Vinho estragado, e agora? Parte 2

Deu quase tudo certo! Quase.

Direto no balcão de atendimento informei que havia comprado um vinho estragado e que gostaria de trocar. A encarregada então me disse para levar a garrafa estragada e se eu tivesse inclusive o cupom fiscal. Sorte, estava com ambos em mãos. Minha opção seria pegar outra garrafa, ou usar o valor para abater em outra compra qualquer.


Acontecesse que eu queria realmente provar aquele vinho Rosé. Fui a luta! Busquei dentre os vinhos outras garrafas daquela, removi diversas garrafas da frente - notando que muitas estavam em pé, ou mesmo inclinadas para traz -  e nada de achar outro Português Rosé. Quando estava para desistir achei mais duas garrafas. Porém ambas apontavam indícios de problemas: rótulos bem danificados, corpo de fundo flutuando e cor similarmente à que comprei "amarronzada".

Tudo isso me levou a duas conclusões: se você é consumidor, guarde o cupom fiscal até o momento da degustação, ainda mais se o vinho for mais caro. E caso o vinho apresente problemas, guarde o mesmo como está para depois trocar, mas seja ponderado e não leve uma garrafa quase vazia. Agora se você é o comércio, guarde as garrafas deitadas, principalmente as mais "antigas", e em locais secos, sem odores e sem luz direta.
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