IPAs no mercado, pois segundo a opinião de nossos colegas é a melhor cerveja do Brasil.
O governo vai arrecadar mais R$ 1 bilhão em 2016 com mudanças na tributação do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) das chamadas bebidas quentes como vinhos, vodcas, cachaças, uísques, conhaques e outros destilados.
Os impostos sobre esses produtos deixarão de ser cobrados de acordo com um enquadramento elaborado pela Receita Federal desde 2008 e passarão a ter alíquotas que variam de 10% a 30%.
As mudanças valem a partir de dezembro e foram publicadas nesta segunda-feira (31) em edição extra do Diário Oficial da União. 
No início do ano, o governo federal já havia feito alterações com relação às bebidas frias, como cervejas e refrigerantes, que também tiveram o imposto majorado. 
A Receita Federal deu um exemplo: se uma garrafa de vinho custar R$ 100, o imposto cobrado será de R$ 10, ou seja, 10%. As alíquotas mais altas, de 30%, incidirão sobre uísques e vodcas. As cachaças terão alíquota de 20%.
A medida amplia a receita tributária do governo porque, atualmente, independentemente do valor da bebida, o imposto incidente é tabelado. Um vinho caro e outro, barato, sofrem o mesmo valor de IPI, hoje de 78 centavos.
Segundo Fernando Mombelli, coordenador-geral de Tributação da Receita Federal, as medidas são claramente direcionadas no sentido de recuperar o equilíbrio fiscal e acabar com distorções em alguns modelos atuais de tributação.
A medida faz parte de uma série de medidas anunciadas nesta segunda-feira (31) pela equipe econômica do governo e detalhadas por meio da publicação de uma edição extra do Diário Oficial da União. O objetivo das mudanças é aumentar as receitas do governo. O Orçamento deste ano, apresentado nesta segunda ao Congresso Nacional, prevê um déficit, ou seja, um resultado negativo, de R$ 30,5 bilhões.
Fonte: R7
O Mercado Público de Florianópolis está "arrombando". Nos dias ensolarados deste final de inverno mesmo a coisa está pegando fogo, e nas próximas semanas a cobertura de vidro das áreas "abertas" estará concluída viabilizando ótimos momentos em qualquer condição de tempo. "Cosa Linda".

Os turistas poderão aproveitar ótimos momentos neste veraneio de 2014/2015. Aguardem.

No fim de semana retrasado batemos o ponto e registrei curiosas fotos que demonstram o quanto o espaço está heterogêneo, democrático e bem frequentado. Curtam e compartilhem as fotos!

O movimento está muito bom amizade... Repara aquela ali!

E o samba embalava a bebedeira, Lidinho nosso querido sambista da velha guarda da Copa Lorde dava um show a parte...

Não creio! Pode crer é linda.

Garçon um pau de selfie para mim!

Todas idades e seus vícios...

Coca Cola? Só para fazer Cubinha. Mas se quiser nos patrocinar aceitamos via Paypal qualquer oferta.

Olha o charme...



Pô de novo cumpadi...

Tomara que esses caboclos não estejam olhando para mim!

Samba Lidinho!

E vai "prá galera"...

E como não poderia faltar... Um cofrinho à vista.