Os Vinhos do Alentejo estão de volta ao Brasil em duas grandes degustações. No dia 10 de setembro, no hotel Intercontinental, em São Paulo, e no dia 14 de setembro, no Pestana, em Curitiba, sempre das 15h às 20h, algumas das vinícolas mais emblemáticas da região portuguesa do Alentejo estarão divulgando as mais recentes safras disponíveis no mercado brasileiro.

Adega de Borba, Adega do Monte Branco, Cartuxa – Fundação Eugénio de Almeida, Cortes de Cima, Dona Maria – Júlio Bastos (apenas em São Paulo), Encostas do Alqueva (apenas em SP), Enoforum – Carmim Group, Ervideira (apenas em SP), Esporão, Herdade do Gamito, Herdade do Peso, Herdade dos Coelheiros, Herdade dos Cotéis (apenas em Curitiba), Herdade São Miguel, José Maria da Fonseca, Mingorra – Henrique Uva, Monte da Ravasqueira, Monte do Pintor, Monte dos Cabaços, Mouchão, Paulo Laureano Vinus, Quinta do Mouro, Roquevale (apenas em SP), Tapada do Fidalgo e Tiago Cabaço são as vinícolas que estarão presentes na degustação livre.

Serão realizadas degustações comentadas pelo conceituado crítico de vinhos português, Rui Falcão. Às 16h, uma degustação exclusiva para a mídia vai focar “Uvas locais e internacionais, sem tabus”. Já às 18h, dirigida ao público mais curioso, Falcão lança o desafio: “Surpreenda-se com os vinhos brancos e rosés do Alentejo”. Essa degustação é aberta a inscrições mas sujeita a número limitado de lugares.

“É entusiasmante verificarmos que o público brasileiro se tem revelado cada vez mais interessado pelos vinhos alentejanos. A participação na prova anual tem aumentado edição após edição e o nível de conhecimento e curiosidade dos visitantes também tem crescido. As vinícolas alentejanas sentem que nosso esforço de promoção no mercado está dando resultado e apostam cada vez mais nesse evento, que permite o contato de proximidade com o público e os formadores de opinião”, analisa Dora Simões, presidente da CVRA – Comissão Vitivinícola Regional Alentejana, a entidade que certifica, protege e promove os Vinhos do Alentejo.

As inscrições na degustação livre deve ser realizada online no link: http://cadastro.vinhosdoalentejo.pt. As solicitações de participação nas degustações comentadas deverão ser dirigidas por e-mail: alentejosp2015@gmail.com, no caso de São Paulo, e alentejocwb2015@gmail.com, no caso de Curitiba.

CVRA – Comissão Vitivinícola Regional Alentejana

A Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) foi criada em 1989 e é um organismo de direito privado e utilidade pública que certifica, controla e protege os vinhos DOC Alentejo e os vinhos Regional Alentejano. É também responsável pela promoção dos Vinhos do Alentejo, no mercado português e em mercados-alvo internacionais. Sua atividade é financiada através da venda dos selos de garantia que integram os contrarrótulos dos Vinhos do Alentejo.

Serviço:

Degustação Anual de Vinhos do Alentejo

Dia 10 de setembro: São Paulo

Dia 14 de setembro: Curitiba (Hotel Pestana – Rua Comendador Araújo, 499 I Centro I Curitiba-PR)

Horário: 15h às 20h

Inscrição: Gratuita mediante cadastro no site http://cadastro.vinhosdoalentejo.pt

Redes Sociais: Facebook, Youtube, Flickr

Informações: www.vinhosdoalentejo.pt

Notícia: divulgação
Fotos: divulgação


O De Gras Cabernet Sauvignon de mesa é um vinho muito simpático. Cairá muito bem com qualquer carne vermelha, massa bolognesa ou até um "combate"...

Apresenta destaque na coloração tinto intensa e leve frutado residual, fora isso excepcionalmente plano e honesto para seus R$ 20, TA 13,5% e pasmem meio-seco mas sem ser adocicado.



Tradição é tradição. Quem faz cerveja desde 1240 não brinca em serviço. A Leffe é certeza de coisa boa. Para todos os gostos. E a de hoje foi uma Brown. E que cerveja redonda. Desde que desce bem mesmo. Abadia neles. Para acompanhar eu fiz um tostado de provolone, recheado com peito de peru e especiarias, enrolado como uma panqueca e coberto com fina camada de mel.

Para degustar esta preciosidade, no caso a cerveja, separei o acompanhamento em duas metades: uma com a pimenta rosa e outra sem, para que pudesse "brincar" com os sabores, e ficou bem interessante. Então vamos lá, começando pela metade sem a pimenta !!

No copo, um cerveja de espuma consistência média e levemente avermelhada. No nariz, aromas de melaço e grãos tostados. Já na boca, um cerva equilibrada, de amargor suave e com um leve toque açucarado. Tem que se segurar para não bebê-la rápido demais.

Agora a outra metade do acompanhamento, com a pimenta rosa - A pimenta foi interessante porque ressaltou o amargor, deixando-o mais persistente e longo, e reforçou o torrado dos grãos. E como esta espécie é bem amadeirada, os aromas mesclaram-se a esse elemento novo, o que a deixou diferente, mais encorpada. Dei sorte de só morder o grão da pimenta rosa no final, pois acabou sobressaltando demais o condimento e contaminando a degustação. Mas já era no fim do copo, então valeu.

E para comprar a Leffe Brown é só entrar para o clube Beer King.



Todos os entusiastas de cervejas, vinhos ou whisky um dia tiveram dúvidas de como proceder com a identificação, classificação e seleção de bebidas, seja para seu estoque pessoal, degustação ou harmonização com amigos e familiares... Neste eBook, fruto da colaboração entre Beer King e Bebideria, apresentamos técnicas mundialmente conhecidas que permitirão ao apaixonados "pelas brejas" a navegar por todo um universo de cores, sabores, estilos, ingredientes e possíveis nuanças das cervejas.

Como poupar tempo e dinheiro na escolha de cervejas?
Com o aumento de ofertas de cervejas no mercado, há uma grande variedade de tipos, procedências, ingredientes e valores que desafiam cotidianamente os apreciadores desta bebida, que, em sua maioria, buscam poupar dinheiro e tempo nesta escolha para alimentar seu hobby. 

Aproveite ao máximo o seu hobby!
Para tanto, criamos este eBook no intuito de auxiliar o leitor na busca de dicas que amenizem questões e dilemas que podem surgir no ato da escolha de cervejas, que vão desde a excessiva variação de preço entre os produtos.

Sempre tive a impressão que vinhos nacionais eram de modo geral supervalorizados no sabor e preço, e que quando comparados com vinhos Chilenos e Argentinos perdiam em preço e qualidade assustadoramente. Bem... Era, e é um pré-conceito. Uma opinião anterior a experiência que ecoa no inconsciente e pode ser de certo modo maléfica para um apreciador de bebidas...

Na semana passada tive a oportunidade de colocar este pré-conceito à prova, contra a parede e criar argumentos mais respaldados em fatos concretos, ou melhor, na taça mesmo. A Decanter /Essen Vinhos trouxe uma espécie de feira ao Beira Mar Shopping em Florianópolis, colocando grande variedade de rótulos do mundo à venda e melhor ainda, trazendo experts para guiar degustações de vinhos que ocorriam tem todos os finais do dia. O valor das degustações? Apenas R$ 30,00, uma pechincha.

Quinta passada fomos agraciados pela presença de João Lombardo que depois de breve história dos vinhos Brasileiros, guiou-nos por uma viajem gustativa pelo Rio Grande do Sul... Começou aqui minha jornada para acabar com o pré-conceito contra os vinhos Brasileiros. Pude participar de dois dias, o Gaúcho e o Catarinense. Acompanhem nas próximas publicações os detalhes de cada um dos vinhos!




Iniciemos esta jornada com um espumante Brut. Nosso mestre João Lombardo selecionou cuidadosamente um vinho que conseguiu desarmar os "enochatos", e que por sua personalidade saborosa e leve abriu as portas da percepção para os demais rótulos entrincheirados. O .Nero (ponto Nero) se impôs já na apresentação da garrafa, que com rótulos dourados e vidro extremamente transparente enobreciam o conteúdo de tonalidade de palha suave com toque esverdeado.



Na taça foi diferente, as tonalidades palha e esverdeado foram mantidas, com especial atenção para o tilintar de bolhas constante e bem miúdas. Na boca trouxe em minha opinião frutas claras (cítricas) com quase imperceptível mineralidade, embora a acidez seja bem controlada. Este Brut "Blanc de Blancs" do Vale dos Vinhedos é produzido apenas com uva chardonnay e traz TA 12%. Em teoria cai bem com frutos do mar, mas certamente acompanhará bem aves de tempero suave.

Para visitar o site do produtor deste espumante clique aqui...
Para quem quiser saber mais deste vinho, clique aqui e acesse um PDF com ficha técnica super detalhada...


Como dito anteriormente, para mim o .Nero abriu os trabalhos com estilo, derrubou a tensão, ampliou os sentidos e paulatinamente permitiu que o Mestre João Lombardo oficializasse o fato que atualmente o Brasil produz bons vinhos para todos públicos deste continente Brasileiro.


Nas próximas publicações trarei mais vinhos, rosés, brancos e tintos! E como Florianópolis é uma ervilha, esbarro com colegas de ensino do IFSC, antigo CEFET-SC, que também apreciam um bom vinho... Esperam que tenham gostado, e peço encarecidamente que a Decanter promova mais eventos desta qualidade.












O consumo de vinho no Brasil aumentou 4,6% no primeiro semestre do ano se comparado ao mesmo período de 2014, um crescimento que acontece em um momento em que a economia do país dá sinais de fraqueza e que as famílias reduziram suas compras em 0,9% no primeiro trimestre, informou neste sábado o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin).

De acordo com a organização, os vinhos, sucos, espumantes e demais produtos derivados da uva registraram um crescimento de consumo, no qual se destaca o vinho tinto, com um aumento de 4,6%, que chegou aos 9,1 milhões de litros.

No caso do suco de uva, o consumo subiu 24,8% e o dos espumantes aumentou 22,7%, até os 4,9 milhões de litros.

"O próprio consumidor está sabendo apreciar o vinho, tanto nacional quanto importado, mas o volume consumido ainda é pequeno e nos dá espaço para crescer nos próximos anos", declarou à Agência Efe Oscar Lo, presidente da Federação de Cooperativas Vinícolas do Rio Grande do Sul (Fecovinho).

Segundo ele, por mais que o país enfrente uma "retração econômica", nos últimos anos as famílias aumentaram seu poder de aquisição e incorporam o vinho ao hábito.

A forte desvalorização do real frente ao dólar encareceu as importações e incidiu na queda de 1,9% dos vinhos importados no Brasil no semestre.

No entanto, o chefe de promoção vinícola da embaixada da Espanha no Brasil, Antonio Correas, disse à Agência Efe que a "suave redução" não é tão alarmante.

"O consumo de vinho não compartilha do mesmo pessimismo existente em outros setores. Ele contínua vigoroso, apesar de certa queda do consumo em restaurantes", comentou.

Para ele, o fortalecimento do produto nacional é positivo e contribui para construir nos brasileiros a cultura do vinho. Apesar dos problemas na economia, o Brasil continua sendo um mercado atrativo para os vinhos internacionais e a "tendência geral é de um mercado em crescimento", diferente do espanhol e de outros grandes consumidores da Europa que enfrentam uma redução há vários anos.

Já para Lo, no começo do ano havia receios de que a retração econômica pudesse prejudicar o setor.

"Mas agora estamos comemorando os números porque completamos o primeiro semestre com crescimento em todas as categorias", concluiu.

Fonte: Exame
Foto: Arquivo Gustavo Jota
As holandesas são demais mesmo e o meu kit Beer King deste mês não as deixou de fora. Duas holandesas, uma belga e uma alemã. Hehehe, show à vista.


Começando pela belíssima Emelisse Porter. Eu não poderia esperar nada mais que uma "cerva de responsa" com essa Porter. Cerveja forte, de presença. E para acompanhá-la, mandei uma pizza bem temperada, com embutidos e especiarias, para me nivelar com essa gringa.


No copo, possui espuma consistente e cor escura, profunda, além de ser muito carbonatada. Já no nariz, aromas de café recém tostado tomaram conta, complementados por azeitonas pretas. Na boca, encorpada e untuosa, um pouco rústica, mas extremamente longa e persistente, mesclando chocolate amargo e levemente amentolada. 

Amargor com boa pegada. 

Esta encorpada companheira deixou boas lembranças.

Para comprar é fácil: www.beerkingstore.com.br.
Este ano, o título de vinho de mais caro do mundo vai para um Richebourg Grand Cru de 1985. Quer tentar adivinhar quanto custa, antes de ler o artigo?

Nada menos que 14.254 euros, por uma garrafa de 750 ml. É este o valor que faz deste Borgonha pouco conhecido o número um da lista anual do site britânico WineSearcher, divulgada este mês. Trata-se de uma criação de Henri Jayer, um produtor considerado "visionário", que morreu em 2006, aos 84 anos.

Em segundo lugar, ficou um Romanée Conti, com um preço médio de 12.141 por garrafa, e em terceiro outro vinho de Henri Jaye, Vosne-Romanée Premier Cru, com uma garrafa a custar 8.063 euros.

Top 50 do WineSearcher  é o resultado da análise dos dados de quase 55 mil listas de preços, num total de 7.3 milhões de ofertas de vinho. 

Mas se os preços do ranking, onde não consta nenhum vinho português, parecem astronómicos, não ficam, no entanto, com o recorde dos mais caros de sempre: O título, nesse caso, vai para um Cheval-Blanc de 1947, arrematado em leilão, na Suíça, por mais de 271 mil dólares.



Fonte: Visão
Nossos irmãos do velho continente sabem muito bem como preparar um vinho saboroso e ainda por cima comercializa-lo a preços competitivos. Prova disso são os vinhos de mesa Portugueses que estão, como diria o Manezino, dando um banho...

Este corte da região de Dão em Portugal é produzido com as uvas Touriga Nacional, Tinta Roriz Jaen, e segundo o produtor, Aliança, esta safra de 2011 é particularmente especial. Estou de acordo. Servido levemente frio (18oC) na Páscoa de 2015 para harmonizar com um Bacalhau, caiu como uma luva antes, durante e depois dos "trabalhos". Apresenta cor rubi, visualmente sedoso e amanteigado na taça, e no paladar traz fundo controlado de madeira e frutas pretas ou escuras. A contragosto da indicação do rótulo - grelhados, caça e queijos - caiu muito, mas muito bem com Bacalhau à Gomes de Sá preparado pela minha Mãe.

Produtor: Aliança
Região Dão em Portugal
Safra 2011
TA: 13,5%
Preço em Florianópolis: R$ 29,90.
Se você gosta da textura acentuada do vinho tinto e da frescura do vinho branco, chegou o vinho laranja: o melhor dos dois mundos que deve fazer sucesso este verão na Europa.




Tem textura como o vinho tinto e é refrescante como o vinho branco. O vinho cor de laranja – também conhecido como o anti-rosé –, junta o melhor dos dois mundos… e é a nova moda deste verão, na Europa.

A tonalidade pode variar de um alaranjado mais suave até a um tom de cobre profundo, mas o sabor nada tem a ver com laranjas: o aroma é semelhante ao das nectarinas (como os pêssegos ou alperces). É feito com as mesmas uvas usadas na produção de vinho branco, mas com uma diferença substancial: no vinho branco as cascas são removidas durante o processo de fermentação, e no vinho laranja estas são mantidas. O resultado? Um vinho com uma textura pronunciada, mas suave e refrescante – ideal para uma tarde de calor depois da praia.

Os vinhos laranja são também conhecidos como vinhos “de contato” – já que a pele das uvas entra em contacto com as bagas, durante a produção. Mas há também quem os trate por “anti-rosé”, isto, porque a sua produção é “inversa” à destes vinhos. No rosé são utilizadas uvas vermelhas e as cascas são removidas logo no inicio da produção; e no vinho laranja são usadas uvas brancas com pele, que conferem à bebida uma textura mais densa.

A sua popularidade tem crescido, sobretudo entre os amantes de vinho mais aventureiros, como relata Justin Cherano, consultor do novo bar de vinhos do Brooklyn, Four Horsemen, em Nova Iorque.“Tem sido uma loucura. Nós não somos certamente ‘um bar de vinho laranja’, mas é impressionante quando se entra ver quantas pessoas escolheram este vinho para beber”, conta ele.

No inicio, começou foram introduzido no cardápio poucos vinhos deste tipo, mas desde a abertura (recente) do bar, já introduziu mais de 30 vinhos laranja diferentes, vindos de todo o mundo: Sicília, Eslovênia, Áustria, Croácia e Geórgia. “Diria que estamos vendendo cerca de um vinho laranja por cada rosé”, afirmou, “estou completamente chocado”.

Fonte: Observador
Foto: divulgação.
Cervejas especiais conquistaram definitivamente os brasileiros, reflexo desta afirmação, o mercado das ditas "especiais" cresce 20% ao ano. Vindo a reboque, surgem os interessados em produzir a própria bebida e desfrutar da grande variedade de estilos em sua própria cozinha.

Escola Superior de Cerveja e Malte de Blumenau já gabaritou mais de 1,5 mil alunos, e devido a enorme procura de todo Brasil e exterior, agora facilita a vida dos alunos disponibilizando cursos online. Estes, são transmitidos ao vivo garantindo interação com outros alunos e professores, tornando a experiência o mais colaborativa possível. Os cursos são do tipo extensão com carga horária entre 8 a 24 horas.

Haaa Bélgica...

Aparentemente qualquer rótulo desta cervejaria Belga merece ser apreciada, utilizada para meditação e não simplesmente bebida

A Royale no entanto é um capítulo a parte, é mais encorpada no paladar, um pouco mais adocicada e traz TA 7,5% que não deixa transparecer o sabor do álcool - a tornando um perigo para os desavisados que tenham de um exemplar em sua coleção.

É uma cerveja que traz nos seus ingrediente malte e trigo, apresentando espuma na cor creme formada por bolhas pequeninas que se desfazem em minutos. Indico apreciar fria (não gelada) conforme a indicação expressa no rótulo, caso contrário suas nuances de malte, lúpulo, ervas e azedinho característico da escola Belga desaparecerão... Saúde! E God Bless Leffe.

Mesmo com dia nublado o Mercado Público de Florianópolis brilha em sua reinauguração... Passando por lá de manhã, ao redor das 9:10 pude ver o resultado do trabalho exemplar, e conferir o esmero com que os profissionais dos bares, restaurantes e lojas preparam para os visitantes.


Totalmente modernizado das estruturas para cima, está pronto para receber os manezinhos e visitantes  com muito mais conforto e limpeza. Sim, limpeza! O local está "saneado" daquele terrível cheiro de peixaria de terceiro mundo que muitos adoravam dizer que era pitoresco.

Todos que passavam próximos ao local exibiam um belo sorriso de quem estava pensando "depois do expediente vou dar uma passadinha"! O mercado está oficialmente aberto, visitem!


Algumas cervejas são tão expressivas que fica as definir. A 1824 Imigração é uma delas, e a palavra que a qualificaria seria "Refrescante", pois é pura e simplesmente isso.

De sabor levemente adocicado e fundo de malte, traz um delicado amargor do lúpulo para equilibrar o toque doce. Já no visual é turva com espuma creme bem clarinha, típica da tonalidade suavemente verde do lúpulo, e traz ainda bolhas densas e visivelmente pequeninas. Um desbunde.

Sobre sua história, me debruço no rótulo, que informa que os descendentes de Alemães lá no Rio Grande do Sul continuaram com a tradição cervejeira e desenvolveram esta beldade. Aqui em casa vai acompanhar um filé grelhado fatiado em tiras, com muita cebola e alho, e de acompanhamento farofa e batata palha! Saúde!